Mudar o regime Servir Portugal

Manuel Beninger

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quinta-feira, 4 de abril de 2013

Duques de Bragança acompanhados pelos 3 filhos estiveram no dia 1 de Abril na Festa de Nossa Senhora da Luz


Cumprindo a tradição deste Dia do Município de Castelo de Vide, celebrou-se ao final da manhã a Missa na Igreja da Senhora da Luz.
A capela encheu para um dos últimos momentos religiosos da Páscoa que contou com a presença dos Duques de Bragança, D. Duarte Pio e Dona Isabel de Bragança, e dos seus três filhos.
A família da Casa de Bragança estava de passagem por Castelo de Vide para visitar a propriedade que lhe foi deixada por herança por Virgínia Flores (situada precisamente frente à Capela da Senhora da Luz) e todos acabaram por assistir à homilia e travar breves conversas com os presentes.
Este ano as actividades populares por ocasião da Festa da Senhora da Luz não se realizaram devido às instáveis condições climatéricas, não tendo havido nem quermesse nem os tradicionais comes e bebes durante a tarde. Também a procissão, agendada para as 18 horas, esteve até à última hora dependente da ocorrência de chuva, mas acabou por se realizar.
Maria de Menezes / Real Família Portuguesa

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Missa evocativa do 105.º aniversário do Regicídio com a presença da Família Real Portuguesa

Infantes em acto oficial com pais
Os filhos varões dos duques de Bragança estiveram presentes na missa do regicídio
Dona Isabel e Dom Duarte Pio, Duques de Bragança, compareceram na missa do regicídio e não foram sozinhos. Os infantes Afonso de Santa Maria, de 16 anos, e Dinis, de 13, mostraram como já estão crescidos e interessados nos atos oficiais da casa de Bragança. A esta cerimónia, que se realiza anualmente, faltou apenas a irmã dos meninos, Francisca, de 15 anos. Este acontecimento faz parte dos livros de História e comemorou este mês 105 anos. A morte do rei Carlos I e do filho, o príncipe Luís Filipe – que foram assassinados a 1 de fevereiro de 1908, na Praça do Comércio, em Lisboa, por membros da Carbonária, que pretendia enfraquecer a Monarquia – foi evocada através de uma missa de sufrágio, na Igreja de São Vicente de Fora, a que se seguiu uma romaria ao Panteão Real onde foi depositada uma coroa de flores junto aos túmulos de pai e filho.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

OS INFANTES EM ACTO OFICIAL COM OS PAIS



Os Filhos varões dos Duques de Bragança estiveram presentes na missa do regicídio


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segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

SS.AA.RR. os Duques de Bragança na missa evocativa do 105.º aniversário do Regicídio


FAMÍLIA REAL NAS CERIMÓNIAS EM S. VICENTE DE FORA
SS.AA.RR. os Duques de Bragança, S.A.R. o Príncipe da Beira e S.A. o Infante Dom Dinis de Bragança na missa evocativa do 105.º aniversário do Regicídio, homenageando S.M. El-Rei Dom Carlos I e S.A.R. o Príncipe Real Dom Luís Filipe, no Panteão Real, em Lisboa.
CERIMÓNIAS NA IGREJA DE S.JOSÉ DAS TAIPAS NO PORTO
RUI ALMEIDA D´EÇA SÁ
JOSÉ PERES SILVA BASTOS e HUGO SOUSA PINTO
 FÁBIO REIS FERNANDES
DOROTEIA VASCONCELLOS E HÉLIO LOUREIRO
JORGE LEÃO

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Mensagem de S.A.R., o Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança no 1º de Dezembro de 2012

Mensagem de S.A.R., o Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança
Vista da sala
A Família Real durante a Mensagem de S.A.R.
A Família Real portuguesa



