Mudar o regime Servir Portugal

Manuel Beninger

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sábado, 9 de novembro de 2013

DISCUTE-SE, SIM... COERÊNCIA.

No dia 5 de Novembro de 2013, desconhecendo o regimento da Assembleia da República sobre eventos, ou manifestações culturais de qualquer índole, que se poderão efectuar na nossa "casa da democracia", ao abrigo das solicitações promovidas pelos partidos políticos ou, porventura outros interessados, realizou-se a antestreia do filme “Até amanhã, camaradas”, de Joaquim Leitão, baseado no romance homónimo do Dr. Álvaro Cunhal, escrito sob o pseudónimo de Manuel Tiago, isto a breves dias de assinalar o centenário do nascimento do antigo líder do PCP.
Faço desde já o meu registo de intenções, para que tudo fique claro…não sou obviamente um simpatizante do PCP, nem sequer do Dr. Álvaro Cunhal, mas sou claramente um respeitador da coerência do seu pensamento e digo-o, com a distância insofismável do meu próprio pensamento politico, no entanto, a coerência é coisa rara nos dias que correm.
A sua importância como figura marcante, quer se goste ou não, na história da democracia portuguesa, no último quartel do século XX, e aqui uma vez mais, dependendo do ponto de vista de cada um dos portugueses, é realçada pela sua “honestidade” intelectual, ao guardar com zelo os ideais que defendeu até ao último suspiro…disso não tenho qualquer tipo de dúvida.
Contudo, discordo em absoluto da subentendida homenagem na Assembleia da República, ao exibir sob efeito de espelho e em atitude cinematográfica a sua obra homónima.
Porquê?
Por critérios de coerência…os mesmos que eu próprio admirei na figura do Dr. Álvaro Cunhal, aliás, atrevo-me a afirmar que o próprio recusaria este tipo de iniciativa.
Lembro…aquando da sua morte, foi requerido um minuto de pesar e concedido pela maioria parlamentar vigente no momento, na Assembleia da República.
Por critérios de coerência, em 2008, foi recusado um minuto de pesar, requerido pela bancada afecta à oposição de então, em memória, volvidos 100 anos, de um Chefe de Estado e seu filho, que foram assassinados através de acto pusilânime, no Terreiro do Paço.
Não se discutem as dimensões dos homens e dos seus lugares, discute-se sim…a coerência.
 

domingo, 28 de julho de 2013

O PPM com o PORTO FORTE

 Depois de mais uma reunião de trabalho com a direcção de campanha do PORTO FORTE.
Dr. Eduardo Carqueja, Eng. Ricardo Almeida, Presidente da CPC do Porto do PSD e Arq. José Peres da Silva Bastos.

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Carta ao eurodeputado Nuno Melo


Caro Nuno Melo,
Hoje, em acto contínuo de outros dias, Portugal caminha a passos largos para a sua perda de identidade. O que aconteceu hoje, no Parlamento, com a abstenção de deputados do CDS/PP e votos a favor de alguns deputados do PSD, originando por este facto, a aprovação da Lei da "co-adopção por duas pessoas do mesmo sexo", foi uma vergonha nacional.
É um dia muito triste.
Da atitude dos deputados do PSD, não me espanta absolutamente nada, agora, a abstenção de deputados do CDS/PP... isso sim, o espanto é imenso, porque não quero acreditar que isso tenha acontecido num partido que advoga princípios da democracia-cristã.
Não entendo... mesmo que se avance com a fiscalização sucessiva do documento...não há coerência intelectual e politica.
Enfim, espero que haja "homens" e humanidade, que num conjunto, consigam fazer face uma vez mais a este ataque "vil" à estrutura institucional que é a "Família", no seu mais profundo conceito... natural e puro, e na sua grandeza substantiva.
Um abraço, amigo de,

