Mudar o regime Servir Portugal
Manuel Beninger
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sábado, 11 de maio de 2013
terça-feira, 7 de maio de 2013
25 Anos, Prisão Perpétua e Pena de Morte
Exma. Senhora Ministra da Justiça
Ass: 25 Anos, Prisão Perpétua e Pena de Morte
Não me sai da cabeça o jovem estudante de 24 anos, assassinado no passado fim de semana aqui no Porto num assalto frustrado às bilheteiras da Queima das Fitas, com dois tiros intencionalmente disparados por um dos assaltantes.
Impossível consolar os Pais, Familiares e Amigos, mas há uma coisa que TODOS podemos e devemos fazer, muito particularmente a Senhora Ministra da Justiça:
É forçoso refletirmos sobre se as penas atualmente previstas no nosso Código Penal para estes atos de violência extrema e gratuita estão ajustadas aos crimes praticados.
Em Portugal 25 Anos é a nossa Pena Máxima, não existindo a Prisão Perpétua e como sabemos fomos nós o primeiro País da Europa em 1852 a abolir a Pena de Morte.
Isto quer dizer que quando o autor dos disparos for capturado julgado e condenado, vai ter uma pena máxima a cumprir de 25 anos de prisão e ao que parece se portar bem, ao fim de 7 anos de clausura (será mesmo?) virá cá para fora refazer a sua vida.
Impossível valorizar quanto vale uma vida, mas parece-me fácil de aceitar que a vida deste estudante morto estupidamente, vale seguramente dez vezes mais do que a vida de quem praticou tal ato sem atenuantes, pelo que … a Pena de Morte é a pena justa e adequada!
Bem sei, que o Artigo 3 da Declaração Universal dos Direitos Humanos, que subscrevo, diz:
“Todo o individuo tem direito á vida, á liberdade e á segurança pessoal”
... mas a pergunta que quero deixar para reflexão de TODOS e muito particularmente a Vossa Excelência Senhora Ministra da Justiça, é muito simples:
Será Homem ou Animal um individuo que mata outro, aparentemente porque terá ficado aborrecido por não haver dinheiro na dita bilheteira?
Será Homem ou Animal o Norueguês que matou premeditadamente 77 jovens?
Será Homem ou Animal o Indiano que violou repetidamente durante dois dias uma menina de 5 anos que acabou por morrer?
Serão Homens ou pior que Animais Irracionais?
Inequivocamente Animais Irracionais, logo não estão abrangidos pelo artigo 3 da Declaração Universal dos Direitos do Homem, o Marlon Correia de 24 anos, os 77 jovens Noruegueses e a menina Indiana de 5 anos e tantos e tantos outros, que estupidamente são mortos de forma selvagem, estes sim é que deviam estar abrangidos pelo Artigo 3 da DURH!
Concluo que não existindo no nosso Código Penal penas adequadas aos diferentes tipos de crimes praticados, não cumprindo por isso qualquer efeito dissuasor sobre os potenciais criminosos, torna nos A TODOS co responsáveis pela ocorrência destes atos, pelo que sugeria fortemente que quem tem o poder de alterar o que está mal que o faça com a ponderação necessária mas por favor que o faça URGENTEMENTE.
Umas últimas palavras sobre a recente greve dos guardas prisionais, particularmente sobre as declarações que ouvi de um recluso que se queixava do desconforto que tal greve estava a representar para ele e todos os outros, nomeadamente a impossibilidade de poder passear no pátio, ter que ficar o dia todo na cela e não poder tomar o seu banho de água quente...
Para quando um Sistema Prisional, em que os reclusos tenham que trabalhar / produzir para pagarem a sua própria estadia, angariarem verbas para a sua futura integração na sociedade e essencialmente para ganharem hábitos de trabalho e melhorarem a sua auto estima, condições essências para a sua plena reabilitação?
Obrigado
Melhores cumprimentos
Paulo Corte Real Correia Alves
domingo, 7 de abril de 2013
Será desta Sr. 1º Ministro
Excelentíssimo Senhor Primeiro Ministro
Acabo de o ouvir a falar sobre a situação do País e o que vai fazer Pós TC 2013 , e lembrei-me de reler o email que lhe enviei há seis meses, pouco depois do tristemente celebre episódio TSU e fico com pena que o por lá escrevi pouco tenha acontecido.
Escrevi eu a 23 de Setembro do ano passado...
