Mudar o regime Servir Portugal

Manuel Beninger

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segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

IMPRENSA: Monárquicos hastearam bandeira nos antigos paços do concelho de Guimarães


Os monárquicos minhotos hastearam, ontem, em Guimarães a bandeira da monarquia constitucional, assinalando o primeiro dia da Restauração da Independência sem feriado, pretendendo restaurar o feriado de 1 de Dezembro e torná-lo Dia de Portugal.
Os militantes e simpatizantes do Partido Popular Monárquico (PPM) prometem não desistir de restaurar o feriado do 1 de Dezembro e aspiram mesmo a torná-lo Dia de Portugal.
«Não há data mais importante para uma Nação do que a sua independência e para um povo que a sua liberdade. O 1.º de Dezembro era o mais antigo feriado civil português e o mais alto dos feriados patrióticos, tendo atravessado regimes e mudanças políticas e sociais, sendo a forma como desde há século e meio os portugueses, da esquerda à direita, dos monárquicos aos republicanos, escolheram celebrar a sua independência e liberdade», sustenta Manuel Beninger, presidente da secção distrital de Braga do PPM.
Inconformados com a supressão daquele feriado, que garantem ser «o feriado civil mais antigo» e que celebra a restauração da independência em relação a Espanha, em 1640, os monárquicos consideram que «esta é a data nacional mais importante, do dia em que celebramos o valor essencial do nosso país, como país soberano independente».
«Na generalidade dos países que adquiriram a independência nacional contra outros, esse feriado é inclusive o principal de todos os feriados, correspondendo ao respetivo Dia Nacional, como é o caso dos Estados Unidos da América, com o seu 4 de Julho, e como é o caso da larga maioria dos Estados-membros da União Europeia, bem como também o é de todos os países da CPLP», comparam.
Assim, nas atuais circunstâncias, em que o país voltou a integrar um grande projeto político à escala europeia, os dirigentes do PPM consideram que «o 1.º de Dezembro de 1640 é um marco psicológico e um capital histórico que não deve ser esquecido ou alienado». Foi neste contexto, e na defesa do 1 de Dezembro como feriado nacional, o PPM celebrou, ontem, a efeméride com o hastear da bandeira da monarquia constitucional no mastro dos Antigos Paços do Concelho de Guimarães (Largo da Oliveira), «para que da cidade berço da nossa nacionalidade se eleve a esperança para todo Portugal», concluiu Manuel Beninger.
 

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Beninger reconduzido presidente da Comissão Política Distrital


Manuel Beninger foi reconduzido no cargo de presidente da Comissão Política Distrital de Braga do Partido Popular Monárquico (PPM).
Beninger, que foi eleito para um mandato de três anos, liderava a única lista que se apresentou a sufrágio, tendo obtido 78,5 por cento dos votos.
Os votos em branco foram 21,5 por cento e não se registou qualquer voto contra. Manuel Beninger traçou como objectivo principal o reforço do partido no distrito. “Há três anos, o partido só tinha expressão num concelho do distrito, mas entretanto cresceu. Agora, além de estarmos na Assembleia Municipal de Braga, estamos também na de Barcelos, na de Vila Verde e da Póvoa de Lanhoso. O que pretendemos é continuar a crescer”, disse Beninger. Como vice-presidentes foram eleitos António Meireles Lopes e Miguel Sá Menezes. O presidente da Assembleia Distrital do PPM continua a ser António Machado.
 
Correio do Minho de 28 de Novembro, pág. 6

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

PPM apresenta candidatos que concorrem no Norte do país


Jornal de Notícias de 9 de Setembro, pág. 26
MONÁRQUICOS - Cerca de 80 candidatos do PPM que concorrem a órgãos autárquicos nas próximas eleições, de quatro distritos do Norte do país, reuniram-se em Braga para definir estratégias e apresentarem-se aos eleitores.

