Mudar o regime Servir Portugal

Manuel Beninger

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terça-feira, 23 de julho de 2013

domingo, 21 de julho de 2013

Philippe e Mathilde: Novos Reis da Bélgica

Philippe e Mathilde da Bélgica saudaram os seus súbditos do balcão do Palácio real depois do filho do rei Alberto ter sido entronizado.
Os novos reis foram os primeiros a saudar a população e deixaram transparecer o momento feliz que estão a viver com muitos sorrisos e acenos. O casal real mostrou ainda a sua grande cumplicidade com o rei Philippe a beijar e acariciar a mulher.
Aos reis juntaram-se logo depois os reis Paola e Alberto, depois os quatro filhos de Philippe e Mathilde, Elisabeth, de 12 anos, Gabriel, de 9, Emmanuel, de 7 e Eleonore, de quatro e, finalmente, a rainha Fabíola.

Vinte anos de reinado de S.M. o Rei Alberto II


Philippe é o novo rei da Bélgica


Após o pai, o rei Alberto II ter assinado a ata de abdicação do trono belga, Philippe fez o juramento e foi entronizado sétimo rei da Bélgica no Parlamento Federal.
A cerimónia foi assistida pela mãe, a rainha Paola, pela mulher, Mathilde e pelos quatro filhos do casal, Elisabeth, de 12 anos, Gabriel, de 9, Emmanuel, de 7 e Eleonore, de quatro.

Vive le royaume de Belgique!


Journée belge!

sábado, 20 de julho de 2013

BEBÉ DO ANO - Economia britânica agradece


A dias de a família se reforçar com o nascimento de um novo membro - o filho de Kate e William -, surgem todos os estudos possíveis e imaginários para atribuir um valor à família real britânica.
Um dos estudos mais conhecidos foi realizado pela Brand Finance e estima o valor de 51,4 mil milhões de euros para a família de Isabel II, equiparando-a ao valor das empresas Tesco e Marks & Spencer -  38,1 mil milhões de euros e 8,5 mil milhões, respetivamente.
No valor de 51,4 mil milhões de euros estão incluídas as avaliações às jóias da coroa e os palácios (20,9 mil milhões de euros) e as receitas diretas provenientes do turismo relacionado com a coroa (30,5 mil milhões de euros).
"A monarquia é um poderoso endorsement para marcas individuais e empresariais e até para os país, enquanto marca. Acreditamos que está a ter um contributo significativo para  para tirar a Grã-Bretanha da recessão", refere a Brand Finance.
"A monarquia é mais do que um regresso histórico aos dias do Império britânico. É um importante impulso para o crescimento económico do Reino Unido", reforça o mesmo estudo.
Neste sentido, destaca os valores tangíveis em que se incluem a coroa (8 mil milhões de euros) e a colecção real (11,5 mil milhões de euros). Neste alínea, destaque ainda para os títulos Duchy of Cornwall, avaliado em 842,3 milhões de euros, e Duchy of Lancaster, que vale 442,5 milhões de euros.

Relativamente a bens intangíveis, o estudo aponta as receitas vindas do turismo na ordem dos 578 milhões de euros todos os anos, podendo chegar aos 18,5 mil milhões de euros.

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Bebé real: mais 300 milhões na economia


