Mudar o regime Servir Portugal

Manuel Beninger

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quinta-feira, 21 de junho de 2012

Demasiada austeridade conduziu ao nazismo

«A concentração exclusiva na austeridade [nos anos 1920 e 1930] conduziu a um desemprego em massa, a um colapso dos sistemas democráticos e, no final, à catástrofe do nazismo». As palavras são do governador do Banco Central Austríaco, que se mostrou contra as políticas de austeridade consideradas drásticas.
Ewald Nowotny fez um paralelismo entre a Alemanha dos anos 1930 e a chegada do nazismo, com as medidas de austeridade que têm sido aplicadas em vários países europeus.
As palavras do governador do banco, que também é membro do conselho de governadores do Banco Central Europeu (BCE), foram citadas pela agência Dow Jones.
A política alemã «arrisca-se a repetir precisamente a crise de meados do século XX que a integração europeia se destinava a evitar».
«Consideramos extraordinário que seja a Alemanha, entre todos os países, que não tenha aprendido com a História».
Para Nowotny, que falava em Viena, «há sempre uma alternativa» à austeridade.

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Poupar não só no presidente da república mas também na república.

O movimento monárquico austríaco SGA, partido que concorreu às últimas eleições legislativas, ficou em estado de alerta ao ouvir a ideia mais recente do presidente da governo regional Erwin Pröll dizer que dever-se-á não eleger mais um presidente da república mas sim nomear para tal cargo, e aplicando um sistema de rotativismo, um deputado da Assembleia da República.
Sondagens sérios demonstram que a república não colhe mais de cinquenta por cento da simpatia dos austríacos.
Numa sondagem realizada em 2008 demonstrou que 42% dos austríacos são da opinião que, desde 1918, falta um Imperador como figura independente e neutral para a chefia de Estado.
A monarquia na Áustria foi extinta em 1918 e foi imposta uma república sem a consulta à população.
Segundo os monárquicos austríacos, a monarquia inglesa tem receitas doze vezes superiores aos seus custos. “Em tempo onde mais pessoas têm de apertar o cinto, devemos poupar sobretudo na república”.

domingo, 22 de janeiro de 2012

4º baile imperial do regimento da tradição

No próximo dia 25 Fevereiro de 2012, na sala histórica de Korneuburg na Áustria, vai realizar-se o 4º baile imperial, com a presença de Erzog Karl v. Habsburg-Lothringen.
O evento cultural conta com a presença da cantora lírica Ulrike Steinsky, Alois Haselbacher e da orquestra de baile do batalhão de guarda.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Schwarz-Gelbe Allianz - Partido monárquico austríaco

"Não, não sou o único a olhar o céu..."

Na Áustria, também existe um Partido Monárquico – SGA Schwarz-Gelbe Allianz

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Movimento monárquico austriaco - SCHWARZ-GELBE ALLIANZ

Monárquicos de Viena e da Boémia manifestaram-se na capital austríaca, no dia implantação da república, pela restauração de uma monarquia parlamentar.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Monarquia em vez de cleptocracia

Porque a Áustria pertence aos seus cidadãos e não aos seus políticos:

Monarquia!

No passado dia 12, o movimento austríaco Schwarz-Gelbe Allianz manifestou-se em Viena, em frente do Palácio de Schönbrunn e na Mariahilferstraße, uma das avenidas mais importantes da capital.

“Palavras de ordem” que se podem ler nos cartazes:

Monarchie statt kleptokratie

Monarquia em vez de cleptocracia


Was hat Österreich groβ gemacht? - Die Monarchie

Was Österreich jetzt braucht? - Die Monarchie

O que fez a Áustria grande? – A monarquia

O que a Áustria precisa agora? – Da monarquia

Fonte: Schwarz-Gelbe Allianz

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Movimento monárquico austríaco “Die Monarchisten - Schwarz-Gelbe Allianz”

Hoje, 12 de Novembro, o movimento monárquico austríaco “Die Monarchisten - Schwarz-Gelbe Allianz” irá realizar uma acção de rua na capital austríaca.