MENSAGEM 1º Dezembro 2012 do Chefe da Casa Real portuguesa , o Duque de Bragança , S.A.R. o Senhor Dom Duarte de Bragança
Portugueses:
Estamos a viver mais um 1º de Dezembro, o dia em que se afirmou a vontade de independência nacional e os portugueses disseram “Nós somos livres e o nosso Rei é livre”. Para nós, o 1º de Dezembro aconteceu uma vez e o 1º de Dezembro acontecerá sempre.
Mas hoje, vivemos um 1º de Dezembro diferente.
Cada vez mais portugueses enfrentam a angústia de não saber como cumprir os seus compromissos financeiros, e mesmo como irão pagar as despesas básicas das suas famílias.
A todos eles, quero manifestar a minha solidariedade.
Hoje, atingimos aquele limite em que Portugal tem uma economia em recessão e se esgotou a capacidade do Estado se financiar. Os sucessivos aumentos de impostos já não contribuem significativamente para aumentar a receita do Estado, porque as famílias e as empresas já não conseguem o suficiente para os comportar.
Hoje, tal como em 1640, mas devido à irresponsabilidade de alguns governantes da III República, a nossa política depende da vontade de estrangeiros. A população tem dado provas de grande civismo. Por isso, a todos os que se manifestam de forma cívica em favor de um Portugal mais justo e mais independente, quero manifestar o meu apoio.
Na crise presente, é justo que peçamos contas a quem nos colocou nesta situação de pré-falência e que se tentem recuperar fundos fraudulentamente desviados . Apoio os que pedem a criminalização por actos públicos de gestão danosa.
O princípio do estado de direito democrático é a base da nossa ordem pública. E esse princípio baseia-se na dignidade da pessoa humana e na afirmação de que o cidadão deve estar ao serviço do Estado e o Estado ao serviço da pessoa.
Mas, hoje, existem muitos privilegiados a beneficiar das chamadas “gorduras de Estado”. Muitos fornecimentos, contratações, parcerias público privadas e ajustes directos deveriam ser reavaliados à luz do interesse público, tal como revelado por auditorias do Tribunal de Contas.
Por isso, a todos os que exigem que o Estado respeite o direito, eu digo: a Instituição Real está convosco.
No estado democrático, os partidos políticos têm uma missão essencial a desempenhar. Mas seria útil que as pessoas de boa vontade se unam aqueles partidos que melhor defendam os seus ideais, para que melhor possam servir o País.
No entanto o exercício da cidadania não se limita à actividade partidária.
São, felizmente, muitas as Associações Cívicas que têm mobilizado as boas vontades com acções eficazes de solidariedade e caridade. São fundamentais para um futuro melhor. Deixemo-las trabalhar, em vez de perder tempo com críticas e insultos que nada ajudam a minorar o sofrimento de quem delas precisa.
Por seu lado a Causa Real e as dezenas de associações reunidas na Plataforma Activa da Sociedade Civil, criam sinergias entre milhares de pessoas dedicadas a implementar soluções para os problemas nacionais.
Quero declarar-lhes o meu pleno empenho nas causas que defendem. Não esqueço que, nas redes sociais, muitos defendem a Instituição Real. E lanço um apelo para que passem do virtual ao real, colaborando com a Causa e que mais associações e pessoas se juntem a quem trabalha no campo cívico e humanitário com eficácia e generosidade.
Uma das razões que comprometem o nosso futuro é a baixa natalidade. O Estado português não favorece fiscalmente as famílias que têm filhos, não toma medidas eficazes que ajudem as mães solteiras, não facilita a adopção de crianças.
Perante o já chamado “inverno demográfico” da falta de natalidade, para mim, que acredito no direito à vida, é difícil aceitar que o Estado, com o dinheiro dos nossos impostos, subsidie o “aborto a pedido”.
Após mais de noventa mil “vítimas legais” em Portugal nos últimos cinco anos , é altura de percebermos que a lei actual é insustentável !
“ Uma Nação que mata os seus filhos não tem futuro “ disse a Madre Teresa de Calcutá .
Peço que se lembrem que sem renovação das gerações, o Estado não conseguirá honrar os compromissos financeiros, em particular as reformas de quem descontou para a Segurança Social.
Há muitos anos que venho denunciando o nosso modelo errado de “desenvolvimento sem progresso”, sem uma visão global do futuro.
Por todo o País, tenho encontrado exemplos de pequenos e grandes empresários de sucesso, alguns reconhecidos internacionalmente.
