Mudar o regime Servir Portugal

Manuel Beninger

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terça-feira, 15 de outubro de 2013

História da Música em Portugal

19 de Outubro | 16h | FNAC Braga
20 de Outubro | 16h | FNAC GuimarãeShopping

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Tomada de Posse do Académico José Hermano Saraiva

Cerimónia solene de tomada de posse do Professor José Hermano Saraiva enquanto académico da ALA - Academia de Letras e Artes.
Maio 2010
“Endereço os meus sentidos pêsames à Ilustre Família do novel Académico e Erudito, incontornável Vulto da Cultura Nacional, e solidarizo-me com a dor de todos os Ilmos. Confrades..... Paz à sua Alma!

terça-feira, 6 de março de 2012

O Tratado das Alcáçovas foi ratificado há 532 anos

O Tratado das Alcáçovas, também denominado como Tratado das Alcáçovas-Toledo, foi um diploma assinado entre Afonso V de Portugal e os Reis Católicos, no desenvolvimento da Guerra da Beltraneja. Foi inicialmente assinado na vila portuguesa de Alcáçovas, no Alentejo, a 4 de setembro de 1479, colocando fim à Guerra de sucessão de Castela (1479-1480) e posteriormente ratificado na cidade castelhana de Toledo, a 6 de março de 1480.
Portugal, na qualidade de principal Estado monárquico empenhado no reconhecimento de direitos sobre as ilhas atlânticas e a costa africana durante a década de 1470, ao seu final viu-se enfrentado uma série de conflitos com o reino vizinho. Uma vez concluída, na península Ibérica, uma guerra favorável a Castela, os representantes de ambos os Estados firmaram um acordo de paz.
Além de formalizar o fim das hostilidades (pelo qual Joana, a Beltraneja, e seu tio e marido Afonso V de Portugal, desistiam para sempre das suas pretensões ao trono de Castela), o Tratado continha outras cláusulas concernentes à política de projeção externa de ambos os países, num momento em que os dois reinos competiam pelo domínio do Oceano Atlântico e das terras até então descobertas na costa africana.
Por essas cláusulas, Portugal obtinha o reconhecimento do seu domínio sobre a ilha da Madeira, o Arquipélago dos Açores, o de Cabo Verde e a costa da Guiné, enquanto que Castela recebia as ilhas Canárias (exploradas por Diego Garcia de Herrera em 1476), renunciando a navegar ao Sul do cabo Bojador, ou seja, do Paralelo 27 no qual se encontravam as próprias ilhas. Regulamentava também as áreas de influência e de expansão de ambas as coroas pelo Reino Oatácida de Fez, no Norte de África.
O Tratado foi o primeiro do género, que regulamentava a posse de terras ainda não descobertas. Refletia os anseios de Portugal, interessado em garantir direitos sobre a costa da Mina e o Golfo da Guiné, e no prosseguimento da sua exploração da costa africana, na premissa de que por aquela via se conseguiria a esperada passagem para as Índias.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Há seis séculos a Dinastia de Avis era reconhecida por Castela

A 31 de outubro de 1411 foi assinado em Ayllon um tratado de paz entre os reinos de Castela e de Portugal, que também incluía a França e Aragão. Este tratado foi ratificado pelos dois reis. Contudo, quando D. João II de Castela atingiu a maioridade, foi feita uma nova ratificação do tratado, a 30 de abril de 1423, onde estiveram presentes os embaixadores portugueses D. Fernando de Castro e o doutor Fernando Afonso. Era ainda o reflexo dos problemas vividos entre as duas mais importantes coroas ibéricas durante a crise de 1383-1385.

Estas tréguas eram extremamente importantes para Portugal, pois permitiam a manutenção da praça de Ceuta. Mas a paz definitiva só foi alcançada pelo Tratado de Medina del Campo, assinado a 30 de outubro de 1431. D. João I, o monarca português, enviou a Castela, como seus embaixadores, Pedro e Luís Gonçalves Malafaia, assistidos pelo doutor Rui Fernandes e pelo secretário Rui Galvão.

Antes desta data, o período de paz conseguido pelas citadas tréguas entre os dois reinos permitiu retomar o povoamento das zonas raianas e fixar as populações. Permitiu igualmente, como nos diz Gomes Eanes de Zurara, implementar o comércio nas áreas fronteiriças, com a retoma das seculares relações de vizinhança entre as povoações dos dois lados.
A situação de conflito latente com Castela, mantida até 1411, fez endividar o país com as despesas inerentes à guerra. Contudo, a fase vivida entre esta data e a assinatura definitiva do tratado de paz afastou por completo a ameaça de uma invasão castelhana, embora não tivesse desvanecido um permanente clima de tensão entre estes dois reinos.

Durante todo o reinado de D. João I, o país viveu sob esta ameaça latente e num clima de suspeição relativamente a Castela, embora Portugal tenha encontrado uma boa alternativa ao voltar-se para Marrocos e para o Atlântico, enquanto o rei de Espanha se ocupava da conquista de Granada, o último reduto muçulmano na Península.

Fonte: Infopédia

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

PONTE DE LIMA RECEBE CONGRESSO INTERNACIONAL PARA DEBATER A SUA HISTÓRIA

“Dos tempos medievais à contemporaneidade: Ponte de Lima no espaço e no tempo” é o tema do Congresso Internacional que vai ter lugar em Ponte de Lima nos próximos dias 18 e 19 de Novembro, no Teatro Diogo Bernardes. A organização é do Centro de Investigação Transdisciplinar Cultura, Espaço e Memória (CITCEM) e conta com o apoio da Câmara Municipal de Ponte de Lima, devendo reunir especialistas nacionais e estrangeiros que irão debater aspectos relacionados com a sua História.

De acordo com os seus promotores, pretende-se com esta iniciativa “realizar um balanço das mais recentes investigações sobre uma vila e um concelho tão ricos em história, perspectivar novos enfoques de análise e despertar o interesse dos seus habitantes e, em particular, de professores, investigadores e alunos de todos os níveis de ensino, pela história local”.