Mudar o regime Servir Portugal

Manuel Beninger

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sábado, 4 de agosto de 2012

Aqui nasceu Portugal


Afonso Henriques visto por João Cutileiro em 2001. 
A Igreja da Colegiada e o Alpendre Gótico, no largo da Oliveira. 

terça-feira, 24 de abril de 2012

O pai do primeiro Rei português morreu há nove séculos


D. Henrique de Borgonha (1066 - Astorga, 24 de Abril de 1112) foi conde de Portucale desde 1093 até à sua morte. Em Portugal é conhecido, geralmente, por Conde D. Henrique.
Pertencia à família ducal da Borgonha, sendo filho de Henrique, herdeiro do duque Roberto I com Beatriz ou Sibila de Barcelona, e irmão dos também duques Odo I e Hugo I.
Sendo um filho mais novo, D. Henrique tinha poucas possibilidades de alcançar fortuna e títulos por herança, tendo por isso aderido à Reconquista da Península Ibérica. Ajudou o rei Afonso VI de Leão e Castela a conquistar o Reino da Galiza, recebendo como recompensa pelos seus serviços casamento com a filha ilegítima do monarca, Teresa de Leão.
Alguns anos mais tarde, em 1096, D. Henrique recebeu de Afonso VI o Condado Portucalense, que passava a lhe prestar vassalagem directa. O rei de Leão e Castela pretenderia assim limitar o poder do conde Raimundo de Borgonha, casado com Urraca de Leão e Castela.
Henrique morreu a 24 de Abril de 1112, tendo sido sepultado na Sé de Braga. Tinha tido vários filhos com Teresa, mas só o mais novo sobreviveu à infância: D. Afonso Henriques, que sucedeu ao pai e se tornou no segundo conde de Portucale em 1112.
No entanto, o jovem D. Afonso Henriques pretendia ser mais do que conde; em 1128 rebelou-se contra a sua mãe, que pretendia manter-se no governo do condado. Por isso, em 1139 Afonso reafirmou-se independente de Leão e proclamou-se 1.º Rei de Portugal, recebendo o reconhecimento oficial de Leão e Castela em 1143, e a do Papado em 1179.
Bandeira de D. Henrique, mais tarde a primeira bandeira do Reino de Portugal

domingo, 18 de março de 2012

S.A.R. a Senhora Dona Isabel de Bragança entronizada como Confreira de Honra da Confraria Gastronómica do Pão de Ló Tradicional (4)

 Largo do Toural
Deslocação de autocarro para o Paços dos Duques de Bragança
 D. Afonso Henriques, Pai de Portugal
 Recepção, nos Paços dos Duques de Bragança, pelo Dr. Gonçalo dos Reis Torgal
 Drº Inácio Ribeiro, presidente da Câmara Municipal de Felgueiras
 Drº António Magalhães, presidente da Câmara Municipal de Guimarães
Discurso de boas vindas, proferidas por Sua excelência o Sr. Presidente da Câmara Municipal de Guimarães, Dr. António Magalhães
Oração de Sapiência, a cargo da Dra. Isabel Fernandes, ex diretora do Museu Alberto Sampaio e investigadora na área da doçaria conventual e tradicional
 Oferta de um livro alusivo a Guimarães pelo presidente do município Drº António Guimarães
Junto à estátua de D. Afonso Henriques