sexta-feira, 10 de maio de 2013

AS MENSAGENS DE EL-REI D. CARLOS I, por José Peres Silva Bastos

Quando se fala actualmente nos planos que Portugal, poderá adoptar para sair da crise, insistimos nos nossos valores ancestrais a que sempre nos ligámos, à terra e ao mar.
Após a entrada de Portugal na C.E.E., actual União Europeia, e a bem desta, delapidamos essa herança, da nossa estrutura sócio-económica, com consequências previsíveis. Encontramo-nos nessa encruzilhada, de saber se valerá o sacrifício de todos, voltarmos para a agricultura e igualmente para o mar, no intuito de salvarmos Portugal.
Afirmo, que valerá a pena, pois são premissas da nossa identidade de sempre.
Sobre isto tudo, o nosso Rei D. Carlos I, foi um visionário.
Iniciou a Oceanografia, e apontou o futuro do Mar, com factor de desenvolvimento.
Efectuou nas suas imensas terras particulares, estudos de rentabilização e apuramento de excelsa qualidade. Aqui, também imprimiu o seu cunho da procura contínua da perfeição, que impunha em tudo o que fazia. O futuro diz-nos que qualidade é sinónimo de sucesso. A realçar e a confirmar, os imensos prémios que obteve com produtos das suas terras, em feiras nacionais e estrangeiras, da especialidade. 
Esta nota, que escrevo, tem duas mensagens implícitas, ou até poderá ter várias, deixo isso ao vosso critério, mas que gostaria que entendessem.
A primeira é a constatação do trabalho exercido pelo nosso Rei, a segunda é o caminho que o actual movimento monárquico poderá legitimamente enveredar, como ideia primordial, para se reinstalar a monarquia em Portugal.
O contacto directo de El-Rei D. Carlos I, com o Mar e a Terra, trouxe-lhe a alegria de viver.
Vou-lhes falar, sobre a Terra.
Não vou fazer qualquer tese sobre este assunto, porque já está prácticamente feito esse trabalho, mas sim transcrever alguns apontamentos que nos ajudam a perceber qual o verdadeiro trabalho de um Soberano, por este motivo, passo a citar:
"D. Carlos tinha conhecimento efectivo das questões agrícolas e não apenas gosto lúdico ou estético pelo campo".
...
"Embora a identificação com o meio agrário transtagano tivesse consequências potencialmente negativas para a sua imagem junto da burguesia citadina, funcionando como mais um factor de distanciamento e, portanto, de impopularidade, D. Carlos assumiu a pele de latifundiário como nenhum antecessor havia feito. Integrando-se de forma plena nessa sociedade rural,
" O Rei atingiu duas coisas: o sentimento de pertença a meio social composto de classes sociais diferentes, mas integradas numa comunidade; e o estatuto de cidadão produtivo, numa economia, e da lavoura alentejana e ribatejana, que conseguiu mostrar dinamismo por volta de 1900".

O Rei D. Carlos I, mostrou deste modo, que procurando encontrar a integração do País com as suas géneses e identificações afectivas, a sua relação de figura máxima do regime, podia unificar de todo, Portugal.
A este facto, acrescento a sua forte vocação de diplomata, que ainda hoje, por manifesta falta de vontade ideológica, ou política, encontra-se esquecida e arquivada. Seria muito interessante promove-la devidamente.
Termino com esta subentendida mensagem, para todos os monárquicos portugueses:
"Talvez, por isso, possamos reter essa imagem marcante da felicidade alcançada pelo Rei nas suas terras, entre o seu povo, como ele confidenciava ao seu amigo Arnoso:
"Eu aqui não o rei, sou principalmente "o nosso lavrador" assim é que elles me dão vivas (e tocam-me bem mais)."

