Mudar o regime Servir Portugal

Manuel Beninger

Mostrar mensagens com a etiqueta Cavaco Silva. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Cavaco Silva. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Nelson Mandela: para que a memória não se apague...


Quando em 1987, a Assembleia Geral das Nações Unidas aprovou, com 129 votos, um apelo para a libertação incondicional de Nelson Mandela, os três países que votaram contra foram os EUA de Reagan, a Grã-Bretanha de Thatcher e o governo português de CAVACO SILVA.
O documento pedia expressamente a libertação de Mandela, numa votação mais geral sobre "International solidarity with the liberation struggle in South Africa: resolution/adopted by the General Assembly":
A votação ocorreu a 20 de Novembro de 1987 (resultados: "Yes: 129, No: 3, Abstentions: 22, Non-Voting: 5, Total voting membership: 159"). Cavaco Silva era primeiro-ministro de Portugal desde 17 de Agosto de 1987, com João de Deus Pinheiro como ministro dos Negócios Estrangeiros, que agora diz de Mandela ter sido "um príncipe da Renascença".
Enfim...

terça-feira, 23 de julho de 2013

Presidente da República "perdeu tempo" com proposta de salvação nacional

O Partido Popular Monárquico considera que a crise política das últimas semanas voltou a mostrar que um Presidente da República serve interesses partidários, considerando ainda que Cavaco Silva "perdeu tempo" com a proposta de entendimento de salvação nacional.
Segundo o PPM, a crise política das últimas semanas voltou a mostrar que um Presidente da República serve interesses partidários.

Para o presidente da Comissão Política do Partido Popular Monárquico (PPM), Paulo Estêvão, o "Presidente da República perdeu tempo ao propor um Governo de salvação nacional no contexto em que o estava a fazer" porque já se sabia que seria um entendimento "muito difícil", sobretudo quando o PS pedia há meses eleições antecipadas.
Por outro lado, Cavaco Silva fez bem em não convocar eleições, considerou Paulo Estêvão, em declarações aos jornalistas em Ponta Delgada, nos Açores, dizendo que não havia forma de chamar os portugueses a votos neste momento sem afetar "gravemente a situação económica e financeira do país".
Assim, para os monárquicos, o Governo PSD/CDS deve exercer funções até ao final da legislatura.
"Fundamentalmente, defendemos a estabilidade e consideramos que nos próximos dois anos devem ser implementadas reformas para Portugal readquirir a confiança dos parceiros europeus e dos mercados", defendeu.
Porém, para o PPM, e dada esta crise, "o sistema republicano e o sistema de partidos republicanos está a mostrar-se incapaz  de convergir no sentido do interesse nacional", ao contrário do que acontece nas monarquias da Europa do Norte.
"A figura do Presidente da República não consegue ser totalmente representativa dos portugueses. Mesmo agora, quando pediu o Governo de salvação nacional, deixou 20% da população de fora, que são o BE e o PCP, não tendo nunca conseguido aquele que é o seu papel institucional, que é o símbolo da unidade do povo português, de alguém que tem um papel neutral no sistema. Nunca tem. O Presidente da República tende a beneficiar a sua família política", afirmou, dizendo que o mesmo aconteceu com os socialistas Mário Soares e Jorge Sampaio.

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Crise política custou ao país 1,3 mil milhões


Autentica nulidade!


Autentica nulidade!
Se era para fazer todo este "show off" mais valia não ter feito nada... 

É este o chefe de estado que queremos? 
É esta "coisa" que fica no meio da ponte, que não resolve nada, bem pelo contrário a quem os republicanos chamam de presidente? 

RUA

PRECISAMOS DE UM VERDADEIRO CHEFE DE ESTADO!

PRECISAMOS DE UM REI!

MONARQUIA JÁ!