“Com a questão da TSU dos trabalhadores resolvida ou seja anulada, venha daí o corte para toda agente de 50% dos dois subsídios de 2013 ( 12º e 13º), modelado claro está, que desta já não se livra,(...)”
Já reparou o que tinha evitado?
Depois...
“Comece por entalar o PS e ataque verdadeiramente a despesa pública.
Comece pelos Políticos, proponha (finalmente!) uma verdadeira Revisão da Lei Eleitoral que aproxime os Cidadãos da politica com a criação dos tão falados círculos uninominais e dê o exemplo na diminuição da despesa publica, com a redução da Assembleia da República para 150 Deputados ( em vez dos 250) e corte em 20% as subvenções aos Partidos Políticos.
O que fez com as Fundações, faça o mesmo nas Direções Gerais, Empresas Municipais, Institutos, Observatórios, Comissões e outras Organizações.
Continue a trabalhar as PPPs, as Energias e todos os outros desperdícios dos diversos setores, nomeadamente na Saúde, Educação e Justiça.”
Pelo que ouvi das suas palavras de hoje, agora é que vai ser mesmo, assim o espero!
Na segunda parte do email, novamente o óbvio:
“Depois, produzir produzir e produzir.
Organize o Pais Agrícola e Florestal. Termine o cadastro do País, que emperrou a norte do Rio Mondego, atualize o valor patrimonial dos prédios rústicos, isente de IMI as terras cultivadas e penalize as terras abandonadas ( lei das Sesmarias sec XXI). Incentive e promova o Banco de Terras, entregue a quem quer trabalhar as terras abandonadas.
Estabeleça de contratos programa, com incentivos, com todo o tipo de Associações Portuguesas ( Profissionais, de Produtores, de Serviços, etc.) para a diminuição das importações e também do desemprego.
Crie um Fundo imobiliário Nacional, para promover e disponibilizar no estrangeiro casas desocupadas e propriedades abandonadas.”
Por fim o que só vai acontecer na próxima semana:
“E já agora, remodele o seu Governo. Faça pf o que já sabe que tem que fazer: Desdobre os dois Super Ministérios e coloque ao seu lado mais cabelos brancos e experiencia empresarial.”
Em suma continua a atormentar-me o pensamento a triste constatação de continuar sem perceber o porquê de obvio demorar sempre tanto tempo a acontecer.
Propõe no seu discurso de hoje novamente o contributo da sociedade civil para conseguirmos ultrapassar esta nossa crise, pois bem acrescento a estas linhas que lhe enviei há seis meses, mais algumas que espero que lhe possam ser uteis:
1 – Faça o que o recém eleito Papa Francisco já fez, dê o exemplo de austeridade e humildade e imponha o mesmo a todo o Governo, Presidência da Republica e Assembleia da Republica
· Reduza o salário de todos em 20% ( não esquecer mordomias)
· Reduza a gama das viaturas que usam
· Reduza os gastos na defesa pessoal dos ministros
... e escute mesmo as sugestões de todos e saiba avaliar o que é melhor para os Portugueses e Portugal
2 – Dê passos inequívocos na inversão da fiscalidade sobre o Trabalho versus o Rendimento, isto é diminuindo a fiscalidade sobre o trabalho e aumentando sobre os Rendimentos.
3 – Off Shores, Paraísos Fiscais, contas na Suíça e por outras bandas, perseguição sem tréguas.
4 – Operacionalize de forma eficiente a recentemente aprovada proposta da lei base politica de ordenamento e gestão do espaço marítimo
5 – Disponibilize ( pagando-se) o Património Militar disperso pelo País á sociedade civil para o desenvolvimento de projetos com particular foco na vertente de Turismo Militar,no limite desenvolvida pelas própria Forças Armadas ( Tancos, Lamego,
6 – Desconheço quem é o atual proprietário, (EDP ou REN ?), do vasto património imobiliário existente junto ás barragens dos nossos rios, abandonado há décadas, mas ideal para desenvolver um investimento num projeto turístico
7 – Imponha a todas as Freguesias de características urbanas do Pais a criação de uma ou mais Hortas Comunitárias
8 – Crie a Conta Saúde onde cada um de nós saiba o que gasta dos nossos impostos
9 – Crie a Conta Estudante para que cada Estudante saiba o que custa a todos nós
10 – Mande investigar todas as reformas antecipadas que aconteceram aos cidadãos com idade inferior a 50 anos
11- Mande investigar todos os negócios imobiliários superiores a 500 000€
12 – Mande investigar todos os ex-governantes e ex-autarcas que tenham indícios de enriquecimento ilícito
Viva Portugal e Viva os Portugueses
Porto, 7 de Abril de 2013
Paulo Corte-Real Correia Alves
Partido Popular Monárquico - Porto
sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
Digitalizar a nossa Hospitalidade? Não me parece...