Porto, 27 de Novembro de 2011
Fontes:
Silva, Isabel Corrêa da; Seixas, Miguel Metelo de, D. CARLOS de corpo inteiro, Outubro de 2009, Ed. Objectiva.

sábado, 4 de maio de 2013

Estatística da pagina do Facebook da TV Monarquia Portuguesa


Como podem ver na imagem anexa, a nossa pagina do facebook começa a atingir resultados fantásticos.
Conseguimos chegar a mais de 28 200 pessoas, espalhadas por todo o mundo, muito em especial nos países de língua oficial portuguesa. Por outro lado, verificamos que mais de 1300 pessoas já falam de nós, o que é de facto muito bom.
Estamos presentes em inúmeros grupos Monárquicos e Não Monárquicos, de várias línguas e de vários países, nomeadamente Timor, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Angola, Moçambique, Guiné, Brasil, Espanha, Reino unido, Portugal, é claro, etc.
Este projecto vai dando passos, não de forma tão rápida como poderíamos desejar, mas com muita segurança e de forma muito consolidada. Para isso tem sido determinante o apoio que todos nos tem feito chegar e as mensagens de incentivo que muito agradecemos.
Continuamos determinados em seguir firmes rumo ao objectivo traçado aquando do nosso lançamento e cada dia que passa é menos um que nos separa de tão ambiciosas metas.
Cada vez mais acreditamos que podemos ser uma factor de unificação e aglutinação de todos os Monárquicos e reiteramos a máxima de que a TV MONARQUIA PORTUGUESA É DE TODOS E PARA TODOS.
Juntem-se a nós, cliquem em "Gosto" e recebam as nossas actualizações, acedendo em:

A Equipa da TV Monarquia Portuguesa.
César Braia
Fábio Reis Fernandes
Hugo Sousa Pinto
José Peres Bastos
Manuel Beninger

sexta-feira, 26 de abril de 2013

MONÁRQUICOS QUEREM DEMOCRACIA COM REI - ECOS NA COMUNICAÇÃO SOCIAL!


Jornal de Notícias de 26 de Abril, pág. 31

MONÁRQUICOS DEFENDEM QUE "COM REI É MAIS FIXE"

PPM quer democracia com rei (*)
O PPM assinalou o 39.º aniversário do 25 de Abril colando cartazes onde contesta a República e acusa todos quantos querem "atirar areia para os olhos dos portugueses". "A República de Abril que se lixe, democracia com rei é mais fixe!" serviu de mote a cartazes espalhados por todo o lado, como que "apontando o dedo a esta ditadura impositiva republicana".
Os militantes do Partido Popular Monárquico (PPM) defendem a realização de um referendo sobre "a natureza e a arquitectura do Estado", contestando o facto de, em Portugal, não ser permitido "que o povo possa ser livremente consultado a respeito do sistema político que prefere. Não parece democrático. E de facto não é!".
"E tudo isto em defesa de um regime - o republicano - que, sem prévia nem posterior consulta aos portugueses, foi imposto pela força das armas", prosseguem, questionando a razão pela qual "um regime que colocou este país à beira da bancarrota não se deixa referendar".
"O Povo português exige o direito a poder escolher. Exige liberdade e democracia. Monarquia ou República? Por um Abril verdadeiramente democrático", referem num manifesto.
(*) Errata: Esta iniciativa foi realizada por um conjunto de monárquicos, uns oriundos das diversas origens político partidárias, outros independentes partidariamente e muitos associados em várias Reais Associações. Todos cansados deste regime impositivo republicano.

quarta-feira, 24 de abril de 2013

A REPÚBLICA DE ABRIL QUE SE LIXE, DEMOCRACIA COM REI É MAIS FIXE!


