Mudar o regime Servir Portugal

Manuel Beninger

Mostrar mensagens com a etiqueta Fernando de Sá Menezes. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Fernando de Sá Menezes. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Candidatos monárquicos são mais-valia nas coligações


“É uma enorme responsabilidade representar este partido, visto que estivemos no poder e existimos desde 1975 e fomos um dos quatro partidos do arco do poder aquando da prestigiada Aliança Democrática. Somos uma mais-valia para os partidos com quem concorremos coligados.” As palavras são de Manuel Beninger, vice-presidente nacional do Partido Popular Monárquico (PPM), durante um almoço de confraternização, que decorreu em Braga e cujo objectivo foi apresentar os candidatos monárquicos às próximas eleições autárquicas.
O almoço juntou quase uma centena de candidatos que representaram os vários distritos da zona norte do país, até Coimbra.
Os candidatos monárquicos integram, na sua maioria, coligações com o PSD e, em alguns casos com o PSD e CDS-PP. É o caso do concelho de Braga, onde o PPM faz parte da coligação ‘Juntos por Braga’.
Em Guimarães, o PPM irá liderar uma coligação com o PPV.
Manuel Beninger referiu o PPM como um partido municipalista e disse ainda que “desde 1983 que não se registava um tão forte crescimento do partido e um número tão elevado de candidatos às eleições autárquicas a norte de Portugal”, acrescentando que os “candidatos monárquicos serão o garante da defesa intransigente do nosso povo e da nossa nação”.
Fernando Sá Meneses, um histórico do partido, também presente no evento, criticou duramente a república, que diz “não ser democrática”, porque não dá o direito do povo português escolher, em referendo, o sistema político que prefere.
O fundador do PPM acrescentou ainda outros pontos que fazem parte da doutrina do partido, passando também em memória alguns dos momentos mais importantes da existência do partido.
O almoço contou ainda com Adrião Saraiva Gonçalves, presidente da Mesa do Congresso do PPM que agradeceu aos presentes o nobre empenhamento na defesa da causa e no crescimento do partido, referindo o PPM como um partido “livre e democrático”.
"Almoço de confraternização juntou quase uma centena de candidatos do PPM" - Jornal Correio do Minho de 9 de Setembro, pág. 4

domingo, 8 de setembro de 2013

Os nossos candidatos: JUNTOS POR BRAGA - Fernando de Sá Menezes


Fernando Franklin Ribeiro da Silva de Sá Menezes, médico pediatra aposentado, um histórico fundador do Partido Popular Monárquico, um dos poucos que esteve na entrega do processo Juiz para a constituição do partido, em Lisboa, é mais um dos rostos do PPM no concelho de Braga, pertencendo à Comissão de Honra na candidatura liderado por Ricardo Rio na coligação JUNTOS POR BRAGA.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Jantar de Reis 2012: As fotografias (1)

EM DEFESA DOS PRODUTOS REGIONAIS E LOCAIS E DO COMERCIO TRADICIONAL

A sala preparada para receber os ilustres convidados
 Entrevista ao jornalista Manuel Costa
Engº Miguel Queimada da Real Confraria do Vinho Alvarinho
Apresentação dos produtos regionais e locais
Drº  José Lacerda e Megre, da Confraria do Vinho Verde
 Manuel Costa (esq.) e Domingos e António Mendes (dir.) acompanham a Real Confraria do Vinho Alvarinho na apresentação do seu produto
Drª  Sónia e Drº Paulo (esq.), Drº António Macedo, presidente da Associação Comercial de Braga (ao fundo) e Drº Botelho Machado (dir.)
 António Moniz Palme (à esq.), Fernando Menezes (de costas) e Isabel Menezes
 Entrevista à TV Minho
 A Confraria do Abade e a apresentação do seu produto: o Pudim Abade de Priscos. Huummm…
 O Estandarte da Confraria Panela ao Lume
Produtos locais e regionais. Apresentação de produtos à base do leite de cabra, como por exemplo, o sabonete.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Big brother monárquico bracarensis!


Atingimos a nossa primeira meta. Ultrapassar os 500 "olheiros" diários. Poucos, dirão muitos. Muito poucos dirão a maioria. Pois bem, para um partido, pequeno, onde muitos já tinham vaticinado o seu fim e feito o respectivo enterro, com carpideiras e foguetório, direi que é … Isso mesmo, é …

No dia 7 de Dezembro, atingimos os 653 curiosos. A todos esses agradeço. A todos esses dedico a minha "paixão".
Pretendo, como sempre desejei, nada impor partidariamente, assumir somente um palco de reflexão, onde se possa interiorizar novos conceitos e obter outros ângulos de visão para outras tantas abordagens.
Ribeiro Telles, ontem homenageado, era o meu “herói” enquanto pequeno. Abraçava as páginas de leitura do MEC. Barrilaro Ruas o meu mestre. Calava-me para ouvir o João, o Camossa. Deliciava-me com as histórias hilariantes dos “Menezes”, tanto do Amadeu como do Fernando. Aprender a ser irreverente como o Luís Coimbra. António Moniz Palme, com Vizela, fez-me acreditar quão importante era a defesa da causa pública.
Entre muitos outros, bravos e combativos, essa foi a minha “raiz” política.
Por mais inovadores que tenhamos sido em muitas áreas, pioneiros no ambiente, defensores das tradições portuguesas, preocupados com a agricultura e únicos, estatutariamente e programaticamente, na defesa da restauração da monarquia, sabemos tão bem como foram os resultados eleitorais durante décadas.