Cesar Braia

sexta-feira, 7 de junho de 2013

"Não vou pedir desculpa a Cavaco"

Príncipe Alberto II do Mónaco em Cascais na conferência sobre a Sustentabilidade dos Oceanos

Príncipe do Mónaco esteve em Cascais esta semana. A Fundação Dräger escolheu a Pousada de Cascais na Fortaleza da Cidadela Cascais para realizar uma conferência sobre a Sustentabilidade dos Oceanos. O Príncipe Alberto II do Mónaco foi também elevado a Munícipe Honorário de Cascais sendo ainda distinguido com Chave de Prata da Vila de Cascais. A cerimónia decorreu dia 3 Junho no Palácio Presidencial da Cidadela Cascais e visou distinguir e homenagear os laços históricos e de amizade entre a vila de Cascais e o Principado do Mónaco.


"A Fundação Dräger escolheu a Pousada de Cascais para realizar uma conferência sobre a Sustentabilidade dos Oceanos. Além dos mais prestigiados especialistas de todo o Mundo, a reunião contou também com a presença do Príncipe Alberto do Mónaco, de David Milliband, ex-Ministro dos Negócios Estrangeiros do Reino Unido e o presidente da Câmara Municipal de Cascais, Carlos Carreiras". Cavaco Silva recordou ainda que Portugal e o Mónaco sobre pioneiros em matéria de oceanografia, nomeadamente através do rei D. Carlos e do príncipe Alberto I do Mónaco. «Alguma das páginas dessa história foram escritas deste palácio, que era a residência de verão do rei D. Carlos», disse. Depois de escutar o Presidente da República, também o príncipe Alberto II do Mónaco dirigiu algumas palavras de agradecimento pela hospitalidade, confessando estar feliz por regressar a Portugal e a Cascais.


terça-feira, 28 de maio de 2013

Palhaço

Em 2008 um tribunal do Funchal condenou-me por ter, num artigo publicado no "Expresso", apelidado Alberto João Jardim de "palhaço". Este artigo surgiu como resposta a afirmações do presidente do Governo Regional da Madeira em que este dizia que vários jornalistas eram "filhos da puta" e "bastardos", termos bem mais violentos do que o que teve na resposta.

Quando fui condenado foi referido que o visado pelo meu ataque se tinha sentido "stressado". No julgamento esteve até presente um médico de Jardim para o comprovar. 

Ou seja, o mais insultuoso dos políticos nacionais sente-se "stressado" quando o insultam. Usando da sua imunidade, distribui insultos por toda a gente e proíbe que lhe seja dada qualquer resposta, não hesitando mesmo em mandar levantar a mesma imunidade a deputados regionais que o enfrentem. 

O caso de Jardim, recordista nacional no número de processos que pôs a jornalistas e políticos por difamação e ofensa ao bom nome, demonstra bem a perversidade da nossa lei e da interpretação que os magistrados fazem dela.

Fui condenado ao pagamento de multa de 2000 euros que, em recurso para Lisboa, foi reduzida para 500 euros. Uma multa relativamente baixa para o que os tribunais nacionais costumam aplicar nestes casos. É importante referir que todos os casos que conheço em que os condenados recorreram para o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos acabaram numa condenação de Portugal por desrespeito à liberdade de expressão, de opinião e de imprensa. Ou seja, na ponderação de dois valores fundamentais - liberdade de expressão e direito ao bom nome - a justiça portuguesa tende a negligenciar o primeiro. O que, conhecendo a história de Portugal e sabendo que o sistema de justiça quase não mudou depois do 25 de Abril, não me espanta. O "respeitinho" pelo poder continua a ser mais importante do que a liberdade de opinião.

Num outro processo, lembro-me de ter à minha frente uma procuradora que me dizia que também não gostaria que eu me referisse a ela como me referi a um político com responsabilidades. Tive de ser eu a explicar à magistrada que naquele processo não estávamos a analisar o gosto de cada um - ninguém gosta de ser criticado de forma mais crua -, mas, sendo um processo crime, da possibilidade de punir criminalmente quem faz essa critica. Não estávamos a julgar o gosto de ninguém, mas o direito da justiça me mandar, neste caso, calar. Deveria ser claro para alguém que administra a justiça a distinção entre as duas coisas. Mas não é. Nem para os magistrados nem para a generalidade das pessoas, que ainda falam de "ordinarice" e "falta de respeito" quando defendem a condenação nestes processos.