MOVIMENTO POPULAR MONÁRQUICO
Como quem quer atirar areia para os olhos dos portugueses, pretendem comemorar hoje, dia 25 de Abril, o Dia da Liberdade. Infelizmente assim não o é.
Por todo o país (Braga, Porto, Barcelos, Coimbra, Viana do Castelo, Ovar, Aveiro, Lisboa, Monção, Faro, Portimão, etc...) está a ser afixado um cartaz apontando o dedo a esta ditadura impositiva republicana com a seguinte frase: “A REPÚBLICA DE ABRIL QUE SE LIXE, DEMOCRACIA COM REI É MAIS FIXE!
Em democracia, a natureza e a arquitectura do Estado deve ser referendável. Em Portugal não é! A nossa República não permite que o povo português possa ser livremente consultado a respeito do sistema político que prefere. Não parece democrático. E de facto não é!
Trata-se sem dúvida de uma grave ofensa à dignidade do povo português, cujas opções ficaram assim condicionadas arbitrariamente pela vontade de um efémero grupo de indivíduos, expressa num fugaz e perturbado momento da nossa história.
E tudo isto em defesa de um regime – o republicano – que, sem prévia nem posterior consulta aos portugueses, foi imposto pela força das armas.
A pergunta que se coloca é por que razão um regime que colocou este país à beira da bancarrota não se deixa referendar? Que democracia pode existir num sistema político se eterniza através de normas constitucionais que, para se manterem, necessitam do apoio de apenas um terço dos deputados.
O Povo português exige o direito a poder escolher. Exige liberdade e democracia. Monarquia ou República?
Por um Abril verdadeiramente democrático.

BRAGA, NOITE DE 24 PARA 25 DE ABRIL
Movimento Popular Monárquico
Miguel Menezes, filho do saudoso Eng.º Amadeu de Sá Menezes
Os cinco violinos: José Peres Basto, César Braia, Miguel Menezes, Manuel Beninger e Fábio Reis
BARCELOS, NA NOITE DA FESTA DAS CRUZES
Com o popular monárquico José Quinta
ESPOSENDE

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

TV Monarquia Portuguesa - Apresentação da equipa


A TV Monarquia Portuguesa, antes denominada de Maria da Fonte TV, dá, de forma sustentada mas ambiciosa, passos seguros rumo ao objectivo a que nos propusemos.
Neste sentido vimos apresentar formalmente a todos quantos nos seguem e ao público em geral a equipa da TV Monarquia Portuguesa.
Factor comum aos seus elementos é a vontade de levar mais longe e de forma mais activa a mensagem Monárquica, explicar do que se trata e contribuir activamente para ver o Regime Monárquico restaurado em Portugal.
No mesmo patamar de importância está a divulgação, não apenas a nível nacional, mas também a nível internacional de Portugal, sua história, seus produtos, seus serviços, suas gentes, suas tradições, sua cultura, etc.
Como já tem vindo a ser divulgado, a próxima grelha está a ser preparada e na calha estão inúmeros projectos inovadores, como por exemplo entrevistas a personalidades de destaque, cobertura de eventos, realização de documentários alargados, etc.
Estão também a ser levados contactos para o estabelecimento de parcerias importantes e fundamentais para a viabilidade futura deste projecto.
Move-nos a dedicação a Portugal e à Causa Monárquica.
Move-nos o querer um país melhor para nós e para os nossos.
Move-nos o querer fazer algo de produtivo e importante.
Assim, reiteramos a vontade e o desejo de contar com todos nesta empreitada que é, voltamos a afirmar, ambiciosa e determinada.

A Equipa da TV Monarquia Portuguesa

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

ESPERANÇA


Num movimento imparável de crescimento e constatação que a monarquia através da Família Real, consegue aglutinar em torno dela uma relação de afecto e de esperança para Portugal, não será pedir muito a todos (expressamente a "todos"), que se identificam com a Causa Real e os seus propósitos de servir a Pátria sem nada em troca, divulgue sempre que possível, num espírito de humildade, através dos seus amigos todas as ideias e eventos que poderão alargar o "ideário" de restauração monárquica, que tem constantemente adiado sem consulta popular, desde 1910.

Existe uma solução para Portugal.

Restabelecer o laço afectivo da história e da inevitável compreensão daquilo que efectivamente somos: Portugueses.

Em todos os momentos de dificuldade e de ansiedades, tivemos sempre o engenho da superação, quando já ninguém acreditava que o pudessemos executar.