A chegada de um bebé à família é, normalmente, acompanhado de um investimento dos novos pais. Há que comprar o berço, roupa, o carrinho, renovar e criar o quarto perfeito para o novo membro da família... É uma verdadeira euforia de compras.
Agora aplique essa euforia ao mais recente membro de uma monarquia europeia e percebe o impacto que o nascimento do bebé de Kate Middleton e do Príncipe William, o terceiro na linha real para o trono, poderá ter na economia de um país.
O Centre for Retail Research fez as contas e calcula que os britânicos irão gastar cerca de 300 milhões de euros em lembranças sobre o bebé real e nas celebrações em torno do nascimento.
Uma parte desse impulso à economia virá do mercado externo, com países como o Canadá e os Estados Unidos a dar um contributo de cerca de 46 milhões de euros à economia britânica com compra de brindes e lembranças em torno do nascimento.
Independentemente do sexo do bebé (segredo guardado a sete chaves pelos pais), o nascimento real "veio na altura certa", comenta Joshua Bamfield, diretor do Centre for Retail, citado pelo The Globe and Mail. Não só chega numa altura fraca para a economia britânica em termos de vendas, diz, como a popularidade de Kate e William irão ajudar a aumentar as vendas nas lojas.
E a família real é a primeira a dar o exemplo. Nas lojas de lembranças do Buckingham Palace e do Palácio de Kensington, onde os futuros pais vão viver, está à venda babygrows a imitar o uniforme da Guarda Real. E o Royal Collection Trust, que faz as gestão das casas da família real, vai lançar um serviço de porcelana comemorativa depois do nascimento do bebé.

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Bebé real vale milhões

O negócio em torno do primeiro filho dos príncipes Kate e William, cujo nascimento pode ser anunciado a qualquer momento, vale mais de 280 milhões de euros.
Tal montante, calculado ao pormenor por especialistas britânicos, resultará da venda de “souvenirs” (64 milhões de euros), livros, DVD´s e edições especiais de jornais e revistas (88 milhões), brinquedos (28 milhões), comida para festas (29 milhões) e muita bebida, incluindo o tradicional champanhe (72 milhões).
Os comerciantes ingleses rejubilam com esta oportunidade de ouro, que vem dar forte impulso à economia real britânica, um pouco à semelhança do que aconteceu no ano passado, por esta altura, com “o efeito Jogos Olímpicos”.
Os lojistas estão muito gratos à Casa Real, que é considerada o maior contribuinte da “marca” Reino Unido, e não deixam de recordar que o casamento de Kate e William fez disparar as vendas mensais em 6,9 por cento, enquanto o Jubileu de Diamante da rainha Isabel trouxe um acréscimo de 3,5 por cento.
Infelizmente o mesmo não acontece em Portugal. É que cada turista que passa por Lisboa recusa-se a levar uma lembrança com a cara dos netos de Cavaco ou, muito menos, a triste silhueta deste presidente.

terça-feira, 28 de maio de 2013

Sérvia: Família real sepultada em terra pátria


Dirigentes sérvios, simpatizantes da monarquia e representantes de casas reais europeias participaram no enterro do rei Pedro II e de outros membros da família real falecidos no exílio.
Envolvidos em bandeiras reais sérvias e escoltados por soldados de elite, os caixões foram depositados na capela real de Oplenac, na cidade de Topola.

sexta-feira, 10 de maio de 2013

O papel das monarquias europeias


A monarquia britânica é das mais representativas do mundo, e o papel é esse mesmo: ser representativa.
A rainha de Inglaterra é Rainha de 16 Estados independentes e é chefe da Commonwealth. Todas as semanas, o primeiro-ministro reune-se com a soberana, para lhe participar os problems do Reino e para ela dar a sua opinião.
A função principal é reforçar a unidade e a identidade nacional, e nessas duas áreas, Isabel II destaca-se: 70% dos britânicos apoiam a monarquia, que é uma das mais antigas da Europa.
Com dois séculos de história e também muito sólida, a monarquia holandesa, pilar da identidade nacional é apoiada por três quartas partes da população.
Até 2012, a Rainha Beatriz exercia algum poder político, intervindo na formação dos governos de coligação depois das eleições. O novo Rei, Guillerme Alexandre, prefere ter um poder consultivo e também assumiu que passa bem se lhe derem apenas o poder representativo.
Na Bélgica, a monarquia conservou poderes muito amplos. O Rei pode formar governos que se devem submeter à aprovação do Parlamento, recebe o primeiro-ministro uma vez por semana, e chama os ministros e os líderes da oposição para consultas políticas.
Pode dar a sua opinião e sancionar ou promulgar as leis federais. Também aqui a monarquia cimenta a união no do país, já que o monarca é o rei dos belgas e não de Bélgica.
Reinstaurada na reta final da ditadura de Franco, em Espanha, a monarquia é parlamentar e os monarcas são o símbolo da unidade e da continuidade do Estado. Juan Carlos I desempenhou o papel de rei constitucional, demonstrando que democracia e monarquia não são incompatíveis. Mas nos últimos tempos a popularidade do Rei baixou para 36%, nível jamais visto. Os escândalos que atingem à família real tiveram tudo a ver com a perde do antigo charme da monarquia espanhola.
O que é, é precisamente, a principal fragilidade das monarquias modernas: não têm direito ao erro sobre a sua integridade, porque a opinião pública pode lhes retirar rapidamente o apoio se não cumprirem as responsabilidades, é essencialmente, representativas.