Candidatos monárquicos são mais-valia nas coligações


“É uma enorme responsabilidade representar este partido, visto que estivemos no poder e existimos desde 1975 e fomos um dos quatro partidos do arco do poder aquando da prestigiada Aliança Democrática. Somos uma mais-valia para os partidos com quem concorremos coligados.” As palavras são de Manuel Beninger, vice-presidente nacional do Partido Popular Monárquico (PPM), durante um almoço de confraternização, que decorreu em Braga e cujo objectivo foi apresentar os candidatos monárquicos às próximas eleições autárquicas.
O almoço juntou quase uma centena de candidatos que representaram os vários distritos da zona norte do país, até Coimbra.
Os candidatos monárquicos integram, na sua maioria, coligações com o PSD e, em alguns casos com o PSD e CDS-PP. É o caso do concelho de Braga, onde o PPM faz parte da coligação ‘Juntos por Braga’.
Em Guimarães, o PPM irá liderar uma coligação com o PPV.
Manuel Beninger referiu o PPM como um partido municipalista e disse ainda que “desde 1983 que não se registava um tão forte crescimento do partido e um número tão elevado de candidatos às eleições autárquicas a norte de Portugal”, acrescentando que os “candidatos monárquicos serão o garante da defesa intransigente do nosso povo e da nossa nação”.
Fernando Sá Meneses, um histórico do partido, também presente no evento, criticou duramente a república, que diz “não ser democrática”, porque não dá o direito do povo português escolher, em referendo, o sistema político que prefere.
O fundador do PPM acrescentou ainda outros pontos que fazem parte da doutrina do partido, passando também em memória alguns dos momentos mais importantes da existência do partido.
O almoço contou ainda com Adrião Saraiva Gonçalves, presidente da Mesa do Congresso do PPM que agradeceu aos presentes o nobre empenhamento na defesa da causa e no crescimento do partido, referindo o PPM como um partido “livre e democrático”.
"Almoço de confraternização juntou quase uma centena de candidatos do PPM" - Jornal Correio do Minho de 9 de Setembro, pág. 4

domingo, 8 de setembro de 2013

Partido Popular Monárquico junta candidatos em almoço



O Partido Popular Monárquico (PPM) realizou, ontem, um almoço de confraternização, em Cabreiros, que serviu para apresentar os seus candidatos na zona Norte às eleições autárquicas. Um momento que serviu para mostrar «a afirmação do partido no contexto regional».
«Este é um momento de convívio e que serve para mostrar a afirmação do partido no contexto regional», resumiu o presidente da Distrital de Braga do PPM, Manuel Beninger, à margem daquele almoço, em Cabreiros.
Nos quatro distritos da região, designadamente Braga, Viana do Castelo, Porto e Aveiro, «vamos concorrer a mais de 20 autarquias», contabilizou o dirigente, esclarecendo que a maioria das candidaturas são feitas em coligações, sobretudo com o PSD e o CDS-PP.
«Damos o nosso contributo às coligações, mas com a forte convicção de elegermos autarcas nossos. Queremos dizer que, a partir de 29 de setembro, o PPM vai poder eleger autarcas e executar propostas nossas, sobretudo em matérias como a ecologia, ambiente e da cultura», sublinhou Manuel Beninger. Além disso, o partido concorre sozinho no distrito da Guarda no concelho da Meda.
Aquele almoço de convívio juntou cerca de seis dezenas de militantes e apoiantes, tendo servido para fortalecer os laços de proximidade e união, além de motivar para o trabalho autárquico em curso.
«Desde 1983 que não tínhamos uma representatividade tão extensa em vários concelhos e acreditamos numa vitória expressiva com eleição de autarcas do PPM», formulou Beninger.
O PPM continua também a insistir em propor alteração do artigo 288 da Constituição, de forma a tornar possível um referendo sobre República ou Monarquia. Manuel Beninger concretizou que os monárquicos querem, em sede de revisão constitucional, a alteração da alínea B do artigo 288, que impõe a forma republicana de Governo. «Continuamos a questionar este estado de regime e o PPM tem sido um soldado persistente na alteração da Constituição, concretamente do artigo 288, na sua alínea B, que impõe ditatorialmente este regime como o único possível. Vamos continuar a erguer esta bandeira porque acreditamos que os portugueses gostariam de se pronunciar sobre a forma de organização do Estado», concluiu.
Jornal Diário do Minho de 8 de Setembro, pág.9

terça-feira, 9 de julho de 2013

Por proposta do PPM, Câmara irá atribuir lugares de estacionamento gratuitos a dadores de sangue