Transmitir as vantagens do regresso da monarquia é o objectivo da acção.

Fonte: Die Monarchisten - Schwarz-Gelbe Allianz

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

A vida do último Imperador da Áustria

O Bem-Aventurado Carlos de Áustria.

O Beato Carlos e sua esposa, a Serva de Deus Zita, ajoelhados durante a Santa Missa.

O Beato Carlos e a Serva de Deus Zita no dia do seu casamento.

Relíquias do Beato Carlos d' Áustria

Beato Carlos de Áustria, Leigo e Imperador (1887-1922)

Carlos de Áustria nasceu a 17 de Agosto no Castelo de Persenbeug na região da Áustria Inferior. Os seus pais eram o Arquiduque Otto e a Princesa Maria Josefina de Saxônia, filha do último Rei de Saxônia. O Imperador Francisco José I era o tio-avô de Carlos.

Carlos recebeu uma educação expressamente católica e até ao fim da adolescência é acompanhado com a oração de um grupo de pessoas, uma vez que uma religiosa estigmatizada lhe tinha profetizado grandes sofrimentos e ataques contra ele. Daqui teria origem, depois da morte de Carlos, a «Liga de oração do imperador Carlos para a paz dos povos», que em 1963 se torna numa comunidade de oração reconhecida pela Igreja.

Bem cedo cresceu em Carlos um grande amor pela Santa Eucaristia e pelo Coração de Jesus. Todas as decisões importantes eram procuradas por ele na oração.

A 21 de Outubro de 1911 esposou a Princesa Zita de Borbone-Parma. Nos dez anos de vida matrimonial feliz e exemplar, o casal recebeu o dom de oito filhos. Sobre o leito da morte, Carlos dizia ainda a Zita: «Amo-te sem limites!»

A 28 de Junho de 1914, após o assassínio num atentado do Arquiduque Francisco Fernando, herdeiro do trono, Carlos torna-se herdeiro do trono do Império Austro-Húngaro.

Enquanto alastrava a I Guerra Mundial, com a morte do Imperador Francisco José, a 21 de Novembro de 1916, Carlos torna-se Imperador da Áustria. A 30 de Dezembro é coroado Rei apostólico da Hungria.

Também esta tarefa é vista por Carlos como uma via para seguir Cristo: no amor pelos povos a ele confiados, no empenho pelo seu bem e no dom da sua vida por eles.

O dever mais sagrado de um Rei - o empenho pela paz - foi colocado por Carlos no centro das suas preocupações no decorrer da terrível guerra. Único entre todos os responsáveis políticos, apoiou os esforços para a paz de Bento XV.

No que diz respeito à política interna, mesmo nos tempos extremamente difíceis encetou uma ampla e exemplar legislação social, inspirada no ensinamento social cristão.

O seu comportamento tornou possível no final do conflito, uma transição para uma nova ordem sem guerra civil. Todavia foi banido da sua pátria.

Por desejo do Papa, que temia a implementação do poder comunista na Europa Central, Carlos procurou restabelecer a sua autoridade de governo na Hungria. Mas duas tentativas falharam, uma vez que ele queria em todo o caso evitar que se desencadeasse uma guerra civil.

Carlos é mandado em exílio para a Ilha da Madeira. Uma vez que ele considerava a sua tarefa como um mandato de Deus, não pode abdicar do seu cargo.

Reduzido à pobreza, viveu com a sua família numa casa bastante húmida. Por isso adoeceu gravemente, aceitando a doença como sacrifício pela paz e a unidade dos seus povos.

Carlos suportou o seu sofrimento sem lamentações, perdoando a todos aqueles que tinham magoado e ofendido e morreu no dia 1º de Abril de 1922 com o olhar dirigido ao Santíssimo Sacramento. Como recordou ainda no leito da morte, o lema da sua vida foi: «Todo o meu empenho é sempre, em todas as coisas, conhecer o mais claramente possível e seguir a vontade de Deus, e isto da forma perfeita.»

Fonte: vatican