Segundo o artigo 180º do Código Penal a conduta de difamação não é punível quando "a imputação for feita para realizar interesses legítimos" e "o agente provar a verdade da mesma imputação ou tiver fundamento sério para, em boa fé, a reputar verdadeira" (excluindo-se, e bem, a imputação de facto relativo à intimidade da vida privada e familiar). Se é fácil provar que alguém é "ladrão" ou "corrupto" (se não é fácil, não se diz), não vejo como se pode provar que alguém é "palhaço". É matéria de tal forma subjetiva que damos à discricionariedade de um juiz e das suas convicções sobre a pessoa que se sente injuriada um poder excessivo. A lei deveria, por isso, como acontece noutras legislações, limitar estes processos à imputação de factos e comportamentos passíveis de ser comprovados ou desmentidos.

Na realidade, a lei é de tal forma susceptível de interpretações contraditórias e está de tal forma dependente da sensibilidade de cada juiz que temos, sobre o mesmo insulto - "palhaço" -, decisões judiciais incompatíveis entre si.

Em 2007, o Tribunal da Relação do Porto, defendia, em acórdão: "A expressão usada, mesmo concedendo que o assistente se considerou ofendido, não atinge, sequer, o limiar da relevância penal." E recordava um acórdão de 2002, em que se determinava que "o direito não pode intervir sempre que a linguagem utilizada incomoda ou fere susceptibilidades do visado. Só o pode fazer quando é atingido o núcleo essencial de qualidades morais que devem existir para que a pessoa tenha apreço por si própria e não se sinta desprezada pelos outros. Se assim não fosse a vida em sociedade seria impossível. E o direito seria fonte de conflitos, em vez de garantir a paz social, que é a sua função".

A mesmíssima justiça portuguesa condenou-me a mim pelo uso da mesmíssima expressão. Terá pesado o facto de, em Tribunal, eu ter mantido até ao fim tudo o que escrevi, não ter manifestado qualquer arrependimento (e assim continuo) e ter explicado que o uso que dei à expressão era aquele que todos poderiam compreender: que Alberto João Jardim era uma figura ridícula que, com as suas palavras e os seus atos, desprestigiava o lugar que ocupava e deveria ser razão de vergonha para aqueles que representa.
A verdade é que esta instabilidade na jurisprudência nacional torna o uso da liberdade de expressão num enorme risco de imprevisíveis consequências. Sobretudo quando o visado é uma figura da política nacional.

Considero Aníbal Cavaco Silva uma personagem cómica e burlesca, que não deve ser levada a sério e que muda, ao contrário do que costuma ser dito, com muita frequência de opinião. Definições que cabem no que surge no Dicionário de Língua Portuguesa da Porto Editora para a palavra "palhaço". Acho isto com base em factos como a recente evocação de Nossa Senhora de Fátima para a provação da 7ª Avaliação da troika, a invenção paranoica de uma conspiração política que atribuía ao anterior primeiro-ministro a existência de escutas em Belém (um verdadeiro caso de difamação e injúria que, não fosse a sua imunidade, o deveria ter levado a julgamento) ou frases como "ontem eu reparava no sorriso das vacas". E acho que com o seu comportamento desprestigia o cargo que ocupa e o País. Por isso, parece-me o uso da expressão "palhaço" para o definir politicamente legitimo.

Mas o mais grave é o facto da lei portuguesa considerar, no artigo 328º do Código Penal, que"quem injuriar o Presidente da República, ou quem constitucionalmente o substituir, é punido com pena de prisão até três anos ou com pena de multa". Ao agravar a pena por difamação quando o alvo é chefe de Estado o poder político mais não fez do que tentar proteger-se a si próprio da critica, pondo o cidadão que ocupa o lugar de Presidente acima dos restantes. Que o está, é uma evidência que as regras para o seu próprio julgamento evidenciam. Nada tenho contra. Que o esteja quando falamos das críticas políticas ou pessoais de que pode ser alvo é que me parece um sinal de atraso democrático. Pelo contrário, o Presidente, tendo em conta as suas responsabilidades, deve estar mais sujeito, e não menos, à crítica pública. Confundir a pessoa que ocupa o cargo com o cargo que ela ocupa não é digno de uma democracia liberal e republicana. Aceito outra forma de ver a vida democrática. Mas esta é a minha: da mesma forma que as críticas à Assembleia da República não são o mesmo que as críticas ao deputado x ou y, as críticas à Presidência da República não são o mesmo que as críticas a Aníbal Cavaco Silva.