Excelentíssima Senhora Secretária de Estado do Turismo
Dr.ª Cecília Meireles
C/C Região de Turismo do Porto e Norte de Portugal
Digitalizar a nossa Hospitalidade?
Não me parece...
No passado sábado desloquei me ao Aeroporto Sá Carneiro, e como estava com tempo fui á loja da Região de Turismo do Porto e Norte de Portugal para pedir informações sobre o Douro em geral e vinhos em particular.
Entregaram-me dois pequenos desdobráveis sobre Caves do Vinho do Porto em Gaia e Quintas no Douro, que cumpriam, o mesmo já não acontecendo com outros dois livros que recebi sobre Turismo de Natureza e Turismo Religioso, que tinham erros primários na sua conceção.
No livrinho da Natureza no seu primeiro texto , á laia de editorial, aparece o “discurso” do diretor desta Região adornado com uma fotografia do mesmo, revelando um narcisismo piroso e provinciano que confesso que me envergonhou. Mas o pior ainda estava para vir, depois de ficar encantado com os raftings, balões, pescas e tantas outras atividades anunciadas, bem procurei os contactos para poder usufruir destas mesmas experiências mas em vão, nada, apenas os sempre uteis telefones das Camaras Municipais, das Farmácias, não faltando o dos Bombeiros.
O segundo documento que recebi, Turismo Religioso, por sinal o mais volumoso, com mais de 100 paginas, num verdadeiro desperdício, porque se o Turismo Religioso é uma aposta ganha, esta abordagem “granítica” do tema religioso, não será seguramente o melhor caminho a trilhar.
Não percebi se existem iguais publicações em Inglês, mas pareceu-me que não o que ainda mais aumentou a minha ansiedade de Portuense sobre esta abordagem Turística do Porto e do Norte de Portugal : Loja localizada no Aeroporto Sá Carneiro, documentos impressos em Português? Só pode ser Turismo Interno destinada aos nossos patrícios Açorianos, Madeirenses, Algarvios e Lisboetas... e talvez um dia também Alentejanos, vindos de Beja!!!!!
Mal sabia que tinha acabado de visitar a primeira de 54 lojas interativas a instalar no Norte do País com um custo total de 20 milhões de euros e que, segundo o diretor desta Região Turística “ Representa um novo conceito de cash advance 24 7 promoção do turismo que ultrapassa a mera informação turística e que abre as portas ao turismo como negócio.”
Prometo que lá voltarei para interagir com a dita loja, pese embora, esteja já um pouco de pé atrás, não só pela definição apresentada do conceito pelo seu diretor, mas também porque me parecer demasiado cara e totalmente descabida esta tentativa de digitalizar a nossa hospitalidade...
Mas as trapalhadas não ficam por aqui...
Região de Turismo do Porto e do Norte de Portugal (TPNP), com sede em Viana do Castelo e delegações em Bragança, Chaves, Guimarães e Braga ? Então e o Porto? Fica na designação...
Não seria mais lógico chamar Região de Turismo do Norte de Portugal, com sede no Porto ou em alternativa descentralizadora em Vila Real ?
Ao entramos no site WWW.PortoeNorte.pt verificamos que também a sua conceção não resiste á simples pergunta: a quem se destina? Ao Turista não parece ser, ainda por cima com o Inglês e Espanhol só brevemente, que espero que o seja pró ano que é já amanhã.
Com grande destaque aparece a épica criação desta nossa nova entidade turística:
Os 7 Produtos (turísticos) da Região, a saber: Turismo de Negócios, City @ Short Breaks, Gastronomia e Vinhos, Turismo de Natureza, Turismo Religioso, Touring Cultural e Paisagístico e por último Saúde e Bem Estar
Leia pf as trapalhadas de conceitos que aparecem na definição de cada produto, nalguns casos verdadeiras “perolas literárias”, muito provavelmente as responsáveis pelos atrasos das traduções do site...
