Mudar o regime Servir Portugal

Manuel Beninger

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quinta-feira, 20 de junho de 2013

S.A.R., DOM DUARTE DE BRAGANÇA NA FEIRA NACIONAL DE AGRICULTURA NO SÁBADO PASSADO

(...) Igualmente na Feira Nacional de Agricultura, Dom Duarte de Bragança, considerou que o certame “acompanha a evolução da agricultura portuguesa, mostra a qualidade dos produtos tradicionais portugueses e expõe com grande visibilidade maquinaria agrícola inovadora”.(...)
Entroncamento Online
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S.A.R., DOM DUARTE DE VISITA À FEIRA DA AGRICULTURA
Fotos Galeria do DN. Maria de Menezes / Blogue Família Real Portuguesa

sexta-feira, 29 de março de 2013

sábado, 23 de março de 2013

AGRO 2013

A agricultura é o caminho

domingo, 17 de março de 2013

Mais de meia centena de cabeças de gado mortas no Corvo devido ao mau tempo


O Partido Popular Monárquico (PPM) alertou, este domingo, para o facto de mais de meia centenas de cabeças de gado terem morrido no Corvo, nas «últimas semanas», devido ao mau tempo que se tem feito sentir nos Açores.
«O mau tempo está a afetar gravemente as pastagens da ilha. Em consequência da degradação progressiva das pastagens, o número de cabeças de gado que morreram nas últimas semanas supera já a meia centena, algo que representa cerca de 6% do total de cabeças de gado da ilha», disse o deputado do PPM à Assembleia Legislativa dos Açores, Paulo Estêvão, em comunicado.
O deputado adianta que aquela ilha, a mais pequena do arquipélago, está sem ligações aéreas «desde domingo passado» e sem viagens marítimas «há duas semanas», prejudicando o «abastecimento de alimentos fibrosos para o gado». Além disso, acrescenta, o Corvo «não conta com a presença de qualquer veterinário há várias semanas».
«Solicitamos o máximo empenho do Governo Regional no sentido de colocar todos os recursos da administração regional da ilha ao dispor das necessidades dos agricultores locais, incluindo as reservas de alimentos fibrosos existentes. Isto no âmbito do apoio já anunciado pelo Governo Regional», sublinhou.
Paulo Estêvão pede, ainda, um «plano de contingência», retomando logo com urgência as ligações aéreas e marítimas à ilha, temendo que o número de cabeças de gado mortas possa «superar os 10% do total da ilha».

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Finalmente a Lei das Sesmarias do Sec XXI


Paralelamente à criação do Banco de Terras vai haver  Benefícios fiscais para terrenos agrícola que voluntariamente lá sejam entregues.
Infelizmente tal só vai acontecer após o término do cadastro dos 11 milhões de prédios rústicos existentes no nosso País, processo que sabemos emperrado a norte do Rio Mondego...
Por curiosidade transcrevo, a Lei de D. Fernando já com 637 anos, que inclui a "pérola" da versão á data do nosso Rendimento Social Único.
Porque será que o ÓBVIO demora tanto tempo a acontecer?

"D. Fernando, pela graça de Deus Rei de Portugal e do Algarve. Considerando que por todas as partes de nossos reinos há falta de alimentos, de trigo e de cevada, de quais ante todas as Terras e Províncias eram muito abastadas (...) estabelecemos e mandamos que todos os que têm herdades sejam obrigados a lavrá-las e a semeá-las; e se não o puderem fazer as dêem a um lavrador que as lavre e semeie de modo que as herdades que sejam para dar pão sejam todas lavradas e aproveitadas e semeadas de trigo ou cevada ou milho.
Mais ordeno que todos os homens ou mulheres que andem vagueando e pedindo e não tenham mester (...) sejam obrigados a servir em algum ofício. (...) Mando ainda que todos os vadios sejam presos e obrigados pela justiça a servir na lavoura ou em outros mesteres."
D. Fernando, 1375

