Mudar o regime Servir Portugal

Manuel Beninger

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terça-feira, 18 de setembro de 2012

MISÉRIA. É ESTE PORTUGAL QUE QUEREMOS?

4:09 da madrugada. Algum barulho na rua, estranho ao sossego da hora.
Um casal, na casa dos 60 anos, ela com bastante dificuldade para andar, auxiliada por uma bengala e ele de camisa de fora e boné na cabeça, baldeavam o caixote do lixo à procura de tudo o que pudesse ser aproveitado, desde roupa, restos de comida.
A que ponto o nosso país está a chegar.
TENHAM VERGONHA, OH POLÍTCOS AÍ DO ROSSIO. DISCUTAM À PORTA FECHADA E NÃO DEEM CIRCO A QUEM TEM FOME.

domingo, 16 de setembro de 2012

NÃO ADMIRA QUE O PAÍS ESTEJA COMO ESTÁ...

JUSTIÇA
QUEM COLOCOU O PAÍS NESTA SITUAÇÃO TEM NOME E TEM CARA!

Berta Cabral contra austeridade de Passos


A presidente do PSD/Açores, Berta Cabral, manifestou-se contra as medidas anunciadas pelo primeiro-ministro e líder nacional do partido, Pedro Passos Coelho, salientando ter apresentado medidas para “anular e amenizar os efeitos negativos da austeridade”.
Uma dessas medidas, que pretende concretizar se assumir a presidência do executivo regional, é um “subsídio de insularidade” para os trabalhadores do setor privado, “no valor de cinco por cento do seu vencimento, até ao limite de 2.000 euros, a suportar pelas entidades patronais em função dos sete por cento que vão deixar de pagar para a Segurança Social”.
“Se os empresários deixam de pagar sete por cento para a Segurança Social, pegam nestes sete por cento e dão cinco por cento aos trabalhadores, através desse subsídio de insularidade, e ficam com dois por cento para fazer face a alguns agravamentos e dificuldades”, afirmou Berta Cabral, em entrevista à Lusa.
Para a líder regional social-democrata, “já que a redução da Taxa Social Única (TSU) não serve para criar emprego, na boca dos próprios empresários, então os empresários devolvem através de um subsídio de insularidade cinco por cento aos trabalhadores e ficam com dois por cento para si”.
A líder regional do PSD e candidata do partido à presidência do Governo Regional nas eleições de 14 de outubro frisou que Pedro Passos Coelho “está sempre convidado” para se deslocar aos Açores, “porque é o presidente do PSD e o primeiro-ministro de Portugal”, assegurando não recear que as medidas de austeridade a prejudiquem em termos de resultados eleitorais.
“Os açorianos são inteligentes. Sabem que eu não sou Passos Coelho e sabem que os Açores não são o resto de Portugal continental”, afirmou, acrescentando que as medidas de poupança que apresentou para minimizar nos Açores o impacto da austeridade “são para cumprir, por estarem no âmbito das competências regionais e exercício da autonomia”.
Na entrevista à Lusa, Berta Cabral reafirmou que o modelo de desenvolvimento proposto pelo PSD/Açores passa pela criação de uma “região económica”, que pretende “criar oportunidades nas nove ilhas”, apesar de, pela primeira vez, o partido não apresentar listas próprias no Corvo, a mais pequena ilha do arquipélago, onde apoia a candidatura do PPM.
“É uma questão estratégica, proposta pela própria comissão política de ilha”, referiu, assegurando que o acordo assinado entre os dois partidos prevê apenas compromissos parlamentares para aprovação do plano e orçamento e de documentos estratégicos propostos por um futuro governo que o PSD venha a formar.

