Mudar o regime Servir Portugal

Manuel Beninger

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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Cientistas querem estudar coração de D.Pedro IV


Investigadores brasileiros querem analisar coração do antigo rei de Portugal - e Imperador do Brasil - para descobrir eventuais doenças cardíacas.
Depois de analisado o corpo do antigo rei de Portugal e Imperador do Brasil, a Universidade de São Paulo quer agora estudar o coração de D. Pedro IV, guardado na Igreja da Lapa por vontade do próprio rei.
Os investigadores brasileiros preparam assim um pedido oficial ao governo português para fazer uma biópsia. Carlos Augusto Pasqualucci, um dos médicos patologistas responsável pelo estudo, explicou à Lusa que seria apenas necessário um fragmento quase impercetível. A biópsia não vai "alterar em nada o aspecto do coração", garante, e o orgão "voltará à cidade do Porto".
O objetivo da biópsia seria detetar eventuais doenças no miocárdio ou infeções causadas por outras doenças como a tuberculose - causa provável da morte de D. Pedro IV. A investigação é a continuação de análises anteriores feitas ao corpo do monarca e das suas duas mulheres - Leopoldina e Amélia. O corpo do rei português encontra-se sepultado em São Paulo.

terça-feira, 4 de setembro de 2012

A bandeira de Portugal. A nossa bandeira.

A bandeira de Portugal e a ilustre e digna bandeira do Império do Brasil. Ambas com honras de Estado.

sábado, 11 de agosto de 2012

Parlamentarismo? Não é o bastante para o Brasil!


Por: Adivo Paim Filho*
Diante de todos os brasileiros, o “julgamento do Mensalão”? Ledo engano. Quem está no banco dos réus, dissimulada e falsa, como sempre, é a República que assola o Brasil desde o Golpe de 15.11.1889. Nem mais, nem menos.
O “Mensalão” não foi mera “compra de votos” parlamentares para obter a aprovação dos desejos “legais” do Executivo. Não se tratou apenas de corrupção, peculato, “caixa dois”, como registra a Imprensa ainda livre do Brasil, há sete anos. Tratou-se de uma sinistra tentativa política de Golpe contra o Estado brasileiro, criando uma sistemática submissão, anticonstitucional, do Legislativo ao Executivo. Um crime político, de analogia quase total com uma Traição à Pátria.
Infelizmente não é isto que consta da pauta do Supremo Tribunal Federal.
A percepção quase unânime dos analistas é que o malfadado “ciclo republicano” está chegando ao seu fim.
Numa recorrência que ultrapassa o meio século haverá quem proponha a instituição de um regime parlamentar com o ânimo de sanar a República no Brasil.
Isto não é suficiente, se é que alguma vez o foi, fora da página de ensaístas bem intencionados e professores sem atenção plena para a realidade brasileira.
Afinal, que República é essa que existe, pelo menos desde a Constituinte Guimarães-Jobim (1986-88) que pretendia dar conteúdo à dita “Nova República”, inaugurada em 1985 por José Sarney? O que temos no Brasil de hoje?
Uma partidocracia - expressa em "partidos", os quais detém o monopólio da representação política, partidos que são, etimologicamente, análogos a "bandos", "grupos", "facções", "quadrilhas". Tudo isso encimado por um hiperpresidencialismo que governa e administra, legisla por medidas provisórias e nomeia todos os juízes dos tribunais superiores do País. Um tipo de Estado análogo ao Estado nazista, onde tudo era legal, com base nas teorias jurídicas de Carl Schmitt. Obviamente este não é um quadro favorável nem aos cidadãos e nem aos negócios, não há "regras do jogo", estas são mutáveis conforme o interesse dos aliados do momento. A recente política econômica do governo está demonstrando isso cotidianamente, para citar apenas um exemplo menor. Para o bem do Brasil, dos brasileiros, dos negócios, isso tem de mudar.
No ápice da proposta, a separação nítida, constitucional, entre a Chefia de Estado e a Chefia de Governo. Monarca, de um lado, Primeiro Ministro, de outro. Porém, isso não é o bastante; há várias outras coisas a acertar, de modo quase simultâneo: o sistema econômico, o sistema tributário, o sistema eleitoral, o federalismo vigente, etc.
Importa menos, quem será o Imperador – sobre isto o IBEM tem uma proposta racional e tranquila, como serão e para que servirão os títulos e condecorações, as filigranas eventuais de protocolo. Isso é “frescura” pura. (Importa registrar, todavia, que o Reino Unido, ganha muito dinheiro com isso tudo e nada impede que aconteça o mesmo no Brasil).
E, se formos uma República Parlamentar? Ora, vamos interromper a retórica, tão do gosto de nossa Alma Barroca! Basta lembrar que um presidente, eleito pelo voto direto dos eleitores -não há como cogitar de outro caminho atualmente, terá de, necessariamente, ser candidato através de um "partido" ("bando", "grupo", "facção", "quadrilha") e não terá como encarnar, vitorioso, o País por inteiro e, sim, o "País partido". Isto é o bastante para trazer à tona “o germe da instabilidade”, a qual precisamos afastar.
Temos que ter governos sob a Lei e independentes das pessoas no poder. Nem queremos e nem precisamos de "messias", "salvadores", “caudilhos” ou "benfeitores". Por definição, o monarca é suprapartidário. Já o era no Primeiro Império (1822-1889): “Imperador Constitucional” e “Defensor Perpétuo do Brasil”. Assim, suprapartidário, será quando da instauração da Monarquia que defendemos.
A República faliu, não tem salvação e nem remendo possível. A prova provada é o “Mensalão”. Chega de termos uma Constituição de fachada, imersa na má fé e na ilusão.
Há que buscar, com clareza, o desenvolvimento institucional de nossa Pátria.
Para sairmos desse quadro, terrível, apenas a Monarquia Constitucional serve.
Sejamos visionários, mas pragmáticos. O Tempo urge. Viva o Brasil!