Turismo de Negócios
O Turismo de Negócios aposta na captação sustentada de novos congressos, conferências, seminários, reuniões, viagens de incentivo e lançamento de produtos.
Através de programas ímpares, o Porto e Norte de Portugal convida o congressista e/ou Turista a descobrir o património histórico e os espaços culturais e de animação que preenchem a região.
A escolha da cidade do Porto para delegação deste produto estratégico deveu-se à sua privilegiada localização e acessibilidade e ao seu dinamismo económico.
City & Short Breaks
O Produto Estratégico City & Short-Breaks simboliza a dinamização social ao serviço do desenvolvimento turístico. A diversão, a sociabilidade associada aos movimentos urbanos, à energia e vitalidade que tão bem caracterizam os itinerários temáticos e os serviços personalizados de alta qualidade.
Existem milhares de razões para visitar Porto e Norte de Portugal… destino único e autêntico. É como o seu vinho, um tesouro para ser lentamente apreciado.
Descubra! Sinta! Envolva-se!
Gastronomia e Vinhos
A Gastronomia e Vinhos, produto estratégico, por excelência, sediado em Viana do Castelo, convida para uma viagem de afectos pelo Porto e Norte de Portugal, oferecendo uma riqueza inacabada no renascer de novos aromas, saberes e sabores envolvidos pelos sons e cores que radicam na força telúrica das paisagens.
Exaltando a qualidade das matérias-primas e a ancestralidade das formas de confecção e produção, a Gastronomia e Vinhos afirmam-se como símbolos vivos que reflectem a vida e a alma de gentes e locais, constituindo uma faceta indelével do rosto cultural desta região consagrada no PENT – Plano Estratégico Nacional de Turismo – como primeira prioridade.
Turismo de Natureza
A essência do Porto e Norte desenha-se numa paleta de contrastes naturais… Aqui convivem cidade, modernidade, natureza e tradição. Do Minho verde ao telúrico Trás-os-Montes: aqui se come, bebe e desfruta da vida, como em nenhum outro sítio de Portugal.
Do aprazível litoral atlântico ao interior que se irmana a Espanha em serras enfeitiçadas de lendas antigas.
Do cultural e urbano Porto, até à natureza pura do Parque Nacional da Peneda Gerês, oferecemos 260000 hectares de área protegida.
Turismo Religioso
Braga é o cenário de eleição para o produto Turismo Religioso e emerge como local, por excelência, do enraizamento do sagrado, evocando o cruzamento entre a arte e o divino, quer nos seus fundamentos, quer nas suas manifestações.
Atracção exercida por santuários e lugares sagrados, autênticos museus de arte, pelo elevado número de construções religiosas, que ostentando luxuosos interiores de talha dourada, surgem como ícones vivos da tradição religiosa.
Touring Cultural e Paisagístico
Berço da Nação, Guimarães tem o raro privilégio de aliar todo o perfume da história a uma estratégica centralidade que permite a ligação do litoral ao interior.
A região oferece múltiplas rotas temáticas propulsoras da descoberta do património que o Porto e Norte aconchega no seu berço comunicacional e estético: a arte atlântica, a arte esquemática, monumentos megalíticos, a cultura marítima tradicional com valor antropológico e todo um conjunto de legados que marcam a vida e a alma desta região.
Saúde e Bem-estar
O Norte de Portugal é uma região fortemente marcada pela presença da água.
O Turista actual, mais preocupado com a sua forma física e com o equilíbrio do binómio corpo/espírito, com maior consciência ambiental e social, encontra, no Norte de Portugal, um destino não massificado, que se vem afirmando através da sua rede de estâncias termais.
A oferta termal do Norte de Portugal completa-se com a emergência de SPAs e de centros de talassoterapia que, em conjunto contribuem para a afirmação do Turismo de Saúde e Bem-estar na região.
Turismo de Negócios? Não será do Saber?
City&Short Breacks ? Não será Cidade do Porto? Ou se quisermos olhando para o simbolismo e grafismo do seu inspirado logotipo (uma ampulheta), e assumindo alguma brejeirice Portuense, porque não chamar-lhe antes uma “Rapidinha Urbana”?
Touring Cultural e Paisagístico? Não será apenas Cultura e Património?