Paulo Correia Alves
PPM Porto

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Juventude Monárquica elegeu nova direcção política em Braga


Jornal "Diário do Minho" de 19 de Novembro, pág. 6
A comissão regional da Juventude Monárquica de Braga acaba de eleger a sua nova direcção política, que tem por presidente Nuno Leheman Alves Pinto, por vice-presidente Joana Rodrigues Castro e por vogais Carlos Sá Menezes e Francisca Fontes.
O programa de ação realça «os valores da vida, as questões ambientais, a defesa da agricultura, da produção nacional e da educação» e insiste na denúncia da Constituição por «impor ditatorialmente a república como única forma de regime».
«Mesmo em altura de revisão constitucional, ainda não vimos nenhum outro político monárquico de um outro partido falar sequer sobre o tema», lamenta a Juventude Monárquica, que declara o «apoio inequívoco a Dom Duarte da Casa de Bragança».

domingo, 28 de outubro de 2012

A Agricultura terá que ser vista com outros olhos


De 1983 para 2006 reduzimos a produção de cereais em 83%.
Cultivávamos 1.200.000 ha e passámos para 200.000 ha.
Isto graças a Mário Soares, Cavaco Silva e o seu ministro João de Deus Pinheiro, Guterres, Durão Barroso e Sócrates.
O povo português continua impávido e sereno.
A Agricultura tem que ser vista com outros olhos. Que pena não lerem a Reforma Agrária do PPM que a politicagem elogiou, mas não seguiu..

terça-feira, 27 de março de 2012

PPM exige que ministra da agricultura renegocie a PAC

O Partido Popular Monárquico de Braga considera que «a lavoura minhota vive uma crise indisfarçável, pois não há uma única cultura da nossa região, que não esteja com graves problemas».
A propósito da Agro, o PPM diz esperar que a nova ministra da Agricultura «corte com a histórica subserviência dos ministros aos ditames da PAC e desenvolva, com sensatez e portuguesismo, a renegociação duma política agrária que atenda à especificidade do nosso mundo rural».
O Partido pede humildade para reconhecer que se errou e que é indispensável uma renegociação equilibrada dos compromissos assumidos»
Jornal "Diário do Minho" de 27 de Março de 2012, pág. 8

sexta-feira, 2 de março de 2012

Onde param a ministra, o CDS e a CAP?