segunda-feira, 11 de março de 2013

Lilian, a princesa secreta da Suécia, morreu


Lilian Davies de seu nome de solteira, tinha 97 anos.
Nasceu britânica e o seu romance e casamento com um príncipe sueco manteve-se secreto durante 33 anos, até se transformar na história de amor favorita do reino do Norte da Europa.
Lilian, casada com o príncipe Bertil, morreu este domingo em Estocolmo, aos 97 anos. Bertil morrera em 1997; era tio do actual rei Carlos Gustavo.
O casal conheceu-se em Londres, durante a II Guerra Mundial, mas a relação foi mantida em segredo para evitar uma crise constitucional e preservar a monarquia – estava fresca na memória das casas reais o escândalo, e o abalo institucional, provocado pela abdicação do rei britânico Eduardo VIII, que se apaixonou por uma plebeia americana e divorciada.
O irmão mais velho de Bertil, o príncipe Gustavo Adolfo, morreu num acidente de avião, em 1947. O irmão seguinte, Sigvard, perdeu o direito à sucessão precisamente por ter casado com uma plebeia. Pelo que Bertil manteve o casamento em segredo para poder ser o regente até à maioridade do sobrinho, Carlos Gustavo, filho de Gustavo Adolfo, em 1973. 
Só quando o jovem rei casou, em 1976 – também com uma plebeia estrangeira; a rainha Silvia tinha pai alemão e mãe brasileira – Bertil e Lilian puderam assumir que eram um casal e aparecer juntos em público, em cerimónias oficiais e em actos privados. 
Eram outros tempos, com outros preconceitos e outras circunstâncias a poder ocasionar crises. A actual princesa herdeira da Suécia, Victoria, casou com o seu antigo personal trainer e a sua irmã Madalena tem casamento marcado para o Verão com um corretor da bolsa de Nova Iorque, e o irmão, Carlos Filipe, namora com uma modelo e actriz.
A casa real sueca emitiu um comunicado explicando que a princesa morreu de forma pacífica – dormia – na sua casa em Estocolmo.

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Princesa Estelle da Suécia completa um ano


A princesa Estelle Silvia Eva Mary da Suécia, duquesa de Östergötland e segunda na linha de sucessão ao trono, celebra hoje, 23 de fevereiro, o seu primeiro aniversário. Para assinalar a data e partilhar este momento especial, os príncipes Victoria e Daniel decidiram divulgar novas fotografias oficiais da filha no site da Casa Real.

+ INFO:

A futura rainha apresentou-se aos suecos


terça-feira, 25 de dezembro de 2012

A monarquia europeia, um modelo invejável?


