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Manuel Beninger

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quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Rei da Jordânia, Abdullah II, condecora Comandante-Geral da GNR


Comandante-geral da GNR condecorado na Jordânia
O rei da Jordânia, Abdullah II, recebeu o comandante-geral da GNR, tenente-general Newton Parreira, na visita oficial que este efectuou àquele país no último fim-de-semana.
O monarca, em encontro privado, manifestou a sua simpatia por Portugal e pela Guarda – incentivando a cooperação da polícia jordana com a força policial portuguesa.
O responsável máximo da GNR foi ainda condecorado com a Medalha de Excelência da Gendarmerie Jordana, distinção esta que premeia os actos e condutas relevantes em prol da justiça, da segurança e da paz.
As forças policiais dos dois países acordaram ainda estreitar a cooperação, em especial na área da formação. Luís Newton Parreira visitou mesmo a Unidade Especial Antiterrorismo.
+ INFO: GNR

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Rei da Jordânia conta como conquistou Rania


Rei da Jordânia conta como conquistou Rania
O monorca explica em livro que cozinhou para a rainha no primeiro encontro e que a pediu em casamento na rua, ao lado do seu carro.
"Quando a vi, pensei: Caramba!", assim descreve o rei Abdalá II da Jordânia o seu primeiro encontro com Rania, a quem conheceu durante um jantar de amigos em 1992, numa autobiografía publicada recentemente com o título "A Nossa Última Oportunidade".
No livro, onde também aborda várias questões políticas, o monarca fala da sua relação com a rainha, considerada uma das mulheres mais elegantes do mundo, com quem está casado há 19 anos.
Abdalá II conta que idealizou um plano, com a ajuda de um amigo, para conseguir marcar um encontro com Rania, mas que ela recusou. "Então mandei de volta o meu amigo com uma caixa de bombons belgas... e outro dia decidi surpreendê-la ao cozinhar para ela" conta o rei. Meses depois pediu-a em casamento.
"Tinha sonhado com um pedido muito mais romântico mas quando estávamos a falar fora do carro disse-lhe que a nossa relação estava a ficar cada vez mais séria e que via que podíamos casar. Rania olhou para mim, sorriu e não disse nada", contou o rei que interpretou esse silêncio como um "sim".

sábado, 26 de novembro de 2011

Rainha Rania da Jordânia na escola

Rainha Rania da Jordânia foi visitar uma escola para meninas em Al Jizah.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Rei da Jordânia pede ao presidente da Síria para abandonar o poder

Abdullah II, rei da Jordânia, afirmou hoje que o presidente sírio deve renunciar à liderança do país.

«Se eu estivesse no seu lugar, deixava o poder», disse hoje o rei da Jordânia em entrevista à BBC, acrescentando que, além de se retirar, Bashar al-Assad devia «assegurar-se de que o seu sucessor seria capaz de mudar a actual situação do país».

As palavras de Abdullah II fazem da Jordânia o primeiro país da Liga Árabe a sugerir abertamente a demissão do presidente Assad.

«Se Bashar se interessa verdadeiramente pelo seu país, deve-se retirar e deve criar as condições necessárias para a Síria poder iniciar uma nova fase política», continuou o monarca.

Fonte: SOL

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Rei Abdallah II da Jordânia amplia as reformas democráticas

Abdallah II, prometeu na semana passada que, a partir das próximas eleições gerais, os governos serão formadas por aqueles partidos ou coligações que obtiverem uma maioria no Parlamento do país. O país assumirá o sistema parlamentar, prometeu Abdullah II, cujas responsabilidades que ainda detêm é a nomeação de primeiros-ministros e ministros.

"Estamos comprometidos e dispostos a adotar um sistema parlamentar", disse o monarca, que atualmente tem o poder de nomear primeiros-ministros e ministros do governo.

"Pretendemos implementar o novo sistema a partir do próximo mandato, como parte do processo de reformas democráticas", disse ele durante um discurso transmitido pela televisão por ocasião da primeira sessão da câmara baixa do Parlamento após o recesso de férias.

Abdallah II não especificou a data da próxima eleição, mas em declarações recentes, deixou claro que preferia a realização de eleições no início do segundo semestre de 2012, após a adopção de uma nova lei eleitoral e outros partidos políticos.

"As mudanças na região leva-nos a expressar a nossa forte convicção sobre a necessidade de reforma e participação popular, para corrigir os erros do passado, ser responsável e garantir a separação de poderes", disse o monarca.

Fonte: Monarquia Confidencial