Gastronomia e Vinhos? Não seria melhor ao contrário? O Vinho do Porto, o Vinho Verde, os Vinhos de Mesa do Douro, o Mateus Rosé, o Alvarinho, o Moscatel de Favaios, o Espadal, etc. não batem em notoriedade e potencial, as Tripas á moda do Porto, o Bacalhau á Braga, o Cabrito, a Sardinha, o Polvo á Lagareiro, a Alheira de Mirandela, as Papas ou Arroz de Sarrabulho, a Francesinha ou até a Doçaria Conventual ?
Turismo Religioso, sem Fátima? Não podiam pedir “Fátima” emprestada á Região Centro, por troca, por exemplo de um outro “Santuário”, o Estádio do Dragão? Irrita-me esta cultura dos jardins!
Talvez seja incapacidade minha em não encontrar muita virtude na criação destes 7 Produtos, pelo que pergunto se não será muito mais eficiente e simples trabalhar uma qualquer Região Turística na simples perspetiva de destino Geográfico e ou Temático de forma Transversal, e sempre focado no Turista?
Arrisco um contributo:
Geograficamente a prioridade de trabalhar destinos neste Norte de Portugal, não será: Minho / Geres / Douro / Cidade do Porto e a seguir Traz os Montes e Litoral Norte?
Tematicamente, a escolha já será mais complexa, mas Vinhos, Natureza e Saber (Ciência, Industria, Arquitetura, etc.), parecem-me ser os prioritários, não descurando, os sempre presentes Património, a Cultura, os Costumes, a Religião, o Termalismo e o Desporto (Golfe, Hipismo, Vela, Canoagem, Caminhadas, etc.).
Termino, como comecei: digitalizar a nossa hospitalidade?
Um desNorte...do tamanho da Torre dos Clérigos, com 20 milhões de boas razões para não o fazer! O Turismo em geral e o Norte em particular, merece melhor.
Digitalize se boas soluções...
Melhores cumprimentos e um 2013 com tudo de bom para o Turismo em Portugal
Porto, 31 de Dezembro de 2012
Paulo Corte-Real Correia Alves
Português e Portuense
terça-feira, 11 de dezembro de 2012
Finalmente a Lei das Sesmarias do Sec XXI
Paralelamente à criação do Banco de Terras vai haver Benefícios fiscais para terrenos agrícola que voluntariamente lá sejam entregues.
Infelizmente tal só vai acontecer após o término do cadastro dos 11 milhões de prédios rústicos existentes no nosso País, processo que sabemos emperrado a norte do Rio Mondego...
Por curiosidade transcrevo, a Lei de D. Fernando já com 637 anos, que inclui a "pérola" da versão á data do nosso Rendimento Social Único.
Porque será que o ÓBVIO demora tanto tempo a acontecer?
"D. Fernando, pela graça de Deus Rei de Portugal e do Algarve. Considerando que por todas as partes de nossos reinos há falta de alimentos, de trigo e de cevada, de quais ante todas as Terras e Províncias eram muito abastadas (...) estabelecemos e mandamos que todos os que têm herdades sejam obrigados a lavrá-las e a semeá-las; e se não o puderem fazer as dêem a um lavrador que as lavre e semeie de modo que as herdades que sejam para dar pão sejam todas lavradas e aproveitadas e semeadas de trigo ou cevada ou milho.
Mais ordeno que todos os homens ou mulheres que andem vagueando e pedindo e não tenham mester (...) sejam obrigados a servir em algum ofício. (...) Mando ainda que todos os vadios sejam presos e obrigados pela justiça a servir na lavoura ou em outros mesteres."
D. Fernando, 1375
Paulo Correia Alves
PPM Porto
terça-feira, 6 de novembro de 2012
1º Dezembro: Dia de Portugal
O dia 1 de Dezembro de 2012 está aí, vamos explicar aos nossos Governantes que nesta data temos que continuar a comemorar Portugal?
Portugal tem ou melhor tinha no seu calendário oficial 13 Feriados Nacionais (Ano Novo / Sexta Feira Santa / Pascoa / Natal /Dia do Trabalhador / Corpo de Deus / Assunção de Nossa Senhora / Dia de Todos os Santos / Imaculada Conceição / Dia da Liberdade / Implantação da República / Restauração da Independência / Dia de Camões, de Portugal e das Comunidades Portuguesas), a que se junta o Carnavale pelo menos um Feriado Municipal.