Continuo a mover-me por causas, por valores e por princípios. E assim será e assim continuará.
Bem hajam
MB

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Jantar de Reis 2011 - Braga (12)

Júlio Rodrigues, Drº José Joaquim Rodrigues da Silva, Drº Fernando Franklin Ribeiro da Silva de Sá Menezes. Núcleo do PPM de Vila Verde.

domingo, 9 de janeiro de 2011

PPM/Braga promove jantar de reis para defender fim da República

Jornal "Diário do Minho" de 9 de Janeiro, pág. 5


PPM/Braga promove jantar de reis para defender fim da República

A estrutura bracarense do Partido Popular Monárquico defendeu ontem o fim da República, alegando que o regresso ao regime monárquico garantia aos portugueses uma maior representatividade democrática e custearia muito menos aos cofres públicos.

A ideia foi defendida pelo presidente da distrital de Braga e vice-presidente da direcção nacional do PPM, Manuel Beninger, à margem de um jantar de reis promovido pelos monárquicos de Braga. A confraternização, que decorreu numa unidade hoteleira do centro de Braga, contou com a participação de históricos do PPM como Gonçalo Ribeiro Teles, Fernando Sá Monteiro, Luís Coimbra, Fernando de Sá Menezes, o Coronel Agostinho Gama, Miguel Pignatelli Queiroz e Jorge Corte-Real.

Para Manuel Beninger, a “campanha suja e negra que está em curso contra Cavaco Silva”, a propósito da compra e venda de acções da Sociedade Lusa de Negócios, que era propriedade do Banco Português de Negócios, “demonstra que Portugal ficaria melhor servido com um sistema monárquico de representação democrática”.

“Um rei representa a nação. Por não ser eleito, por não ser escolhido apenas por alguns, ele é absolutamente livre de lóbis, de pressões, de grupos económicos e de interesses partidários. O rei representa todos os portugueses”, sustentou o líder distrital dos monárquicos bracarenses, que não deixou de confrontar o custo da monarquia espanhola com as despesa que representa para os contribuintes a Presidência da República portuguesa.

As contas feitas pelo monárquico deixam claro que a República portuguesa “custa muito mais” do que a monarquia espanhola. “O custo da monarquia, em Espanha, é de 19 cêntimos de euro por cidadão”. O custo da República em Portugal é de 1,58 euros por cada português”, refere, precisando que “o Governo espanhol transfere para a sua Casa Real 9 milhões de euros”, enquanto que “o Governo português transfere para a Presidência da República a verba de 16 milhões de euros”.


Monarquias lideram ranking da democracia

Sem esconder a sua aversão pelo caminho que tomou a pré-campanha presidencial, Manuel Beninger vinca que, “ao entrar pela via da calúnia e da difamação, apenas contribui para diminuir a figura do futuro chefe de Estado”. O dirigente distrital do PPM fez notar que isso não aconteceria num regime monárquico, uma vez que “o rei está acima das disputas partidárias”.

“Propomos, por isso, uma chefia de Estado independente, uma verdadeira arbitragem do jogo democrático, um verdadeiro poder neutral em relação às forças políticas, neutralidade essa que só pode ser adquirida através de uma educação especializada e pela hereditariedade”, defendeu Beninger, lamentando que o texto da Constituição da República portuguesa feche a porta à monarquia.

O vice-presidente nacional do PPM acrescentou, a propósito, que o PPM “tem vindo a exigir a alteração da Constituição, de modo a que seja possível referendar o regime de chefia de Estado, dando a escolher aos portugueses a opção entre Monarquia ou República”. Em seu entender, “o regime e a Constituição não são verdadeiramente democráticos, uma vez que apenas consagram a República como única opção de regime”, lamentou.

O monárquico sublinhou ainda que “o ranking dos dez países com melhores índices de desenvolvimento humano do mundo revela que os primeiros lugares são países monárquicos: Noruega, Suécia, Holanda, Austrália, Canadá e Japão”. Acrescentou Manuel Beninger que “também o “ranking” dos dez países mais democráticos do mundo é dominado por regimes monárquicos. “Este “ranking” apresenta, no primeiro lugar, a Suécia, que é uma monarquia. E dos dez países da frente, sete são monarquias, havendo apenas três repúblicas”, concluiu.