Mudar o regime Servir Portugal

Manuel Beninger

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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Rei D. Carlos e Príncipe Filipe recordados na Sé

Celebração da Missa de Sufrágio por Sua Majestade, O Rei Dom Carlos e Sua Alteza Real, O Príncipe Dom Luís Filipe
 Manuel Beninger, vice-presidente do Partido Popular Monárquico
 Sé de Braga antes da celebração da missa
 Deão da Sé de Braga, o cónego José Paulo Abreu, a celebrar a missa
Foi hoje celebrada uma missa na Catedral da Sé de Braga em honra do Rei português, D. Carlos, e do seu filho, Príncipe Filipe. A celebração religiosa realizou-se na data do 104º aniversário da morte dos homenageados que foram assassinados por um grupo de radicais, no Terreiro do Paço, em Lisboa, precisamente no dia 1 de Fevereiro de 1908.
Esta iniciativa foi levada a cabo por um grupo de monárquicos encabeçados pelo vice-presidente do Partido Popular Monárquico, Manuel Beninger. O vice-presidente afirmou a ABOLA os motivos que levaram este grupo a relembrar o Rei:
«Nós pretendemos que a Monarquia não morra em Portugal. Este regicídio é hoje lembrado como a salvação do país, os radicais republicanos que mataram o Rei e levaram à implantação da República são lembrados como heróis, e no entanto, são assassinos. Nós queremos com esta celebração honrar o nome de D. Carlos e do Príncipe Filipe.»
Manuel Beninger lançou também duras críticas à democracia portuguesa:
«Isto é tudo menos uma democracia, quando se impõe que o único regime que pode ser praticado no país é o Republicano, como é que isto pode ser uma democracia? A primeira república foi marcada por sucessivos golpes de estado, a segunda pela ditadura e a terceira pela bancarrota. Temos de mudar o nosso rumo.»

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Monárquicos de Braga rezam pelas vítimas do regicídio - 1 de fevereiro


Um grupo de monárquicos de Braga mandou celebrar uma Missa de sufrágio por alma do rei D. Carlos e do seu filho, o príncipe Luís Filipe, no dia 1 de fevereiro, às 17h30, na Sé Catedral, anunciou em nota ao Diário do Minho.
Esta é uma forma dos defensores do regime monárquico prestarem homenagem ao antigo soberano português e ao seu filho, herdeiro do trono, evocando o assassinato ocorrido precisamente no dia 1 de fevereiro de 1908, na Praça do Comércio (hoje designado Terreiro do Paço), em Lisboa, às mãos de radicais republicanos.
De acordo com a mesma nota, preside à celebração eucarística o cónego José Paulo Abreu, vigário geral da Arquidiocese de Braga.

Diário do Minho, pág. 17

terça-feira, 15 de novembro de 2011

O abuso da república ao “carimbar” sobre um Rei Português

HOJE comemora-se o 122º Aniversário Natalício de S.M.F. El-Rei D. Manuel II de Portugal.

D. Manuel Maria Filipe Carlos Amélio Luís Miguel Rafael Gabriel Gonzaga Xavier Francisco de Assis Eugénio de Bragança Orleães Sabóia e Saxe-Coburgo-Gotha, nasceu no Palácio de Belém, em Lisboa, a 15 de Novembro de 1889.

Filho do Rei D. Carlos I e da Rainha D. Amélia, os então Soberanos de Portugal.

Baptizado alguns dias depois, no mesmo Paço de Belém, por D. José Neto, Cardeal Patriarca de Lisboa. Teve por padrinho o Avô materno, o Conde de Paris, e por madrinha a Avó paterna, a Rainha D. Maria Pia.

Antes da sua ascensão ao Trono, D. Manuel foi Duque de Beja e Infante de Portugal.

Foi o trigésimo-quinto e último Rei de Portugal. D. Manuel II sucedeu ao seu pai, o Rei D. Carlos I, depois do assassinato deste e do seu irmão mais velho, o Príncipe Real D. Luís Filipe, a 1 de Fevereiro de 1908.

Domingos Alves do Rego foi o artista que desenhou e gravou os selos de D. Manuel II, cujo trabalho nos proporcionou uma das mais bonitas séries de selos portugueses. Emitidos em 1 de Janeiro de 1910, viriam a terminar com a implantação da república.

Em Maio de 1911 muda a unidade monetária de reis para escudos, no entanto os selos de D. Manuel II continuavam circulando sem sobrecarga e ainda para mais com seu valor facial em reis.