Desde há muitos anos que defendo a troca de 6 Feriados Nacionais por 5 dias de férias (a acordar entre trabalhador e empresa) e disso dei nota ao atual 1º Ministro em Junho do ano passado, sugerindo a eliminação de 3 Feriados Religiosos e juntássemos num só feriado, a exaltação da Pátria, da Independência Nacional, da Diáspora Portuguesa e da Liberdade, optando por comemorar o Dia de Portugal numa das 4 datas em causa: 25 de Abril, 10 de Junho, 5 de Outubro e 1 de Dezembro.
Reconheço que esta proposta, no seu todo, possa ser algo controversa, mas suponho que todos estaremos de acordo que a melhor data que “serve” Portugal e os Portugueses é inequivocamente o 1º de Dezembro.
Assim, gostava de propor a TODOS os PORTUGUESES que enviássemos um email aos nossos acuais Governantes (Presidente da República, Presidente da Assembleia da República e 1º Ministro) explicando porque é que a melhor data para comemorar e exaltar a NAÇÃO PORTUGUESA é obviamente o 1º de DEZEMBROe não o dia da morte de Luis Vaz de Camões.
Emails: PM@PM.GOV.PT;BELEM@PRESIDENCIA.PT;CIC.RP@AR.PARLAMENTO.PT;agencialusa@lusa.pt ; MelhorPortugalXXI@gmail.com (email criado para permitir a contabilização dos email enviados)
Aproveitando esta oportunidade de contacto com os nossos Governantes propunha também que incluíssem no email uma IDEIA um PENSAMENTO ou ainda melhor uma ACÇÃO CONCRETA para conseguirmos o mais rapidamente possível um melhorar PORTUGAL neste século XXI.
Já imaginaram o que aconteceria se enchêssemos as caixas postais dos nossos Governantes com milhares de emails de boas razões, ideias, pensamentos e ações concretas para Melhorar Portugal?
Por último e de forma a sinalizarmos de facto o próximo 1º de DEZEMBRO – DIA DE PORTUGAL - que bom seria que em cada Cidade ou Vila de Portugal, fosse escolhido o melhor símbolo da nossa Pátria (Guimarães: estátua de D. Afonso Henriques, Lisboa: Monumento dos Descobrimentos ou Jerónimos, Porto: estátua D. Pedro IV, Viseu: estatua de Viriato, etc.) e na Noite dos Conjurados acendêssemos velas á sua volta e no dia 1º de Dezembro os cobríssemos de flores.
Viva Portugal
Melhores cumprimentos
Paulo Corte-Real Correia Alves
Português
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
É agora, Senhor 1º Ministro?
Excelentíssimo Senhor Primeiro Ministro
É agora, Senhor 1ºMinistro?
Com a questão da TSU dos trabalhadores resolvida ou seja anulada, venha daí o corte para toda a gente de 50% dos dois subsídios de 2013 (12º e 13º), modelado claro está, que desta já não se livra, e quanto à oferta dos 3% da TSU às empresa, em vez de oferecer a quem não merece nem precisa, aproveite este valor disponível e crie, como todos esperam, verdadeiros incentivos concretos à criação de novos empregos.
Lapso resolvido, porque não aproveita a onda?
Comece por “entalar” o PS e ataque verdadeiramente a despesa pública.
Comece pelos Políticos, proponha (finalmente!) uma verdadeira Revisão da Lei Eleitoral que aproxime os Cidadãos da politica com a criação dos tão falados círculos uninominais e dê o exemplo na diminuição da despesa publica, com a redução da Assembleia da República para 150 Deputados (em vez dos 250) e corte em 20% as subvenções aos Partidos Políticos.
O que fez com as Fundações, faça o mesmo nas Direções Gerais, Empresas Municipais, Institutos, Observatórios, Comissões e outras Organizações.
Continue a trabalhar as PPP’s, as Energias e todos os outros desperdícios dos diversos setores, nomeadamente na Saúde, Educação e Justiça.
Depois, produzir produzir e produzir.
Organize o Pais Agrícola e Florestal. Termine o cadastro do País, que emperrou a norte do Rio Mondego, atualize o valor patrimonial dos prédios rústicos, isente de IMI as terras cultivadas e penalize as terras abandonadas (lei das Sesmarias sec. XXI). Incentive e promova o Banco de Terras, entregue a quem quer trabalhar as terras abandonadas.