*Secretário-Geral, IBEMInstituto Brasileiro de Estudos Monárquicos do Rio Grande do Sul

sábado, 16 de junho de 2012

Família Imperial e Real Brasileira!

Da Esquerda para a Direita: Princesa Dona Amélia, Dona Gabriela, Dom Rafael, Dona Christine de Ligne, Dom Antônio, Dom Bertrand e Dom Luiz de Orleans e Bragança. Atrás os soldados fuzileiros navais (Brigada Real da Marinha) na Imperial Irmandade do Outeiro da Glória.

sábado, 17 de dezembro de 2011

Imperador D. Pedro II falava fluentemente hebraico

D. Pedro II, imperador do Brasil de 1841 a 1889, era conhecido por sua vasta cultura e ampla gama de interesses, dominando diversos idiomas inclusive o hebraico.

Segundo o semanário Há Maguid (O Anunciador), o primeiro a ser editado na Europa em língua hebraica, “D. Pedro falava e escrevia com desenvoltura as línguas europeias e também conhecia bem o hebraico”.

Houve sempre, por parte do imperador brasileiro, profundo interesse em assuntos de cultura geral e científica e extrema dedicação ao estudo de idiomas.

Participava de diversas academias de ciências e letras, tendo sido eleito membro da Academia Francesa e tornando-se imortal.

Continua Há Maguid: “Era membro activo de diversas sociedades científicas na Europa e foi eleito para a Liga dos Quarenta Sábios, em Paris”.

Ainda jovem, D. Pedro II demonstrou especial interesse pela língua hebraica, a qual estudou durante toda a sua vida com afinco, com o auxílio de rabinos e professores judeus em sua pátria e também no exterior.

Há diversos testemunhos quanto ao excelente domínio da língua hebraica a que chegou D. Pedro, incluindo a fala fluente e a redacção criativa.