B
A monarquia está atualmente presente em uma dúzia de países europeus, mas até que ponto é que o papel dos reis e das rainhas é relevante? Será justificável decapitar estas instituições?
Stéphane Bern, jornalista perito em assuntos da monarquia, responde a esta e outras perguntas, colocadas pelos telespectadores.
Owen Brown, Bélgica: Gostava de saber para que serve um rei?
Stéphane Bern: “Pode até parecer decorativo, mas um rei é como uma pedra angular. Rebentamos a pedra e toda a estrutura entra em colapso. De certa forma, é o cimento de uma nação, é um embaixador, um símbolo nacional que promove a união. É como se existisse um árbitro. O árbitro não pode ser o capitão de uma das duas equipas. Julgo que os adeptos de futebol compreendem bem a metáfora.”
Alex Taylor, Euronews: Mas há nações que passam bem sem reis, como o seu país Stéphane.
Stéphane Bern: “Se se passasse bem não teríamos no centro do nosso debate a questão da identidade. A nível partidário pode haver uma cisão ao mais alto nível do Estado. Penso que é preciso diferenciar as coisas. Há o simbolismo de uma nação e de um Estado e ao mesmo tempo a vida de um Governo e alternância. Percebemo-lo em Espanha, na Grã-Bretanha, Bélgica, funciona bastante bem. O objetivo é manter a unidade nacional e preservar a identidade no exterior. Vemos, por exemplo, que os reis se converteram em embaixadores, caixeiros-viajantes, principalmente em período de crise. Fazem as malas e partem a vender o produto nacional no mundo. Abrem as portas ao comércio, porque se converteram de certa forma em caixeiros-viajantes de luxo.”
Antoine, Lyon, França: Consegue explicar porque é que as pessoas que vivem em países sem monarquia se sentem fascinadas pelas nações que a conservam?
Alex Taylor, Euronews: É verdade que em vários países, a França incluída, as pessoas se sentem fascinadas com o que passa, por exemplo, no Reino Unido. Porquê?
Stéphane Bern: “Há duas razões. Por um lado julgo que há uma espécie de complexo, um fenómeno de culpabilização, secreto sem dúvida, pela decapitação do nosso rei. Ao mesmo tempo surge o fascínio.”
Alex Taylor, Euronews: Ainda?
Stéphane Bern: “Não tenho sentimentos de culpa, mas consigo entender. E por isso pedimos ao nosso chefe de Estado que esteja à altura da rainha de Inglaterra ou de David Cameron, o primeiro-ministro. É muito complicado. Existe uma esquizofrenia permanente, mas é verdade o que dizia o general De Gaulle, que ‘os franceses têm o gosto dos príncipes, mas procuram-no sempre no estrangeiro’. Ao mesmo tempo, os países que têm uma monarquia são sempre um pouco criticados porque existe uma visão de notário, principalmente em contexto de crise, existe uma visão de contabilista ao estilo de ‘Quanto custa uma monarquia?’ É preciso dizer que custa três vezes menos do que uma República porque não há eleições presidenciais e poderia ser cinco vezes mais, porque existe o turismo e todos os contratos comerciais de que falei, que se firmam graças à presença de um monarca que garante uma larga duração destes contratos.”
Inma, Espanha: Porque é que os países com um rei e uma rainha são geralmente demasiado “pró-monárquicos”. As críticas na imprensa parecem ser pouco toleradas. Há uma censura?
Stéphane Bern: “Pelo contrário, não há qualquer censura. Assistimos, por exemplo, em Espanha, onde os catalães queimaram por vezes efígies reais e a crítica continua a existir. Também o percebemos no episódio da caça que envolveu o rei de Espanha. O rei foi obrigado – o que nunca acontece – um chefe de Estado ir à televisão pedir desculpa ao povo espanhol por uma falta de gosto, uma falta política. Mas ele também fez coisas formidáveis durante o reinado e foi pedir desculpa por uma coisa que o culpavam. Não só julgo que a crítica é muito fácil, como não se dúvida em fazê-lo porque não se pode entrar no jogo da resposta. Os reis e as rainhas da Europa