Mudar o regime Servir Portugal
Manuel Beninger
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
Rei da Jordânia, Abdullah II, condecora Comandante-Geral da GNR
sexta-feira, 18 de maio de 2012
Rei da Jordânia conta como conquistou Rania
sábado, 26 de novembro de 2011
terça-feira, 15 de novembro de 2011
Rei da Jordânia pede ao presidente da Síria para abandonar o poder

Abdullah II, rei da Jordânia, afirmou hoje que o presidente sírio deve renunciar à liderança do país.
«Se eu estivesse no seu lugar, deixava o poder», disse hoje o rei da Jordânia em entrevista à BBC, acrescentando que, além de se retirar, Bashar al-Assad devia «assegurar-se de que o seu sucessor seria capaz de mudar a actual situação do país».
As palavras de Abdullah II fazem da Jordânia o primeiro país da Liga Árabe a sugerir abertamente a demissão do presidente Assad.
«Se Bashar se interessa verdadeiramente pelo seu país, deve-se retirar e deve criar as condições necessárias para a Síria poder iniciar uma nova fase política», continuou o monarca.
Fonte: SOL
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
Rei Abdallah II da Jordânia amplia as reformas democráticas

Abdallah II, prometeu na semana passada que, a partir das próximas eleições gerais, os governos serão formadas por aqueles partidos ou coligações que obtiverem uma maioria no Parlamento do país. O país assumirá o sistema parlamentar, prometeu Abdullah II, cujas responsabilidades que ainda detêm é a nomeação de primeiros-ministros e ministros.
"Estamos comprometidos e dispostos a adotar um sistema parlamentar", disse o monarca, que atualmente tem o poder de nomear primeiros-ministros e ministros do governo.
"Pretendemos implementar o novo sistema a partir do próximo mandato, como parte do processo de reformas democráticas", disse ele durante um discurso transmitido pela televisão por ocasião da primeira sessão da câmara baixa do Parlamento após o recesso de férias.
Abdallah II não especificou a data da próxima eleição, mas em declarações recentes, deixou claro que preferia a realização de eleições no início do segundo semestre de 2012, após a adopção de uma nova lei eleitoral e outros partidos políticos.
"As mudanças na região leva-nos a expressar a nossa forte convicção sobre a necessidade de reforma e participação popular, para corrigir os erros do passado, ser responsável e garantir a separação de poderes", disse o monarca.
Fonte: Monarquia Confidencial