A nossa imensa e grandiosa história é disso uma prova cabal.

Por Portugal, uma Esperança.

Viva a Família Real.

sábado, 6 de outubro de 2012

RECLAMAÇÃO II


No seguimento da minha reclamação à SIC, acrescentei o meu sentimento de reclamar, à TVI:
A TVI esteve presente no Palácio da Independência, ontem no dia 05.10.2012, a gravar a comunicação de D. Duarte Pio de Bragança, aos portugueses. Gostaria de saber qual o motivo da não divulgação desse evento, porque não quero acreditar que haja qualquer tipo de censura...seria um critério triste e anti-democrático, pois toda a comunicação e jornalismo deverá ser livre e isento, no mais puro sentimento da liberdade de expressão.

RECLAMAÇÃO I


Como forma de protesto à Censura à comunicação de SAR D. Duarte Pio de Bragança, ontem no dia 5 de Outubro de 2012, no Palácio da Independência, enviei a seguinte mensagem para a SIC Notícias:
" Hoje, exactamente no dia em que a SIC faz 20 anos de emissão, desejo a todos que continuem a efectuar o excelente trabalho que têm feito, assim sendo, os meus sinceros parabéns, no entanto, cabe-me fazer um ligeiro e grande reparo, ontem no Palácio da Independência, D. Duarte Pio de Bragança, efectuou um excelente discurso dirigido aos portugueses, colocando a Instituição Real como alternativa para Portugal, seguindo o lema: "servir e não servir-se". Gostaria de saber se a estação SIC, partilha os mesmos sintomas de regime com censura e falta de liberdade, ao não transmitir a mensagem proferida, exactamente no dia em que comemoram um aniversário de grande significado. Será uma mancha para registar, pois, não usem a comunicação livre como poder - sejam diferentes.

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

O DIA SEGUINTE…?