Está na hora da Monarquia em Portugal assumir o Poder


Dom Duarte Pio de Bragança todos nós estamos à espera que vossa excelência faça algum comunicado ao País, fale aos Portugueses.
Dê a sua opinião, mostre a todos os Portugueses que existe uma alternativa para Portugal. Explique a todos aqueles que se recusam a ver que esta República está AGONIZANTE, MORIBUNDA, MORTA!!!
O povo está triste, já não há alegria, nem sonho, apenas a resignação.
Não há ambição.
Não há políticos que ambicionem nada para Portugal e apenas para seu benefício pessoal.
Não há referências de patriotismo, de amor e de dignidade.
A Republica é permissiva à dissolvência de uma Nação, País, território e povo…
Com nove séculos de uma tão gloriosa História.
Pedintes numa Europa que não se afirma, nem o pode fazer, por ausência de identidade
Prisioneiros de um projecto adiado
Nem sequer olhamos para as nossas potencialidades.
Dependentes de empréstimos financeiros para alimentar a ilusão de um nível de vida, que não podemos ter, mas que ninguém tem coragem de reconhecer.
Caminhamos para um abismo, para uma dependência, que ninguém sabe as consequências, mas que todos já prevêem.
Republica falida, sem capacidade de regeneração.
O futuro não será voltar ao passado… mas só poderemos ter um futuro risonho e melhor, se do passado voltarmos a ter orgulho.
Se voltarmos a ter auto estima, motivação e alma.
Tanto que podemos ainda dar ao mundo, se acreditarmos que temos esse desígnio como povo.
Se voltarmos a ter projectos… olhar novamente para o nosso território, o nosso mar, a nossa cultura, os nossos irmãos espalhados por todo o mundo.
Se voltarmos a ter liberdade, exigência, arrojo e dignidade.
E se a isso nos motivarem.
Nunca conseguiremos ressuscitar, se não tivermos a referência unificadora do nosso orgulho, que estimule a nossa auto estima.
Portugal precisa de voltar a ser… UM POVO COM ALMA!

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

ECOS DA SEXTA FEIRA NEGRA (III)

Até já a Manuela Ferreira Leite "ataca" este Governo!

Manuela Ferreira Leite arrasou as novas medidas de austeridade e desafiou os deputados a travarem-nas no Parlamento.

A entrevista na TVI24 aqui

O "TALIBAN"

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Críticas a Passos Coelho sobem dentro do PSD


Avolumam-se as críticas ao anúncio de Pedro Passos Coelho, até dentro do PSD.
Alexandre Relvas acusa o executivo de estar a fazer "experimentalismo social" com os portugueses.
Marcelo Rebelo de Sousa já tinha dito que o primeiro-ministro não mediu as consequências do que anunciou e Alberto João Jardim até pede a intervenção do Presidente da República.
Mira Amaral, antigo governante social-democrata defende outras medidas e está chocado com a situação dos pensionistas.Não pode ser só aumento de impostos e corte de vencimentos
“Lamento que um governo que apoiei ainda não tenha começado a fazer aquilo que eu estava à espera que fizesse que era o corte da despesa pública e, ao mesmo tempo, preocupar-se com a competitividade e o crescimento económico. Isto não pode ser só aumento de impostos e corte de vencimento aos funcionários e de pensões”.

OS ENSINAMENTOS

As quatro folhas A4 em que constam as normas para responder às perguntas, sobretudo da imprensa, sobre as medidas de austeridade anunciadas.
Leia o documento na íntegra.

ISTO É ASSUSTADOR!

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Demasiada austeridade conduziu ao nazismo

«A concentração exclusiva na austeridade [nos anos 1920 e 1930] conduziu a um desemprego em massa, a um colapso dos sistemas democráticos e, no final, à catástrofe do nazismo». As palavras são do governador do Banco Central Austríaco, que se mostrou contra as políticas de austeridade consideradas drásticas.
Ewald Nowotny fez um paralelismo entre a Alemanha dos anos 1930 e a chegada do nazismo, com as medidas de austeridade que têm sido aplicadas em vários países europeus.
As palavras do governador do banco, que também é membro do conselho de governadores do Banco Central Europeu (BCE), foram citadas pela agência Dow Jones.
A política alemã «arrisca-se a repetir precisamente a crise de meados do século XX que a integração europeia se destinava a evitar».
«Consideramos extraordinário que seja a Alemanha, entre todos os países, que não tenha aprendido com a História».
Para Nowotny, que falava em Viena, «há sempre uma alternativa» à austeridade.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

ESTAMOS TRAMADOS E MAL PAGOS COM A TROPA QUE NOS TEM GOVERNADO!


Economia

OCDE prevê novas medidas de austeridade para Portugal


Portugal vai ter que adotar novas medidas de austeridade para cumprir as metas orçamentais previstas. A previsão é feita hoje pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) no seu relatório sobre previsões económicas.

A OCDE vai mesmo mais longe e adianta que o Governo português vai ter que implementar medidas de consolidação orçamental para lá das previstas no programa" da troika.