Mudar o regime Servir Portugal

Manuel Beninger

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quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Jantar de Reis foi um sucesso: Revista SIM

Braga recebeu, mais uma vez, o Jantar de Reis, que contou com a presença de Dom Duarte, Duque de Bragança, do cantor José Cid, entre muitas personalidades. A iniciativa teve como objectivo exaltar os produtos portugueses, nomeadamente produtos tradicionais do Minho. O jantar teve lugar no Sameiro Eventos.
A 4ª edição do Jantar de Reis teve, também, um objectivo solidário, já que a receita reverteu a favor da Associação Famílias. Manuel Beninger, presidente da comissão organizadora, congratulou-se com a presença de 600 pessoas no jantar, um número que tem vindo a aumentar ano após ano. “Não é só o número de convidados, mas também de confrarias, de empresas e personalidades que se associam ao evento. Só temos a agradecer a todos, já que esta causa é solidária”, defendeu. O monárquico defende a necessidade de defesa do produto nacional, principalmente numa altura de crise. “Só fazer publicidade não chega, é necessário criar mecanismos de defesa da agricultura e escoamento dos produtos. As confrarias têm defendido esta causa e agradeço que várias delas tenham abraçado este projecto, mais uma vez”, afirmou Manuel Beninger.
A questão política república/monarquia ficou à porta, já que esse não era o objectivo do evento. “Hoje não queremos discutir os benefícios da monarquia em relação à república, mas, acima de tudo, o que podemos fazer para melhorar a situação difícil do país e da produção nacional. Apesar disso, não podemos esquecer que esta organização é da responsabilidade de monárquicos. Não temos vergonha de o assumir”, defende.
(Revista SIM, Fevereiro de 2013)

A Banda do Galo do Centro Católico Operário de Barcelos
Sílvia Oliveira e Engº Carlos Neves, vice-presidente da CCDR-N
Manuel Beninger com a Confraria Gastronómica do Abade
SAR Dom Duarte de Bragança com Dinis Ribeiro e Agostinho Peixoto
A Confraria Gastronómica do Abade ofereceu a SAR Dom Duarte de Bragança uma obra do escultor vimaranense Dinis Ribeiro
SAR Dom Duarte de Bragança com a Confraria do Cão Serra da Estrela
A empresa Minho Fumeiro
Júlio Domingues e Olga Vieira do Solar do Louredo
Alexandra Osório e os alunos do Curso Profissional Técnico de Turismoda escola profissional Profitecla
O popular monárquico Dr. Fernando Sá Menezes (ao centro) e Eng.º Abílio Vilaça (esq.), à conversa com Dr. Agostinho Peixoto
João Granja, presidente da Comissão Política Concelhia do PSD de Braga (esq.)
Dr. Ricardo Rio, vereador na Câmara Municipal de Braga, Cónego Doutor José Paulo de Abreu e Dr. Luís Rufo
Dr. Luís Guilherme, tesoureiro da Real Associação de Braga, Dr. Francisco Alvim, antigo presidente da Cruz Vermelha Portuguesa, delegação de Braga e Dr. Luís Damásio, presidente da Real Associação de Braga
Dr. Gonçalo Pimenta de Castro e Dr. Manuel Rocha (dir.), vereador da Câmara Municipal de Braga
Orfeão de Braga, uma instituição bracarense com os seus oitenta e nove anos de existência
José Cid e Gabriela Carrascalão
SAR Dom Duarte de Bragança com Quinteto AGITATTO
José Cid e José Perdigão
José Perdigão com Joana Castro e Sílvia Oliveira

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

"A história da monarquia é brilhante"



JOSÉ CID INCENTIVA DOM DUARTE A FORMAR GOVERNO DE SALVAÇÃO
A quarta edição do Jantar de Reis de Braga juntou Dom Duarte Pio e José Cid. A iniciativa, que visa falar de Portugal e promover os produtos nacionais, serviu de pretexto a uma conversa bem mais séria entre o cantor e o duque de Bragança. “O Dom Duarte é muito inteligente e simpático, mas acho-o um pouco brando. Acho que a história da nossa monarquia é brilhante e disse-lhe que ele devia aparecer com mais duas ou três pessoas pelo País, para um governo de salvação nacional”, disse o cantor, que fechou a festa ao som do tema O Dia Em Que o Rei Fez Anos. O artista teve a companhia da namorada, Gabriela Carrascalão, que veio de Timor passar “uns dias” a Portugal. Até porque, José Cid vai fazer anos no próximo dia 1 de fevereiro.
O Jantar de Reis é já uma tradição na cidade de Braga e assenta numa vontade transversal a muitos atores locais, movimentos e associações monárquicas, bem como as individualidades com relevância política e social na região. O jantar foi também um momento solidário, com a receita a reverter a favor da Associação Famílias. Cada entrada custava 25 euros e estiveram envolvidos no evento cerca de 600 pessoas.

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

A “Banda do Galo” do CCOB - Círculo Católico de Operários de Barcelos

Fundado em 1903, o Círculo Católico de Operários de Barcelos aprovou os seus primeiros estatutos em 12 de Fevereiro de 1904 pelo governador civil de Braga e em 2 de Maio do mesmo ano pelo Arcebispo de Braga.
Somos uma Associação encabeçada pela junção de membros da igreja e homens cultos de Barcelos, cuja a acção é dirigida para os operários em sentido geral e para os mais carenciados da sociedade activa Barcelence.
Disto é testemunho as actas dos primeiros anos do Circulo Católico de Barcelos” … que mais o identificam com o que hoje designamos por Instituição particular de Solidariedade Social: Prestava apoio aos carenciados, subsidiava os desempregados, promovia regularmente conferências sobre temas diversos, tinha em funcionamento uma escola para instrução básica, um grupo de teatro e uma banda musical, e ainda dispunha de um médico para atendimento de sócios doentes”.
Durante muito tempo, o Círculo Católico de Operários de Barcelos viveu sob a iniciativa do Padre Bonifácio Lamela (1879 – 1966), capelão da Confraria de Nossa Senhora do terço, seu fundador, primeiro presidente da direcção, com sucessivas reeleições, e seu principal dinamizador.Círculo Católico de Operários de Barcelos assume-se então como uma “ … organização de Cristãos … que tem por objectivo facultar serviços realmente proveitosos à vivência quotidiana dos seus associados”, constituindo para isso um fundo para garantir “um subsídio aos sócios impossibilitados de trabalhar”.
“Ainda activo o Círculo Católico de Operários de Barcelos é já uma das instituições mais antigas do Concelho e uma das três sobreviventes no nosso país ( a par dos Círculos Católicos de Operários do Porto e de Vila do Conde)”.
“Depois de um período de pouca actividade, o Círculo Católico de Operários de Barcelos, renasceu a partir de 1990, tendo em actividade uma banda, A “Banda do Galo”, que tem actuado em inúmeras localidades do país, um grupo de vozes populares, as “Vozes do Cavado”, que tem animado muitos serões e festas populares.

PRESENÇAS NO JANTAR DE REIS 2013:

José Cid

A “Banda do Galo” do Círculo Católico de Operários de Barcelos