Num estado calamitoso, talvez comatoso, do actual regime em que vivemos, “nós” os monárquicos temos novidades? Ou apenas observamos e aguardamos, como sempre pela oportunidade que nunca chega?
Quais as acções previstas para breve, para a divulgação do ideário monárquico, em Portugal e, por consequência disto, a almejada restauração da monarquia?
Perante uma extensa lista de questões que poderia enunciar, para uma profunda e efectiva reflexão, ocorreu-me colocar um cenário óbvio, que em diversas ocasiões o coloquei, em tertúlias de amigos, jantares, reuniões, onde estavam presentes monárquicos e não monárquicos.
A questão é muito simples: COMO SERIA O DIA SEGUINTE APÓS UMA VITÓRIA EM REFERENDO?
- Estaríamos preparados para uma vitória em referendo?
- O trabalho de casa estaria feito?
- O que mudaria em Portugal? Qual seria o Projecto Nacional a apresentar a Portugal? Qual o caminho que todos teríamos que percorrer?
- Mesmo as questões aparentemente simples, estarão pensadas?
        - A Bandeira;
        - O Hino;
        - Eleição dos Órgãos do Estado / Coroa: Procurador-Geral, Tribunal Constitucional, Supremo Tribunal;
        - A Nova Constituição e o Parlamento: Quantas Câmaras? Quantos deputados, e forma electiva dos mesmos? A Ética e Responsabilidade Política;
        - A Justiça;
        - As Forças Armadas;
        - O Ordenamento do Território, Agricultura, Florestas, Pescas, Indústria, etc.;
        - A Cultura;
        - O Turismo;
        - A Diplomacia;
        - Etc….,
Não poderá existir um regime alternativo a uma IV República, sem respostas a um universo de questões, onde a visão do Estado terá que ser obrigatoriamente diferente e, para melhor, no mais alto interesse de Portugal. Só assim, poderemos ter a necessária visibilidade e impacto na sociedade.
Actualmente existe uma janela de oportunidade que se abre para um futuro, depois do dia 15 de Setembro de 2012, nada será como dantes…
Os portugueses saberão o que é a Monarquia, como regime e, as suas vantagens?
Existem políticas de imagem e comunicação? Se existem, quais são?
Existem acções concertadas entre os diversos órgãos monárquicos independentes, com a Causa Real? Quais as relações com a sociedade civil e diversos movimentos que estão a surgir? Se não existem, deveriam existir, pois, como, muitos afirmam, o caminho a percorrer é longo, mas não deverá ficar ninguém para trás e esquecido.
Identificamo-nos através da Bandeira azul e branca da Carta Constitucional. Os portugueses identificam-se com esta Bandeira, escolhendo-a como mais apelativa, independentemente de serem monárquicos ou não monárquicos. Não será uma mais-valia?
Temos aparecido nos últimos grandes eventos nacionais, onde se apela ao mais elevado sentimento patriótico, ditos de “adesão popular”? Segurar uma Bandeira e aparecer, não deverá constituir receio, ou “vergonha” de estar com o Povo.
Onde estão os monárquicos na sociedade visível? Onde estão os “rostos” na comunicação social, figuras politicas, comentadores, pessoas do desporto, que possam contribuir? (será escusado, dizer porquê…)
Não seria interessante a criação de centros de estudos, no intuito da realização de trabalhos de pesquisa histórica e de complementaridade nos eventos de cariz monárquico?
Almejar a divulgação da imagem Real de Portugal, no seu carácter nacional e patriótico, com o sentido máximo de mobilização dos portugueses, para a acção comum e colectiva, através de modelos económicos e sociais, consentâneos com os desígnios nacionais impressos no ideário monárquico…é uma obrigação para o DIA SEGUINTE.
A realidade efectiva à história e ao seu legado como Nação, não poderá ser continuamente deturpada e ocultada aos portugueses, conforme o regime, e ficar à mercê de interesses estranhos à sua natureza, sensibilidade e veracidade. Qual será a nossa Real vocação de missão?
A Lusofonia, como desenvolvimento de meta fundamental do nosso futuro e interacção com a Europa, colocará Portugal como eixo fundamental de interesses – procurando, deste modo, o reencontro dos povos que partilham a mesma língua.
Perante o quadro político actual, a monarquia moderna, que defendo, é uma alternativa capaz e possível, porque ante a escolha do que temos, os portugueses escolherão a solução da verdade, que consiga aglutinar e apontar para um futuro de patriótico de salvação nacional e de esperança. Os portugueses têm a infinita obrigação de serem consultados – os políticos não poderão continuamente adiar o inevitável: UMA VONTADE POPULAR.
Onde afinal…estará a verdadeira democracia?
Quero acreditar que existirá UM DIA SEGUINTE.

Porto, 19 de Setembro de 2012

sexta-feira, 20 de julho de 2012

"IN MEMORIUM"... PROF. JOSÉ HERMANO SARAIVA!

