Mudar o regime Servir Portugal
Manuel Beninger
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
Cientistas querem estudar coração de D.Pedro IV
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
terça-feira, 4 de setembro de 2012
A bandeira de Portugal. A nossa bandeira.
sábado, 11 de agosto de 2012
Parlamentarismo? Não é o bastante para o Brasil!
sábado, 16 de junho de 2012
Família Imperial e Real Brasileira!
sábado, 17 de dezembro de 2011
Imperador D. Pedro II falava fluentemente hebraico

D. Pedro II, imperador do Brasil de 1841 a 1889, era conhecido por sua vasta cultura e ampla gama de interesses, dominando diversos idiomas inclusive o hebraico.
Segundo o semanário Há Maguid (O Anunciador), o primeiro a ser editado na Europa em língua hebraica, “D. Pedro falava e escrevia com desenvoltura as línguas europeias e também conhecia bem o hebraico”.
Houve sempre, por parte do imperador brasileiro, profundo interesse em assuntos de cultura geral e científica e extrema dedicação ao estudo de idiomas.
Participava de diversas academias de ciências e letras, tendo sido eleito membro da Academia Francesa e tornando-se imortal.
Continua Há Maguid: “Era membro activo de diversas sociedades científicas na Europa e foi eleito para a Liga dos Quarenta Sábios, em Paris”.
Ainda jovem, D. Pedro II demonstrou especial interesse pela língua hebraica, a qual estudou durante toda a sua vida com afinco, com o auxílio de rabinos e professores judeus em sua pátria e também no exterior.
Há diversos testemunhos quanto ao excelente domínio da língua hebraica a que chegou D. Pedro, incluindo a fala fluente e a redacção criativa.
terça-feira, 29 de novembro de 2011
A Princesa Paola de Sapieha Rozanski anuncia seu casamento

A Princesa Paola de Orleans e Bragança Sapieha-Rozanski, princesa polonesa, nascida em Londres, filha do Príncipe João Paulo Sapieha-Rozanski, Alteza Sereníssima, e da Princesa Cristina de Orleans e Bragança, Princesa no Brasil, anuncia seu casamento com o Príncipe Constantin Czetwertynski, belga de ascendência nobre tcheca, que vive em São Paulo. O casamento será ano que vem, na Catedral de Petrópolis.
A princesa D. Cristina e o ex-marido, o príncipe João Sapieha Rozanski, que mora no Rio, estão extremamente felizes com o noivado da filha.
domingo, 27 de novembro de 2011
Imperador Dom Pedro II e o Líbano

A Associação Cultural Brasil-Líbano e a comunidade líbano-brasileira comemoram os 135 anos da visita do imperador dom Pedro II ao Líbano. O monarca lá permaneceu de 11 a 15/11/1876, procedente da Grécia, viajando no navio Aquila Imperial, acompanhado de sua esposa, a imperatriz dona Tereza Christina Maria, e de uma comitiva de aproximadamente 200 pessoas.
Dom Pedro II percorreu o país dos cedros a cavalo, tendo à frente a bandeira verde-amarela do Brasil. De Beirute escreveu ao diplomata francês Joseph de Gobineau, que ficara em Atenas: "A partir de hoje, começa um mundo novo. O Líbano ergue-se diante de mim, com seus cimos nevados, seu aspecto severo, como convém a essa sentinela da Terra Santa".
Grande admirador da cultura árabe, dom Pedro II chegou a estudar a língua com um arabista alemão. No Líbano, o imperador brasileiro encontrou-se com vários intelectuais vinculados às ciências e às artes. Como o gramático Ibrahim al-Yazigi – que lhe ofereceu livros em árabe, com dedicatória, os quais se encontram no Museu Imperial de Petrópolis – e o professor Cornelius Van Dyck, da Universidade Americana de Beirute. Deste último, Pedro II assistiu a uma aula, ao lado de Nami Jafet, um dos pioneiros da emigração libanesa para o Brasil.
Depois de visitar o patriarca da Igreja Maronita, Boulos Mass'ad, em Bkerke, o magnânimo imperador brasileiro dirigiu-se às cidades de Chtaura e Zahle. No dia seguinte, visitou os templos de Baco, Júpiter e Vênus em Baalbek. Durante a viagem, dom Pedro II muito incentivou o fluxo emigratório para o Brasil. Desde então a história da comunidade líbano-brasileira está entrelaçada com o desenvolvimento deste País nos últimos 130 anos.
Fonte: Cariricaturas
terça-feira, 15 de novembro de 2011
122º Aniversário do golpe contra o Império do Brazil

Nesta triste data, 15 de novembro, relembremos o golpe nefasto perpetrado pelo marechal revoltoso, marechal Deodoro da Fonseca, contra a Monarquia e as instituições aristocráticas do Império do Brasil, transformando a antiga e orgulhosa Terra de Vera Cruz numa republiqueta das bananas.
Lembremos as palavras do grande Visconde de Ouro Preto:
“O Império não foi a ruína. Foi a conservação e o progresso. Durante meio século, manteve íntegro, tranquilo e unido território colossal. O império converteu um país atrasado e pouco populoso em grande e forte nacionalidade, primeira potência sul-americana, considerada e respeitada em todo o mundo civilizado.
A república brasileira, como foi proclamada, é uma obra de iniquidade. A república se levantou sobre os broquéis da soldadesca amotinada, vem de uma origem criminosa, realizou-se por meio de um atentado sem precedentes na história e terá uma existência efémera!”



