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Manuel Beninger

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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

SS.AA.RR., os Duques de Bragança no lançamento do livro "MAFALDA DE SABÓIA"

SS.AA.RR., os Duques de Bragança
SS.AA.RR. os Senhores Duques de Bragança estiveram presentes, no dia 16 de Fevereiro de 2013, na apresentação de "Mafalda de Saboia", o terceiro romance histórico de Diana de Cadaval, que decorreu no Palácio da Cidadela de Cascais. Seguiu-se a actuação do grupo "Danças com História", que apresentou um conjunto de danças medievais.
Princesa Diana de Orleans, duquesa de Cadaval e Princípe Charles-Phillippe d'Orleans
Isabel Palmela e Duquesa Claudine de Cadaval
Princípe Charles-Phillippe d'Orleans
Representante do Museu da Presidência da República, Diana de Cadaval e Representante da Esfera dos Livros
Grupo Danças com Histórias
Diana de Cadaval
A Rainha que partilhou o destino de Dom Afonso Henriques e de Portugal
Sobre a obra:
Quando a sua amiga Dona Teresa lhe contou, entre lágrimas, o terrível segredo que guardava há anos no peito, Dona Mafalda de Sabóia sabia que morreria sem nunca poder contar a verdade sobre o seu marido Dom Afonso Henriques. A legitimidade e consolidação do reino de Portugal, perante a Santa Sé e o mundo, razões pela qual fora escolhida para partilhar o destino com o primeiro Rei deste reino distante, dependia de si e do seu silêncio. Mafalda de Mouriana, filha do conde Amadeu III de Saboia, chega a Portugal, em 1146, aos 20 anos para casar com Dom Afonso I, que aos 37 anos, ganhara uma áurea de conquistador, graças às duras batalhas que ia vencendo contra os infiéis. Mafalda não encontrou em Portugal a felicidade desejada. Procura na ajuda aos mais necessitados, o amor que não encontra nos braços violentos de Dom Afonso, com quem mantém uma relação distante e conflituosa. Entre guerras e conquistas, o marido preferia cair nos braços da amante Châmoa Gomes. De si, sua legítima esposa, procurava apenas a garantia da continuidade da dinastia que iniciara. Tarefa que Dona Mafalda cumpriu com honra até à data da sua morte, em 1157. Foi mãe de sete filhos e sentou no trono Dom Sancho I. Portugal era agora um reino independente reconhecido pela Santa Sé. Morreu sem nunca revelar o segredo que poderia ter mudado a história do país para sempre… 
FONTE: Esfera dos Livros, Maria Menezes, Joana Dias Pereira, Isabel Nogueira

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

SS.AA.RR., os Senhores Duques de Bragança, no descerramento de uma imagem da Rainha Santa Isabel


SS.AA.RR., os Senhores Duques de Bragança, participaram na Santa Missa na Igreja de Santa Luzia, sede nacional da Assembleia Portuguesa da Ordem Soberana Militar de Malta.
Finda a celebração, S.A.R. a Senhora Duquesa de Bragança participou no descerramento de uma imagem da Rainha Santa Isabel recentemente adquirida pela Assembleia Portuguesa, após uma visita oficial à Hungria, e que ficará doravante para culto na referida Igreja.
A encerrar a cerimónia, S.A.R. o Senhor Duque de Bragança dirigiu-se à Sala do Conselho, a fim de descerrar três reproduções de quadros de El-Rei Dom Carlos I, El-Rei Dom Manuel II e S.A.R. o Príncipe Dom Luís Filipe.
Princesa Diana de Orleães, Duquesa de Cadaval, e por casamento, duquesa de Anjou.
Fonte: Ordem Soberana Militar de Malta

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

S.A.R., DONA ISABEL DE BRAGANÇA NA VENDA DE NATAL DA ASSEMBLEIA PORTUGUESA DA ORDEM SOBERANA MILITAR DE MALTA


Foi inaugurada no dia 7 de Dezembro na Sala Vasco da Gama no Hotel Ritz em Lisboa a venda de Natal da Assembleia Portuguesa, cujo produto das vendas reverteu para as Obras Hospitalárias da Assembleia Portuguesa. Foi servido um cocktail oferecido pela Assembleia a inúmeros convidados, tendo contado com a presença de SAR a Sra. Duquesa de Bragança, bem como de diversas personalidades.
A princesa Diana de Orleães, duquesa de Cadaval, e por casamento, duquesa de Anjou (nascida Diana Mariana Vitória Álvares Pereira de Melo) com a sua mãe Claudine Marguerite Tritz.
Fonte: Ordem Soberana Militar de Malta