Por proposta de Manuel Beninger, do PPM, a Assembleia Municipal de Braga, recomenda à Câmara a atribuição de lugares de estacionamento gratuitos a dadores de sangue junto ao Museu D. Diogo de Sousa. A recomendação foi aprovada por todas as bancadas - apesar das críticas à política de estacionamento da Câmara - , o que levou o presidente da Assembleia, António Braga, a considerar que o eleito monárquico foi aquele que conseguiu aprovar, neste mandato autárquico, mais propostas por unanimidade.

Estacionamento gratuito para dadores de sangue


"Diário do Minho" de 7 de Julho, pág. 5
A Assembleia Municipal de Braga aprovou, por unanimidade, uma proposta de recomendação para que a Câmara Municipal diligencie todos os esforços para que sejam atribuídos lugares de estacionamento gratuitos aos dadores de sangue, junto ao Museu D. Diogo de Sousa, dado que actualmente as dádivas de sangue são feitas no edifício dos Bombeiros Voluntários, como em tempos acontecia junto ao Palácio do Raio.
A proposta de recomendação foi apresentada pelo deputado do PPM Manuel Beninger, lembrando que, presentemente, o estacionamento naquela zona é cobrado e fiscalizado por uma empresa privada. «Os dadores de sangue, encontram-se, por isso, empacotados neste descompasso entre o seu generoso ato e a sensibilidade exclusivamente economicista da Câmara, que antes quer os negócios nos estacionamentos do que o bem social, restando aos dadores pagar para doar», critica, enquanto espera que, com esta recomendação, a Câmara facilite a vida aos dadores de sangue.

segunda-feira, 8 de julho de 2013

MONÁRQUICOS E PARTIDO DA TERRA ASSINARAM ACORDO DE COLIGAÇÃO COM O PSD, ATRAÍDOS PELO PROJECTO

OS MONÁRQUICOS e o Partido da Terra juntaram-se, ontem, à candidatura de Luís Filipe Menezes, afirmando que o fizeram pelo trabalho do autarca em Gaia e pelo projecto que apresenta para a cidade do Porto. O acordo de coligação foi assinado, ao final da tarde, na sede da distrital do PSD/Porto.
Os mesmos argumentos foram usados pelo vice-presidente do PPM, um dos partidos com ligações históricas ao PSD, até porque esteve na primeira Aliança Democrática, celebrada pelo fundador do PSD, Francisco Sá Carneiro. “Há anos, portanto, que temos essa aproximação”, recordou Manuel Beninger, considerando “uma mais-valia incomensurável o projecto de Menezes para o Porto”.
Um “espírito frentista”
Já Menezes considerou a coligação, ontem assinada pelo vice-presidente da Concelhia do Porto, Francisco Gonçalves, e pelos representantes do PPM e do MPTY, como um reflexo do que vão ser as suas listas autárquicas.
“A ideia é recriar nas listas este espírito frentista, juntando o PPM, o MPT, pessoas que são do CDS e independentes na área do PS”, referiu, ao JN, o candidato do PSD à Câmara do Porto.

Área social e educação decisivas
Manuel Beninger
Vice-presidente PPM

Manuel Beninger enalteceu particularmente a obra feita por Menezes em Gaia; “Era, para nós, impossível recusar [a coligação], tendo em conta o projecto enorme que Luís Filipe Menezes concretizou em Gaia, em particular na área social e da educação, e devido às ideias que já apresentou para o Porto”.