Mas vou mais longe. Sou dos que pensam que a nossa liberdade de expressão só deve ser limitada na estrita necessidade de defender valores mais relevantes. Caluniar alguém, atribuindo-lhe ações graves ou ilegais inexistentes que põem em causa o direito ao seu bom nome, deve ser crime. Apelar, através de palavras, a atos, violentos ou não, que possam pôr em causa a liberdade e os direitos dos outros, deve ser crime. Criminalizar opiniões mais ou menos truculentas, que apenas correspondem a uma apreciação política sobre alguém, é fomentar a censura e a autocensura.

Nada mudou na vida do cidadão Cavaco Silva por ser chamado de "palhaço". Tudo muda na vida da democracia portuguesa quando damos aos juízes o direito de decidirem que apreciações temos e podemos expressar sobre um detentor de um cargo público. Dirão: chamar "palhaço" a um Presidente é uma manifestação de desrespeito pela pessoa e pelo cargo. Mas porque não posso eu ter pouca consideração por Cavaco Silva ou até, o que não é o caso de Miguel Sousa Tavares e o meu, pelo cargo, se for, por exemplo, monárquico? Deve a lei determinar as minhas convicções e opiniões quando elas não põem em causa a nossa vida colectiva e os direitos essenciais dos restantes cidadãos? Não me parece.

Daniel Oliveiraaqui

sexta-feira, 24 de maio de 2013

sexta-feira, 17 de maio de 2013

segunda-feira, 13 de maio de 2013

A regra oculta do sistema; por Pedro Santana Lopes


“A regra oculta do sistema:
Antes de sair, cada presidente consegue que o partido a que está ligado assuma o Poder”.

Pecado Original  – O choque institucional entre Belém e S. Bento, de Pedro Santana Lopes

Sinopse
«Não existem dúvidas de que o Presidente da República pode lançar-se numa campanha contra o Governo saído do sufrágio universal e directo, sem que nada lhe aconteça no exercício do seu cargo. Actua contra o Governo como se fosse líder da oposição. Pode fazer o que quiser sem que sofra consequências. Pode e faz! Ora, é quase sempre fácil dizer mal do Governo, nomeadamente em tempos de crise, e imagine-se o que significa ser o Presidente a fazê-lo.»

No livro, Santana Lopes defende que a melhor forma de acabar com os conflitos entre Belém e S. Bento - que se repetem de Ramalho Eanes a Cavaco Silva - é acabar com "o poder presidencial de demitir o Governo".
Uma tese que demonstra que o ‘Pecado Original' do antigo líder do PSD merece ser lido, além de algumas provocações que também encerra. Por exemplo, Santana lembra os tempos em que foi primeiro-ministro e "o CDS fazia chegar a Belém recados a demonstrar sentimentos contraditórios" sobre o Governo. Mais: o então Presidente da República, Jorge Sampaio, "acabava sempre por proteger Paulo Portas e desfazia-se em elogios sobre o seu trabalho com o ministro."
Qualquer semelhança com a actualidade política deve ser pura coincidência.

quinta-feira, 25 de abril de 2013

O discurso do Presidente


Este senhor prestou um grande serviço à Causa Monárquica em Portugal.
Demonstrou que um chefe de estado eleito por facções partidárias não pode nunca ser o chefe de estado de todos os portugueses!
Ficou provado ao ser aplaudido apenas por uma pequena parte dos presentes na ar.
A um chefe de estado pede-se isenção, imparcialidade, capacidade unificadora.
VERGONHOSO, VERGONHOSO, VERGONHOSO!!!
TRISTE, TRISTE, TRISTE!!!

Cada vez mais, mais alto e de forma mais determinada: MONARQUIA JÁ!
VIVA O REI!
VIVA PORTUGAL!