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terça-feira, 29 de novembro de 2011

A Princesa Paola de Sapieha Rozanski anuncia seu casamento

A Princesa Paola de Orleans e Bragança Sapieha-Rozanski, princesa polonesa, nascida em Londres, filha do Príncipe João Paulo Sapieha-Rozanski, Alteza Sereníssima, e da Princesa Cristina de Orleans e Bragança, Princesa no Brasil, anuncia seu casamento com o Príncipe Constantin Czetwertynski, belga de ascendência nobre tcheca, que vive em São Paulo. O casamento será ano que vem, na Catedral de Petrópolis.

A princesa D. Cristina e o ex-marido, o príncipe João Sapieha Rozanski, que mora no Rio, estão extremamente felizes com o noivado da filha.

domingo, 27 de novembro de 2011

Imperador Dom Pedro II e o Líbano

A Associação Cultural Brasil-Líbano e a comunidade líbano-brasileira comemoram os 135 anos da visita do imperador dom Pedro II ao Líbano. O monarca lá permaneceu de 11 a 15/11/1876, procedente da Grécia, viajando no navio Aquila Imperial, acompanhado de sua esposa, a imperatriz dona Tereza Christina Maria, e de uma comitiva de aproximadamente 200 pessoas.

Dom Pedro II percorreu o país dos cedros a cavalo, tendo à frente a bandeira verde-amarela do Brasil. De Beirute escreveu ao diplomata francês Joseph de Gobineau, que ficara em Atenas: "A partir de hoje, começa um mundo novo. O Líbano ergue-se diante de mim, com seus cimos nevados, seu aspecto severo, como convém a essa sentinela da Terra Santa".

Grande admirador da cultura árabe, dom Pedro II chegou a estudar a língua com um arabista alemão. No Líbano, o imperador brasileiro encontrou-se com vários intelectuais vinculados às ciências e às artes. Como o gramático Ibrahim al-Yazigi – que lhe ofereceu livros em árabe, com dedicatória, os quais se encontram no Museu Imperial de Petrópolis – e o professor Cornelius Van Dyck, da Universidade Americana de Beirute. Deste último, Pedro II assistiu a uma aula, ao lado de Nami Jafet, um dos pioneiros da emigração libanesa para o Brasil.

Depois de visitar o patriarca da Igreja Maronita, Boulos Mass'ad, em Bkerke, o magnânimo imperador brasileiro dirigiu-se às cidades de Chtaura e Zahle. No dia seguinte, visitou os templos de Baco, Júpiter e Vênus em Baalbek. Durante a viagem, dom Pedro II muito incentivou o fluxo emigratório para o Brasil. Desde então a história da comunidade líbano-brasileira está entrelaçada com o desenvolvimento deste País nos últimos 130 anos.

Não faltam exemplos do elo afetivo entre os dois países. Em 1808, quando dom João VI chegou ao Rio com a família real, o libanês Elias Antônio Lopes ofereceu-lhe sua casa como residência, mais tarde conhecida como Paço de São Cristóvão - onde nasceu dom Pedro II - e, hoje conhecida como Quinta da Boa Vista, onde se encontra o Museu Nacional. Essa história consta nos arquivos da Biblioteca Nacional de Portugal.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

122º Aniversário do golpe contra o Império do Brazil

Nesta triste data, 15 de novembro, relembremos o golpe nefasto perpetrado pelo marechal revoltoso, marechal Deodoro da Fonseca, contra a Monarquia e as instituições aristocráticas do Império do Brasil, transformando a antiga e orgulhosa Terra de Vera Cruz numa republiqueta das bananas.

Lembremos as palavras do grande Visconde de Ouro Preto:

O Império não foi a ruína. Foi a conservação e o progresso. Durante meio século, manteve íntegro, tranquilo e unido território colossal. O império converteu um país atrasado e pouco populoso em grande e forte nacionalidade, primeira potência sul-americana, considerada e respeitada em todo o mundo civilizado.

A república brasileira, como foi proclamada, é uma obra de iniquidade. A república se levantou sobre os broquéis da soldadesca amotinada, vem de uma origem criminosa, realizou-se por meio de um atentado sem precedentes na história e terá uma existência efémera!