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Candidato PSD-PPM de Santo Tirso quer mais emprego


Jornal de Notícias de 17 de Junho, pág. 28
Candidato PSD-PPM quer mais emprego
SANTO TIRSO – Foi numa apoteose de vigorosos aplausos e banda sonora para despertar sentidos que Alírio Canceles chegou, a um lotado auditório Padre António Vieira, nas Caldas da Saúde, em Santo Tirso.
De mãos dadas com a mulher, estendeu cumprimentos e posou para os flashes. Após um “momento musical”, o candidato da coligação PSD-PPM à presidência do Município declarou: “Estou preparado para, com a vossa ajuda, ser o próximo presidente da Câmara”.
Pela frente, Alírio Canceles terá um peso pesado do PS: Joaquim Couto, que liderou a Autarquia entre 1982 e 1999, deixando o último mandato a meio para se tornar governador civil do Porto. Facto, aliás, que o presidente da Distrital do PSD, Virgílio Macedo, não deixou passar em Branco, ao referir que “Alírio Canceles não é um salta-pocinhas político”.
O Candidato também apontou o dedo ao adversário e aos mais de 30 anos gestão socialista, mas concluiu que “mais importante do que o passado, é o futuro”. E lançou mão de um extenso rol de medidas que quer implementar.
Além de pretender “um novo paradigma de gestão municipal, com uma nova atitude de promoção económica, mais eficaz e próxima das populações”, Canceles elege como principal prioridade a promoção de emprego. Porque “Santo Tirso está entre os quatro concelhos com maior taxa de desemprego”. Para “inverter este ciclo terrível”, quer criar uma “agência para a promoção da actividade económica, investimento e empreendedorismo”.

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Acordo PSD e PPM em Vila do Conde


Jornal Vilacondense de 29 de Maio, pág. 3

A Comissão Política do PSD/V. Conde e o Núcleo de V. Conde do PPM assinaram um Acordo de Coligação Eleitoral tendo em vista a apresentação de listas conjuntas às Eleições Autárquicas.
Miguel Paiva, candidato social-democrata à presidência da Câmara Municipal, reitera “o carácter aberto da candidatura, que agora até acolhe monárquicos”. Por seu lado, Manuel Beninger, vice-presidente da Comissão Política Nacional dos monárquicos, diz que “o que está em causa é uma alteração de ciclo político em Vila do Conde e o PPM quer contribuir para isso”.

segunda-feira, 27 de maio de 2013

PPM outra vez na primeira página dos jornais


PSD e PPM firmam coligação para as próximas eleições autárquicas

Miguel Paiva recebe apoio do PPM
Foi firmado o acordo de coligação entre o PSD de Vila do Conde e o núcleo local do Partido Popular Monárquico, com vista às próximas eleições autárquicas, apadrinhado pelo líder da distrital laranja, Virgílio Macedo, na passada segunda-feira. Durante a cerimónia, que reuniu vários apoiantes de Miguel Paiva, o rosto da coligação “Acreditar em Vila do Conde”, destacou o caráter “aberto” da candidatura social-democrata”. O candidato laranja reafirmou que a sua grande prioridade política será “a intervenção na área social”.

Manuel Beninger entende esta coligação como “um contributo para um projecto capaz de operar a mudança de que o concelho necessita”.
Numa intervenção, em que elencou alguns dos principais problemas do concelho, como o “elevado nível de desemprego”, os “elevados preços da água ou dos impostos, como é o caso do IMI, da Derrama” ou mesmo “a degradação do Mosteiro de Santa Clara” ou os problemas ambientais, o dirigente monárquico acredita nas propostas de Miguel Paiva para mudar o estado do concelho.
“A seriedade, a competência, a honestidade e a profunda dedicação e entrega à resolução dos problemas das pessoas e do concelho” são os atributos inquestionáveis de Miguel Paiva que levam o PPM a apoiá-lo”.
Por sua vez, o líder da Distrital do Porto do Partido Social Democrata, Virgílio Macedo realçou que este acordo de “cooperação activa” com o PPM “não é o primeiro no distrito”.
Virgílio Macedo reiterou a aposta do partido em Miguel Paiva, salientando que “a Distrital do Porto acredita neste projecto para Vila do Conde e tudo fará para que os vilacondenses possam beneficiar dos projectos que têm sido apresentados.”
Miguel Paiva esclareceu a escolha do nome da coligação “Acreditar em Vila do Conde”, frisando que “todos os que acreditam no futuro e nas potencialidades do concelho para oferecer mais e melhores oportunidades para todos”.
O candidato laranja aproveitou o momento para reforçar as grandes ideias da sua candidatura, que tem como prioridades a intervenção na “área social e a criação de emprego no concelho” de Vila do Conde.
“Neste momento, há muitas pessoas a passar por grandes dificuldades e será para elas a nossa principal atenção”, atestou o candidato.
Lamentando o facto de haver um elevado número de habitações sociais da autarquia fechadas, Miguel Paiva anunciou o compromisso de “proceder à respectiva entrega no prazo de seis meses” após a sua tomada de posse.
Na vertente do desenvolvimento económico, o candidato referiu a vontade em “aproveitar o potencial agrícola do concelho”, bem como de todas “as actividades económicas ligadas ao sector do mar”.
Quanto ao turismo, Miguel Paiva disse tratar-se de “uma área na qual pouco se tem feito” e na qual irá “apostar para tornar Vila do Conde no segundo maior destino turístico da Área Metropolitana do Porto”.
No que toca a lugares na lista da Coligação “Acreditar em Vila do Conde”, Miguel Paiva relevou que o único lugar elegível que o Partido Popular Monárquico irá ocupar, será nas listas à Assembleia Municipal, mais precisamente o quarto lugar.
Jornal "Terras do Ave", pág. 5