não respondem e eu defendo-os porque penso que é demasiado fácil atacá-los constantemente, a um poder que é simbólico. Não é um poder político, é um poder simbólico, um poder moral. É preciso um poder simbólico que garanta o respeito de todos os cidadãos. Vou colocar uma questão. Porque é que as monarquias europeias continuam a ser uma ponta de lança da modernidade? Se nos debruçarmos sobre as monarquias escandinava ou britânica constatamos que continuam à frente de países como a França na evolução dos costumes, sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo, numa série de questões sociais. Todas as monarquias estão à frente das repúblicas. Curioso, não?”
Wes, Reino Unido: Vi recentemente nas notícias que as famílias reais espanhola e sueca tiveram ambas problemas com a lei. Gostaria de saber se isso terá impacto no apoio público?
Alex Taylor, Euronews: As travessuras de Karl Gustav na Suécia, o genro do rei de Espanha apanhado num caso de desvio de fundos, são escândalos não muito favoráveis à monarquia em geral, para a imagem de marca.
Stéphane Bern: “Evidentemente podemos questionar-nos sobre os escândalos que afetam ou não as diferentes monarquias. Desde que o soberano faça convenientemente o seu trabalho, julgo que não o criticaremos. É verdade que uma monarquia é antes de mais uma família que reina, por isso pode criticá-lo pelo comportamento do genro, mas repare, em Espanha cortam-se os ramos quando estão mortos. Por exemplo, o rei cortou relações com o genro com comportamentos impróprios, apesar do caso ainda não ter chegado a tribunal. Veremos o que acontece. Quanto à vida privada do rei da Suécia não afeta em nada a posição que ocupa enquanto soberano do país.”
Alex Taylor, Euronews: Mas não é muito bom para a imagem do rei como símbolo, como imagem de marca de um país.
Stéphane Bern: “Efetivamente, como símbolo e imagem de marca do país, podemos criticá-lo por várias coisas, mas algumas têm três décadas. Julgo que entretanto amadureceu, deixou o passado de mulherengo e de príncipe insubordinado acabando por cumprir uma verdadeira missão. A monarquia sueca é muito popular, basta ver a multidão que se juntou para o casamento da princesa Vitória. Eu próprio estive lá e posso assegurar que os suecos apoiam a coroa. Julgo que não há crise de regime, de identidade que ameace a família real. Pode até haver crises significativas em Espanha, com o movimento independentista catalão. Depois existe a Bélgica com o rei que é o cimento da nação e depois, talvez, a rainha de Inglaterra. Conseguirá garantir que a Escócia continua a ser parte do Reino Unido? São estas as questões que importam, parece-me, não as de saber se o rei teve relações extraconjugais há 30 anos.”
Marin, Bélgica: Gostaria de saber o que levou o Stéphane Bern a interessar-se tanto pela monarquia?
Alex Taylor, Euronews: Gostava de ter sido rei?
Stéphane Bern: “De todo. Não tenho qualquer fantasma nobiliárquico, nem real, nem principesco. Simplesmente a minha família é de origem luxemburguesa e a monarquia do Luxemburgo defendeu a independência e a identidade do Luxemburgo.Foi importante porque a minha família teve de abandonar o território durante a guerra quando os nazis invadiram a região em 1940. A Grã-duquesa Charlotte defendeu verdadeiramente a causa. Incarnou a resistência ao inimigo nazi e isto é algo que não podemos esquecer quando vivemos dramas. Eu fui criado com este espírito. No espírito que a nossa família grão-ducal defendeu a nossa identidade, a nossa soberania e independência cobiçada pelos vizinhos poderosos. Se continuamos a existir como nação, isso deve-se em grande parte à nossa família grão-ducal. Foi assim que caí neste caldeirão. Descobri certa vez que também sou francês. Tentei ver os méritos e mergulhei na história. Quando o fazemos aprendemos sobre as nossas origens e talvez a perceber em que direção caminhamos.”