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

D. AFONSO I

O filho de Henrique de Borgonha e de Teresa, bastarda de Afonso VI de Leão, nasce em Coimbra e passa a infância e a adolescência nas terras do Condado Portucalense, sendo educado por representantes de uma nobreza regional que, desde o reinado de Fernando Magno, se encontrava animada por um forte sentimento de autonomia em relação à monarquia leonesa.
É essa nobreza, apoiante e colaboradora da política separatista desenvolvida durante o governo do conde Henrique, que fará do jovem Afonso, armado cavaleiro aos treze anos na Catedral de Zamora, o elemento  congregador e legitimiador da sua rebelião contra o governo de Teresa, adepta de uma estratégia autonomista, envolvendo a aliança com os nobres galegos, os quais, progressivamente, ganharam no Condado um peso político considerado ameaçador.
Após a batalha de S. Mamede, contra os partidários da política galega, Afonso Henriques inicia o governo do Condado com o apoio imprescindível do partido portucalense, cujos elementos serão, no futuro, largamente recompensados.
O período de 1128 a 1138 é marcado pelas hostilidades contra o rei de Leão, Afonso VII, que tenta contrariar os projectos expansionistas e independentistas do primo e pela repressão de revoltas internas, como a protagonizada pelo nobre galego Bermudo Peres de Trava na beira.
A ocorrência de confrontos na fronteira islâmica obriga Afonso a abandonar a frente setrentional, pelo que assina um tratado de tréguas com Afonso VII (Paz de Tui», no qual promete obediência ao primo, que, desde 1135 se intitulava imperador de Espanha.
Em 1139, numa acção simultânea com o imperador, que empreende uma campanha pela fronteira de Toledo e conquista Oreja, Afonso alcança uma vitória sobre os mouros em Ourique, passando, a partir daí, a intitular-se rei de Portugal.
Contudo, os primeiros anos da década de 40 são ainda marcados por focos de instabilidade: lutas com Leão e incursões islâmicas.
Só com o Tratado de Zamora de 1143, pelo qual o imperador reconhece a realeza do primo, é que o primeiro rei de Portugal pode orientar a sua política de expansão territorial para sul, ao mesmo tempo que, declarando-se vassalo directo da Santa Sé, procurava o reconhecimento internacional do novo reino.
Nos dias de hoje, assinam-se tratados e mais tratados que nos fazem perder a autonomia e a independência, que nos obrigam a uma governação estranha, de duas pessoas que parecem morrer de amores, mas que, ao primeiro sinal de «perigo» se agridirão violentamente e farão com que sejamos nós, os países mais pequenos e quase sem autonomia ou independência, a sofrer as graves consequências do seu desentendimento.
E é neste ambiente europeu, governado pela parelha franco-alemã, a que alguns designam de eixo, que os nossos abençoados governantes exigem cada vez mais dos pobre fabiano, porque os senhores, no caso senhor e senhora, assim decidiram dever ser.
Algum português de bom senso pode ter confiança em semelhantes políticos e políticas impostas pelo tal eixo franco-alemão, que têm conduzido os portugueses à miséria?

sábado, 11 de setembro de 2010

Conselho Nacional do PPM em Guimarães (1)

O Conselho Nacional do PPM reuniu em Guimarães com o objectivo de preparar o XXIII Congresso Nacional do PPM. Foi colocada uma coroa de flores junto da estátua de D. Afonso Henriques, homenageando assim o fundador de Portugal e da monarquia portuguesa.

O Conselho Nacional do PPM aprovou o Regulamento para o XXIII Congresso Nacional a realizar-se em Lisboa, no Hotel Ritz, nos dias 23 e 24 de Outubro de 2010.


Foi também deliberada a criação de um Conselho de Senadores, que irá contar com nomes históricos do partido, recuperando assim valores fundamentais do PPM. Entre os senadores irão estar antigos ministros, antigos deputados e fundadores do PPM.


O Conselho Nacional do PPM analisou a situação política do país, mostrando a sua preocupação face à grave crise social e económica que atravessamos. O PPM como um dos quatro partidos que foi governo em Portugal irá nesta reabertura do ano político pautar a sua acção com a apresentação de medidas concretas para o difícil momento em que vivemos.


O Conselho Nacional do PPM solidarizou-se ainda, com a luta do PPM Açores, condenando a situação que o Governo Regional e os Açores atravessam. Assim, O PPM irá solicitar uma audiência ao Chefe de Estado no sentido de suscitar a ilegalidade que significará a 5ª candidatura de Carlos César ao governo regional dos Açores. Esta ilegalidade a acontecer colocará a região na mesma situação que hoje vive a Venezuela com Hugo Chávez.


O PPM desenvolverá diversas acções no âmbito das comemorações do centenário da República com o sentido de dar aos portugueses uma visão real do que significou a implantação da República em Portugal, denunciando o discurso falso no qual estas comemorações envolvem a 1ª República.