Jornal Público de 28.02.2012
Oito meses depois de Assunção Cristas ter tomado conta do Ministério da Agricultura, o que mudou no sector que era uma das principais bandeiras do CDS? Perguntando de outra maneira: alguém se lembra de medidas concretas da actual ministra que pudessem sugerir a aplicação de uma nova política agrícola em linha com o que o CDS sempre defendeu na oposição? Por mais minucioso que seja o nosso exercício de memória, só nos ocorre uma: a proibição do uso de gravatas em todos os departamentos do ministério.
O anúncio desta medida valeu algumas primeiras páginas à ministra, mas, em rigor, não significa nada e, pior, é reveladora de uma visão centralista do poder. Se Assunção Cristas conhecesse minimamente o sector, saberia que nas delegações concelhias e distritais do Ministério da Agricultura raramente alguém usa gravata. O adereço é comum, provavelmente, nas cúpulas do ministério, instaladas em Lisboa, cuja grande corte serviçal absorve a maior fatia de recursos e bloqueia toda a actividade agrícola.
Se há ministério que justifica uma profunda reestruturação e mobilidade laboral, é o da Agricultura. Com a transferência de uma parte dos milhares de funcionários que povoam os serviços centrais para as regiões onde há, de facto, actividade agrícola, em paralelo com uma maior descentralização do poder de decisão, o sector seria mais equilibrado, competitivo e estimulante.
Oito meses depois da entrada em funções do actual Governo, a chamada lei de bronze da burocracia continua a fazer o seu caminho, confinando todo o poder em poucos e centralizando as decisões. Apesar da simplificação de muitos procedimentos, com o recurso à via digital, qualquer candidatura a programas de apoio continua a ser um calvário. Um agricultor que apresente um projecto para comprar umas alfaias no valor de poucos milhares de euros tem de esperar mais de um ano entre a apresentação da candidatura e o pagamento dos apoios. E, enquanto a decisão se arrasta pelos gabinetes, vê-se obrigado a avançar com uma parte do dinheiro, incluindo o IVA dos produtos, endividando-se ainda mais.
A burocracia é tanta no Ministério da Agricultura que muitos investidores já estão falidos quando chega a hora de assinarem os contratos e começarem a receber as primeiras verbas. O Proder (Programa de Desenvolvimento Rural), em vez de ser o grande motor de apoio à modernização da agricultura portuguesa e de criação de emprego, transformou-se num verdadeiro monstro burocrático, conduzindo milhares de agricultores ao desespero e ameaçando a viabilidade de muitos investimentos.
Claro que não é isso que os números oficiais dizem. No início deste mês, foi anunciado que o Proder tinha aprovado projectos no valor de 190 milhões de euros, que permitirão criar 3700 postos de trabalho. Mas a realidade é outra. Projectos aprovados não são projectos concretizados. Muitas destas intenções de investimento nunca irão avançar, por causa dos custos que o calvário burocrático e as restrições ao crédito bancário impuseram aos agricultores.
A burocracia é inevitável sempre que em causa estejam financiamentos nacionais e comunitários. Mas há poucos países que levem tão longe o controlo e a desconfiança sobre os agricultores nacionais como o Estado português.
O ministério vê os agricultores como potenciais burlões, sujeitando-os a apertadíssimos sistemas de controlo e, em muitos casos, obrigando-os a pagar antecipadamente os investimentos a que se candidatam. Ora, ter que avançar com o dinheiro que não se tem e ficar ainda submetido ao escrutínio quase pidesco do Estado não só não cria um bom contexto ao investimento como encoraja muitos agricultores a desistir. A agricultura nunca foi tão necessária ao país como hoje, mas nunca como hoje foi tão difícil fazer agricultura, apesar dos apoios que existem.
O garrote burocrático a que os agricultores portugueses estão sujeitos sofreu o maior apertão com Jaime Silva, o titular da pasta no primeiro Governo de José Sócrates, transformado justamente no bombo de festa dos agricultores portugueses e das associações que os representam, em especial da todo-poderosa CAP — Confederação da Agricultura Portuguesa.
Jaime Silva foi um desastre para a agricultura portuguesa. Mas o actual Governo ainda não fez nada que tornasse o sector mais amigável para os agricultores. E também já ninguém ouve a CAP reclamar. Confederação de inspiração burguesa, a CAP era uma espécie de braço técnico do CDS quando este partido estava na oposição.
Agora, com o CDS no Governo, a CAP é o verdadeiro negociador do Estado português em Bruxelas, onde luta por interesses instalados.
Esta inversão de papéis só é possível porque o Ministério da Agricultura nunca foi gerido por uma equipa tão mal preparada como a actual. Basta ver a forma como os dois secretários de Estado, o da Agricultura e o das Florestas e Desenvolvimento Rural, dividiram algumas pastas entre si, para se perceber a incoerência e o vazio que existem. O Instituto dos Vinhos do Douro e Porto, por exemplo, depende do secretário de Estado das Florestas, o ex-presidente da Câmara de Ponte de Lima Daniel Campelo. Além dos vinhos e das matas, este governante vai passar a coordenar o novo Instituto de Conservação da Natureza. Porém, todos os parques e reservas naturais vão depender localmente dos directores regionais de Agricultura, que respondem hierarquicamente perante o secretário de Estado da Agricultura, José Diogo Albuquerque.
Confuso? Tem razão para isso, mas foi ao que chegámos nestes oito meses de consulado de Assunção Cristas. E, no entanto, a simpática ministra continua a viver em estado de graça.