Mudar o regime Servir Portugal

Manuel Beninger

Mostrar mensagens com a etiqueta Nuno Pinto. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Nuno Pinto. Mostrar todas as mensagens

sábado, 1 de dezembro de 2012

Libertemos o Rei e Sua Majestade livre dê uma nova Constituição a seus povos

A força dos males nacionais, já sem limites, não nos deixaram escolher: a honra não nos permitiu ver por mais tempo em vergonhosa inércia a nação portuguesa, ultrajada e feita ludíbrio dos imberbes que seguram as rédeas da nação, todas as classes da nação com diabólico estudo deprimidas, e todos nós o desprezo da Europa e do mundo, por um sofrimento que passaria a cobardia; e em lugar dos direitos que vos prometeram recobrar em 25 de Abril de 1974, deram-vos a sua ruína, a honestidade reduzida a um mero fantasma; o povo diariamente despojado e ultrajado; a classe política, à qual se agregaram sucessivamente ténias às quais deveis vossa miséria nas terras da Flandres e no Atlântico, reduzida ao abatimento, despojada do lustre que outrora obtivera do reconhecimento nacional; a religião e seus ministros objecto de mofa e escárnio.
Que é uma nação quando sofre ver-se assim aviltada? Eia, portugueses, uma mais longa prudência seria infâmia. O povo já anda na rua sem as vendas da ignorância; vinde juntar-vos ao estandarte real que levamos em nossas mãos; libertemos o rei e Sua Majestade livre dê uma nova Constituição a seus povos; fiemo-nos em seus paternais sentimentos; e ela será tão alheia do despotismo como da licença; assim a nação irá rumar ao passo da Europa civilizada, e não atrás da sua cauda.
Achamo-nos no meio de valentes e briosos portugueses, decididos salvar a nação e franquear a Sua Majestade sua liberdade e autoridade, e a todas as classes seus direitos. Não hesiteis, cidadãos de todas as classes, vinde auxiliar a causa da nação, da realeza e de vós todos: e juremos não tornar a prestar vassalagem à vil trupe de abutres que paira no ar ávidos do féretro de uma nação desfalecida.
Não acrediteis que queremos restaurar o despotismo, operar reacções ou tomar vinganças; juremos pela religião e pela honra que só queremos a união de todos os portugueses, a salvação nacional e o rumo em direcção ás luzes do progresso.

Nuno Miguel Leheman Alves Pinto
Presidente Juventude Monárquica de Braga

Juventude Monárquica de Braga tem novo presidente

Presidente: Nuno Miguel Leheman Alves Pinto
Vice-presidente: Joana Manuela Rodrigues Castro
Vogal: Carlos Alberto de Abreu Sá Menezes
Vogal: Maria Francisca Silva Martins Fontes
A Juventude Monárquica de Braga apoia inequivocamente o Senhor Dom Duarte da sereníssima Casa de Bragança.
"No que diz respeito à questão de regime, continuamos a denunciar as insuficiências democráticas desta república, pois, no artigo 288 alínea b da constituição, impõe ditatorialmente como única a forma regime a república. Mesmo em altura de revisão constitucional, ainda não vimos nenhum outro político monárquico, de um outro partido político, falar sequer sobre o tema.
Sabemos quem e quantos somos, mas não nos escondemos atrás de nenhuma redoma. Nunca o PPM se assumiu como o partido de todos os monárquicos. Somos apenas o único partido que assume, do ponto de vista programático e estatutário, a sua opção monárquica. A verdade é que a esmagadora maioria dos monárquicos opta por votar noutros partidos (mesmo naqueles que programaticamente se definem como republicanos). Estão no seu pleno direito democrático e cívico. Nada temos a recriminar a este respeito.
No entanto, o nosso programa não se esgota aí. Os valores da vida são para nós muito caros. As questões ambientais (foi partido pioneiro na defesa do ambiente em Portugal), a defesa da agricultura, da produção nacional, da educação, entre outros, são vectores de defesa política da Juventude Monárquica."

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Juventude Monárquica elegeu nova direcção política em Braga


Jornal "Diário do Minho" de 19 de Novembro, pág. 6
A comissão regional da Juventude Monárquica de Braga acaba de eleger a sua nova direcção política, que tem por presidente Nuno Leheman Alves Pinto, por vice-presidente Joana Rodrigues Castro e por vogais Carlos Sá Menezes e Francisca Fontes.
O programa de ação realça «os valores da vida, as questões ambientais, a defesa da agricultura, da produção nacional e da educação» e insiste na denúncia da Constituição por «impor ditatorialmente a república como única forma de regime».
«Mesmo em altura de revisão constitucional, ainda não vimos nenhum outro político monárquico de um outro partido falar sequer sobre o tema», lamenta a Juventude Monárquica, que declara o «apoio inequívoco a Dom Duarte da Casa de Bragança».

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Eleição da Direcção da Juventude Monárquica de Braga


Foi eleita, na data de 12 de novembro de 2012, a DIRECÇÃO DA JUVENTUDE MONÁRQUICA DE BRAGA, constituída pelos seguintes elementos:

Presidente: Nuno Miguel Leheman Alves Pinto
Vice-presidente: Joana Manuela Rodrigues de Castro
Vogal: Carlos Alberto de Abreu Sá Menezes
Vogal: Maria Francisca Silva Martins Fontes