A burocracia estatal e a lentidão da justiça têm provocado graves entraves a quem quer produzir. Temos que exigir mais ao Estado. Mais responsabilidade, mais respeito pelos governados que o sustentam, e, acima de tudo, mais dignidade.
Precisamos urgentemente de um Estado moderno e eficiente, que assegure a nossa soberania e a ordem interna, garantindo a oferta de bens públicos em sectores essenciais e a regulação e estímulo à actividade económica nos restantes, de forma a propiciar o crescimento das empresas e a oferta de emprego, Precisamos de um Estado que seja o primeiro a dar o exemplo, pagando a tempo e horas, bem como assegurando que os investimentos e gastos públicos sejam racionais.
O Estado moderno não se pode substituir ao sector privado na criação de riqueza e não pode ceder à tentação de intervir em tudo.
O Estado social moderno deve dar apoio aos mais desfavorecidos. Quanto menores forem os desperdícios, maior será a proporção da riqueza que chegará a quem precisa.
Para isso, não podemos ter uma sociedade toda subsidiada; não podemos ter um sector empresarial subsídio-dependente.
Como representante e chefe da Casa Real Portuguesa, é esta a reforma de Estado que preconizo. Um Estado que siga e imponha o direito, um Estado que apoie os mais desfavorecidos, um Estado eficaz,, um Estado que fomente o desenvolvimento, um Estado que olhe o futuro, um Estado de e para todos os portugueses.
Se as monarquias democráticas actuais existem e têm um papel fundamental é porque nelas o exemplo vem de cima.
Importa prestar atenção à clara demonstração das nossas verdadeiras capacidades que é dada pelo sucesso que os portugueses obtêm no estrangeiro !
Sem qualquer ajuda do Estado, e no cumprimento dos desígnios da Instituição Real, eu e minha mulher Isabel temo-nos deslocado a países da Europa e da Lusofonia para promover Portugal.
Foi assim no Grão–Ducado do Luxemburgo onde 25% da população activa é portuguesa.
Na Galiza, encontrei um vivo interesse pela língua portuguesa e pelas relações económicas e culturais connosco. A tão interessante e antiga fala de lá também é conhecida como “o português da Galiza”. Em Roma, tivemos ocasião de homenagear personalidades das Casas Reais europeias empenhadas em acções de solidariedade. E nos Estados Unidos convivemos novamente com a dinâmica comunidade portuguesa de Nova Jersey e Nova York.
Tive, ainda, a oportunidade de escutar do Sr. Presidente da República de Cabo Verde, palavras de encorajamento para que a CPLP possa evoluir politicamente no sentido de uma Confederação, ou de uma União, aproximando as nações irmanadas pela língua de Camões.
Encontrei a mesma disposição entre os governantes de vários países da CPLP, incluindo o Brasil.
Cada dia são mais os que perfilham a visão de que, juntos, os países de língua portuguesa podem e devem construir um destino comum que será melhor do que o que actualmente se configura em separado.
Neste 1º de Dezembro, aproxima-se a data em que celebramos o Natal. Não deixemos que esta data seja desvirtuada publicamente por apelos ao consumismo.
Façamos desta data um estímulo à nossa tradição de solidariedade e caridade, apoiando as instituições que organizadamente trabalham nesse sentido, como eu e a minha Família procuramos fazer.
Há mais de um século que a minha Família se encontra impedida de exercer a missão que desempenhou desde que Afonso Henriques foi aclamado “Rex Portugalorum“, Rei dos Portugueses.
No passado 5 de Outubro tive ocasião de me dirigir aos portugueses, celebrando a independência alcançada nesse dia de 1143, com o Tratado de Zamora.
Precisamos de regressar a esse nosso futuro. De agir como sempre soubemos fazer após os desastres do passado: regenerando Portugal mas em bases mais sólidas, aprendendo com os erros cometidos.
Apelo aos portugueses para que se unem e actuem noutro projecto, para um Portugal melhor.
Apelo aos jovens, nomeadamente os que se ausentaram, e a todos, lá como aqui, para que continuem a acreditar em Portugal.
Para essa nova etapa da História, aqui declaro que eu e a minha família estamos disponíveis e dispostos a servir Portugal nos cargos para que os portugueses nos desejarem.
Viva Portugal !
Fotos da Real Associação de Lisboa

domingo, 10 de junho de 2012

SS.AA.RR. D. Duarte e D. Isabel de Bragança passeiam com D. Dinis em Lisboa

Para ler aqui
Quando o calor aperta nada melhor do que comer um gelado para refrescar e assim fizeram os duques de Bragança, que não resistiram em entrar numa conhecida gelataria no Chiado, em Lisboa, acompanhados pelo filho mais novo, D. Dinis de Santa Maria, de 12 anos, infante de Portugal e 4.º duque do Porto.