quinta-feira, 23 de maio de 2013

PSD faz coligação com PPM em Vila do Conde


Jornal da Póvoa de Varzim  "Mais Semanário" de 22 de Maio

PSD faz coligação com PPM
Miguel Paiva, candidato do PSD à Câmara de Vila do Conde vai contar com o apoio dos militantes e simpatizantes do PPM, que votam no concelho de Vila do Conde, nas próximas eleições autárquicas.
O acordo da Coligação Eleitoral foi assinado na última segunda-feira, e Miguel Paiva garantiu que o seu projecto político “é aberto a qualquer participação cívica dos vila-condenses”.
Parceiro no apoio a Miguel Paiva está Manuel Beninger, vice-presidente da comissão política nacional do PPM, referindo o dirigente “que está em causa uma alteração do ciclo político em Vila do Conde e o PPM quer contribuir para isso”.
O acordo pré-eleitoral passa pela integração do militante do PPM, José Gesteira, ex-bancário, na lista do PSD candidata à Assembleia Municipal, em lugar elegível.

terça-feira, 21 de maio de 2013

PSD e PPM firmam acordo de coligação em Vila do Conde


Jornal de Notícias de 21 de Maio
PSD e PPM firmam acordo de coligação
VILA DO CONDE – O PSD vai concorrer coligado com o Partido Popular Monárquico (PPM) à Câmara de Vila do Conde nas próximas eleições autárquicas. O acordo foi assinado ontem. O cabeça de lista Miguel Paiva (PSD) quer uma candidatura “abrangente” e “aberta a todos”.

sábado, 18 de maio de 2013

PSD de Vila do Conde faz coligação com PPM


Miguel Paiva, candidato do PSD à Câmara de Vila do Conde vai contar com o apoio dos militantes e simpatizantes do PPM que votam no concelho de Vila do Conde, nas próximas eleições autárquicas.
A assinatura do acordo da Coligação Eleitoral está marcada para segunda-feira, 20 de maio, às 11h45 na Biblioteca Municipal de Vila do Conde.
Na altura, Miguel Paiva, PSD e Manuel Beninger, vice-presidente da Comissão Politica Nacional do PPM irão explicar as razões deste acordo e quais os lugares que o PSD cede aos monárquicos nas listas a apresentar.

domingo, 12 de maio de 2013

Enterro da Gata: Ordem Profética abriu as festividades e a tradição cumpriu-se em Braga