Quero neste pequeno texto, agradecer ao Prof. José Hermano Saraiva (¹), tudo o que fez ao longo da sua prestigiada carreira, em benefício do nosso estimado País, que na maioria dos casos é esquecido.
O programa “O Tempo e a Alma”, exibido em 1972, foi o maior responsável da minha paixão pela história de Portugal, aprendi a amá-la, obrigou-me a consultar os compêndios e livros mal acabavam os programas, porque queria saber mais, tornou-me curioso e também crítico, mas acima de tudo, tornei-me mais português, tinha então nove anos e lembro-me como se fosse hoje.
O Prof. José Hermano Saraiva (¹), tem a capacidade de explicar o difícil e o controverso, da nossa história, da forma mais simples para que todos nós, portugueses a possam entender. Por este humilde facto, o torna à vista dos mais intelectuais historiadores portugueses, uma figura à parte. Erram! Porque não entendem que é assim que se pode contar as estórias da nossa história, com paixão e sobretudo com grande capacidade de comunicação, e não com cinzentismos e limbos carregados de dúvidas e pressupostos intelectuais, que ninguém entende.
O Prof. José Hermano Saraiva (¹), aproximou a história de Portugal do povo e, demonstrou que esta politica, é um dos caminhos possíveis para Portugal reerguer-se.
Hoje, tem 92 anos de idade e, sabemos que a idade já não perdoa, no entanto, continua a ter a lucidez e motivação para a realização do seu programa televisivo “A Alma e a Gente”, que é transmitido aos sábados, na RTP2.
E era sobre lucidez, que queria, deste modo transcrever “ipsis verbis” parte da entrevista publicada na revista Notícias TV n.º 196 (parte integrante do Diário de Notícias e Jornal de Notícias), passo a citar:
…”
Pergunta: Portugal atravessa actualmente um período conturbado e de fragilidade ao nível económico e social. A quem atribui a responsabilidade desta crise?
Resposta: Tão simples! Portugal tinha como principais rendimentos os produtos ultramarinos e as alfândegas e, de uma só vez, acabaram com tudo. Nós não temos produção.
P.: Que medidas políticas devem, no seu entender, ser tomadas para que o País se distancie desta ruptura sócio-económica?
R.: Julgo que nenhumas. Portugal não tem hipótese de sobrevivência. Portugal era o principal produtor de café, urânio, de ferro e deixámos de ser tudo isso. Não temos nada. Somos um País mendigo, vivemos de dinheiro emprestado.
P.: Defende, portanto, a tese de que Portugal não irá reerguer-se?
R.: Não, não vai, Portugal não vai reerguer-se, não vejo maneira nenhuma de isso acontecer.
…”
Na parte fina da entrevista, dirigindo-se ao jornalista, disse:
…”
Tome aí nota:
O mais importante desta entrevista é reforçar a ideia de que a história de Portugal foi uma constante luta entre pequenos e grandes.
…”
Perguntaram-lhe igualmente na entrevista:
…”
E qual o Rei que distingue?
R.: Escolho D. João I, foi um Rei aclamado pelo povo.
…”
Perante o conteúdo da entrevista, deixo as conclusões para um profunda introspecção de todos nós, concordemos ou não com o Prof. José Hermano Saraiva (¹), mas queria realçar neste seguimento de raciocínio, as declarações do Prof. José Adelino Maltez, na entrevista desenvolvida pelo Correio Real, n.º 5: “…a revolução de 1385 foi um prenúncio da ideia de Nação. E também a Dinastia de Bragança foi fundada em rebeldia, em nome da Nação.
“Para quem não sabe para que porto navega, nenhum vento é favorável” (Séneca).
Queria acabar este texto, sem saber qual a dimensão do agradecimento ao Prof. José Hermano Saraiva (¹), porque não sei onde ele acaba.
Muito obrigado.
(1) É membro da Academia das Ciências de Lisboa, da Academia Portuguesa de História e da Academia da Marinha, e Membro do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo, no Brasil. Recebeu a grã-cruz da Ordem da Instrução Pública, a grã-cruz da Ordem de Mérito do Trabalho e a Comenda da Ordem de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa, em Portugal, e a grã-cruz da Ordem de Rio Branco do Brasil.

Porto, 27 de Outubro de 2011
José António Peres da Silva Bastos.

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Legião Portuguesa

Selo emitido pela província de Nagaland, do estado da Índia, sobre a Legião Portuguesa, de 1809.


terça-feira, 12 de junho de 2012

JUVENTUDE LUSITANA

PÁTRIA NA ALMA - MONARQUIA NO CORAÇÃO

 King Zé
Para quando uma "claque" azul e branca monárquica com bandeiras de Portugal autênticas, a apoiar a selecção? Não daria uma certa visibilidade? Porque não oferecer uma bandeira azul e branca á selecção, por parte de SAR, também não daria uma certa visibilidade? Onde estão estes cachecóis à venda? Porque é que surgem tantas ideias? Não acham que existe um vazio imenso a explorar? Desculpem o desabafo, é que surgem estas oportunidades e continuamos parados (quietos e mansos)...
PORTUGAL! PORTUGAL!!!!!