domingo, 28 de outubro de 2012

SS.AA.RR. os Senhores Duques de Bragança, em Roma, no evento promovido pela Real Ordem de Santa Isabel

Em 27 de outubro, a Duquesa de Bragança conferiu a ordem de Santa Isabel a várias senhoras reais, em reconhecimento ao seu trabalho filantrópico.
Homenageados foram a Grã-duquesa Maria Teresa de Luxemburgo, a Princesa Herdeira Margarita da Romênia, a Princesa Margaretha de Liechtenstein, Princesa Christine de Orleans e Bragança (nascida Princesa de Ligne, esposa do Príncipe Antonio de Orleans e Bragança) e Princesa Eleanora de Ligne (nascida Princesa de Orleans e Bragança e Wittelsbach, esposa de Michel, 14.º Príncipe de Ligne).
A cerimónia foi realizada na Catedral Católica portuguesa de Roma, Itália, seguido por um almoço oferecido na Embaixada de Portugal. Também estiveram presentes para a ocasião foram o Grão-Duque Henri do Luxemburgo, Príncipe Jean de França, Nicholas Príncipe do Liechtenstein, bem como outros membros de casas reais e nobres da Europa.
Mesmo depois de Portugal impor uma República, a ordem continuou a ser em usada por membros da família real no exílio. Em 1986, o Duque de Bragança restabeleceu a ordem de Santa Isabel como uma honorária ordem dinástica da família real portuguesa. O atual grande Senhora da ordem é Dona Isabel, Duquesa de Bragança. A Duquesa de Bragança conferiu a ordem com representantes das famílias reais e nobres estrangeiras para seu trabalho de caridade, especialmente para apoiar organizações portuguesas.
Nas fotos: o Grão-Duque e a Grã-Duquesa do Luxemburgo, o príncipe e a princesa Nikolaus von und zu Liechtenstein, o príncipe Jean de France, duque de Vendôme, o príncipe Antônio de Orléans e Bragança e sua esposa, o príncipe ea princesa de Ligne, Princesa Margareta da Roménia e Radu.
Tomaram parte das cerimónias Sua Altezas Reais do Grão-Duque do Luxemburgo, Príncipe Jean de França, o príncipe e a princesa Margarita Nicholas do Liechtenstein e outros membros de famílias reais da Europa.
Princesa Margarita da Roménia
Fontes:
Romania, Altfel, Joana Dias Pereira / Netcafé Monarquia Moderna, Theroyalforums

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

FOTOS: SS.AA.RR., os Duques de Bragança, no casamento Real do Luxemburgo

SS.AA.RR. os Duques de Bragança, à chegada ao Palácio Grão-ducal de Luxemburgo, para a recepção que teve lugar após a cerimónia religiosa que uniu matrimonialmente SS.AA.RR. os Príncipes Guillaume e Stéphanie.
SS.AA.RR. os Duques de Bragança, hoje à noite, à chegada ao Palácio Grão-Ducal do Luxemburgo, onde decorre um jantar de gala comemorativo do casamento civil de S.A.R. o Príncipe Guillaume do Luxemburgo com a Condessa Stéphanie de Lannoy.
Fonte: Joana Dias Pereira/Netcafé Monarquia Moderna
Pormenor da sala onde decorreu o jantar de gala oferecido ontem por SS.AA.RR. os Grãos-duques do Luxemburgo, por ocasião do casamento civil de S.A.R. o Príncipe Guillaume do Luxemburgo com a Condessa Stéphanie de Lannoy. 
S.A.R. a Duquesa de Bragança na mesa do canto inferior esquerdo.
S.A.R. o Duque de Bragança na mesa do canto esquerdo.
S.A.R. o Duque de Bragança com o Presidente da Comissão Europeia, Dr. Durão Barroso, na Catedral do Luxemburgo, onde decorrerá dentro de instantes o casamento de S.A.R. o Príncipe Guillaume do Luxemburgo com a Condessa Stéphanie de Lannoy.
S.A.R. a Duquesa de Bragança durante a leitura que teve lugar, há momentos, na cerimónia religiosa que uniu pelo matrimónio SS.AA.RR. os Príncipes Guillaume e Stéphanie de Lannoy.
SS.AA.RR. os Duques de Bragança durante o casamento de SS.AA.RR. os Príncipes Guillaume e Stéphanie de Luxemburgo, hoje, na Catedral de Notre-dame (v. 6.ª fila da direita, 1.º e 2.º lugares).
SS.AA.RR. os Duques de Bragança com o príncipe herdeiro da Grécia Paul e princesa Marie Chantal.