« São 50. Uns vestidos de anjinhos, outros encarnando freiras pouco católicas. Também há os padres e os bispos, que protegidos por uma legião romana, entoam a triste notícia: “A gata morreu”.
A tradição é bracarense. Actualmente, tem 124 anos, mas as origens remontam a um costume do ano de 1531 dos alunos do Colégio S. Paulo, que faziam um cortejo com uma gata dentro de um caixão. Esta simbolizava o chumbo e era atirada à água.
O cortejo foi “multado” à porta da Câmara por não respeitar o trajecto autorizado pelo ex-Governador Civil e, em tom de sátira, o testamento da gata já adivinhava:
Tanta ruas às avessas
Sem lugar para estacionar
E tudo os parcómetros levou
Para o Tone poder facturar.
Entre o cortejo, estão algumas das figuras da sociedade, como Manuel Beninger, vice-presidente do PPM: “É uma tradição peculiar. Fiz parte da fundação da Ordem profética e vim com orgulho representar a data histórica da refundação desta tradição”, explica, mesmo antes de apanhar o comboio no apeadeiro Mazagão, rumo ao Largo do Paço, onde a Gata fica depositada até ao cortejo académico de quarta-feira. »

sábado, 4 de maio de 2013

"VISÃO" 2 a 8 de Maio 2013: Abril não é deste reino (ou será o contrário?)


VISÃO, 2 de Maio, Pág. 12
Começamos a ser incómodos... óptimo...

"Abril não é deste reino (ou será o contrário?)
Segundo informa o PPM de Braga, este cartaz foi afixado pelo País. Para os monárquicos minhotos, vivemos uma "ditadura impositiva republicana", obra de "um efémero grupo de indivíduos, expressa num fugaz e perturbado momento da nossa História". E celebrar o 25 de Abril como Dia da Liberdade, quando não se referendou a escolha do regime é "uma grave ofensa à dignidade do povo português". Se virem "o povo" por aí reclamar a monarquia nas ruas, avisem. E já agora: será que a troika deixa?"


Esta iniciativa foi realizada por um conjunto de monárquicos, uns oriundos das diversas origens político partidárias, outros independentes partidariamente e muitos associados em várias Reais Associações. Mas todos cansados deste regime impositivo republicano.

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Monárquicos juntam-se à coligação PSD/CDS em Barcelos


Jornal Popular de 2 de Maio, pág 5

Semanas depois do inédito acordo de coligação PSD/CDS para as eleições autárquicas, sociais democratas e centristas têm mais um parceiro: o PPM (Partido Popular Monárquico). A apresentação do terceiro partido da coligação decorreu segunda-feira, na sede do PSD, e, para além de Domingos Araújo e António Ribeiro, marcou presença Manuel Beninger, da distrital de Braga do PPM. Faltou um membro local do partido, situação desvalorizada pela coligação: “A pessoa que vai integrar a lista pelo PPM é um barcelense de gema, com provas dadas na sociedade civil, que tem absoluto conhecimento do seu concelho e que fará uma boa representação na Assembleia Municipal”, garantiu Domingos Araújo.
Beninger, por seu lado, disse que os monárquicos decidiram apoiar esta candidatura por um “imperativo moral”, acusando o executivo PS de “autismo feroz” e de apresentar “programas obsoletos e inadequados aos tempos de hoje”. A residual implantação do PPM no concelho – em 2009 teve apenas 239 votos na lista à Câmara – não o preocupa, lembrando, em contraponto, que o partido foi um “dos quatro que governou Portugal”, nomeadamente nos tempos da AD. Aliás, Domingos Araújo disse mesmo que tem “muito orgulho” que a coligação seja vista como uma “nova AD concelhia”, até para evocar a memória de Sá Carneiro, pela sua “superior inteligência e sagacidade”.
O candidato a presidente da Câmara voltou a tecer críticas ao PS, dizendo que se apresentar ao eleitorado em 2013 tal como em 2009, utilizando “a mesma forma, a mesma incompetência, a mesma falta de verdade, num total desespero de causa por nada ter trazido de novo”, terminando com um aviso: “Não nos move o medo demonstrado pela liderança bicéfala do PS sobre esta coligação. O que o PS não entende é que esta coligação une pessoas, trabalha para as pessoas, para a nossa terra, premissas e valores que são do total desconhecimento do senhor Miguel da Costa Gomes”.
Já António Ribeiro destacou o crescente número de apoiantes de uma candidatura que “se está a converter num leque cada vez maior de novas ideias e novas soluções para Barcelos”.