segunda-feira, 11 de junho de 2012

A "AJUDA" E PORTUGAL:

O Senhor Professor Doutor António Sampaio da Nóvoa, protagonizou, o ponto mais alto das comemorações do dia 10 de junho de 2012, data oficial da República Portuguesa, para celebrar o Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, ao imprimir no seu discurso uma noção de realidade e de contínuas interrogações sobre o destino que queremos abraçar no futuro.
Sem dúvida um grande discurso, que subscrevo na totalidade, pois teve a sincera novidade de se afastar da linguagem política, redonda e que pouco diz. Este discurso, focou as atitudes viciadas que estão no "sangue" (porque ADN é muito recente) das classes dirigentes que não souberam...não sabem...e possivelmente não saberão aproveitar o "melhor" que temos em Portugal.
Apesar de falarmos do "Mar" como bem necessário e que urge de imediato aproveitar, retomando a nossa "veia" aventureira, é também necessário voltarmos para "nós" - o "eu" colectivo, como forma de introspecção e de análise cognitiva - só podemos avançar com sagacidade para o "novo desconhecido", se efectivamente conhecermos o "nós", e o que pretendemos para o nosso futuro soberano - porque, conforme tenho afirmado, também se trata de soberania.
Aqui, neste particular e importante pormenor, acrescento, de igual, um trecho do discurso de S/Ex.ª o Presidente da República, nas mesmas comemorações, ao lembrar as "actas" exaradas aquando da nossa Presidência das Comunidades Europeias - criar um Mercado Comum na sua plenitude, fiscal, económico, etc, e depois uma moeda, o Euro - pois bem, criou-se o Euro, por antecipação, como moeda europeia, mas não criámos a "Europa", onde assentaria a moeda, pois tivémos que custear a reintegração alemã.
A Portugal, caberá apresentar novos horizontes de investimentos e que estiveram sempre à nossa frente, e o maior de todos é o investimento nos portugueses, e no seu património cultural.
talvez o maior "espelho" de portugal e da sua mais recente epopeia europeia, se possa resumir, no simbolismo igualmente trágico-cómico, do Palácio Nacional da Ajuda, soberbo na sua frontaria (enganadora), mas inacabado - por realizar, faltando-lhe completar o resto...
Onde se situa o Ministério da Cultura (actual Secretaria de Estado), encontra-se um dos pilares do nosso futuro, como investimento, a Cultura.
O próprio remate da Ala Poente do Palácio da Ajuda, que foi anunciado pela anterior Ministra da Cultura, em Dia Internacional dos Museus, e que estaria orçamentado em 11 milhões de euros, na lógica actual de "aperto" financeiro incluiria 4,5 milhões de euros de CREN e 4,5 milhões de euros resultantes da verba indemnizatória provocada pelo roubo da Jóias da Coroa, na Holanda, faltando, deste modo 2 milhões de euros - esta notícia foi anunciada em 2010.
Em face das dificuldades acrescidas da intervenção da "Troika" em Portugal, por consequência a um pedido de resgate, caberá perguntar, onde estão actualmente os 4,5 milhões de euros da indeminização do roubo das Jóias da Coroa? Estarão em algum depósito a prazo, no intuito de aguardarmos pelo projecto de conclusão do Palácio da Ajuda?
A aposta séria na "cultura" é um dos caminhos que poderá assegurar a Portugal uma saída consistente, de médio e longo prazo, bem distante da brevidade do lucro fácil que tanto nos caracteriza, e de que  temos obrigatóriamente que nos distanciar.
Sem querer criar nenhum paralelismo entre o mito sebastiânico e um Quinto Império, prometido - não fisico, mas espiritual, talvez o destino da conclusão do Palácio da Ajuda, esteja intimamente ligado à nossa demanda de nos concluirmos, como Portugal sonhado.