Estabeleça de contratos programa, com incentivos, com todo o tipo de Associações Portuguesas (Profissionais, de Produtores, de Serviços, etc.) para a diminuição das importações e também do desemprego.
Crie um Fundo imobiliário Nacional, para promover e disponibilizar no estrangeiro casas desocupadas e propriedades abandonadas.
E já agora, remodele o seu Governo. Faça pf o que já sabe que tem que fazer: Desdobre os dois Super Ministérios e coloque ao seu lado mais cabelos brancos e experiencia empresarial.
Viva Portugal e os Portugueses
Paulo Corte-Real Correia Alves
Partido Popular Monárquico - Porto
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
Feriados á toa?
Um Feriado por definição é um – “dia em que se descansa do trabalho oficial, por determinação civil ou religiosa”, sob o pretexto de algum acontecimento que se achou por bem relevar, acrescento.
Portugal tem (tinha) 14 Feriados Nacionais a que se junta pelo menos um Feriado Municipal, sendo 9 Religiosos e 5 Civis, que me atrevo a dividi-los em dois grupos – Indiscutíveis e Discutíveis – imaginando esta classificação quase consensual na População Portuguesa:
Feriados indiscutíveis (6):
Ano Novo / Sexta-feira Santa / Pascoa / Natal / Carnaval /Dia do Trabalhador
Feriados discutíveis (8):
Corpo de Deus / Assunção de Nossa Senhora / Dia de Todos os Santos / Imaculada Conceição / Dia da Liberdade / Implantação da República / Restauração da Independência / Dia de Camões, de Portugal e das Comunidades Portuguesas
Reflectindo um pouco sobre os Feriados classificados como “Discutíveis”, confesso que vejo poucos argumentos para contrariar a hipótese dos feriados religiosos não migrarem para o Domingo mais próximo, assim como também não descortino qualquer argumento contrario a que os conceitos enaltecidas nos quatro feriados Civis – Pátria, Liberdade, República/Monarquia e Independência – não possam ser todos “fundidos” num único Dia de Portugal.
E qual seria a melhor data?
Não será melhor perguntarmos aos nossos historiadores, aos nossos politólogos, e porque não a todos os Portugueses, qual a data mais objetiva, mais natural, na pratica qual a data que melhor “serve” para comemorarmos a Pátria Portuguesa?
Por mim não tenho dúvidas:
1º - Dia de 1 Dezembro ( se não tivesse acontecido seriamos hoje a 6 província Espanhola)
2º - 5 de Outubro ( qual ? o da Republica de 1910 ou o de 1143 Tratado de Zamora, 1º reconhecimento “oficial” de Portugal enquanto Nação?)
3º - 10 de Junho ( dia da morte de Luis de Camões. Comemorar Portugal no dia da morte da sua mais consensual personagem como referencia da Nação Portuguesa? E se Camões não tivesse existido? Seria Fernando Pessoa, que morreu a 30 de Novembro?)
4º - 25 de Abril (já não faz sentido)
Melhores cumprimentos
Paulo Corte-Real Correia Alves
Presidente da Mesa do Congresso e do Conselho Nacional do PPM
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Exportar Mais ou Importar Menos?
Por mim, por cada 1€ que o Estado gasta a apoiar as Exportações devia gastar 2 a diminuir as Importações!
Seguramente que Portugal precisa de Exportar cada vez mais para crescermos economicamente e conseguirmos pagar as nossas dividas, mas ao assistirmos a um discurso e uma prática politica quase exclusivamente focada nas exportações, perguntamos a nós mesmos se será esta a estratégia a seguir.
Para Exportar não há dúvida que em primeiro lugar temos que ter produtos competitivos, mas também é preciso que haja quem compre e ainda mais importante quem pague. Ora com a crise em curso, apesar de termos tido nos últimos meses bons indicadores, julgo que ninguém dúvida que esta tarefa será cada vez mais difícil e mais arriscada por esse Mundo fora.
Por outro lado, muito se fala e bem das exportações da Auto Europa mas já repararam que esta mesma Auto Europa é a terceira empresa que mais importa em Portugal, só ultrapassada pela Galp e pelo Gaz de Portugal? Não seria preferível que esta empresa exporta-se menos 10% mas incorporar-se no seu produto final mais 10% de produtos nacionais?
Por outro lado, muito se fala e bem das exportações da Auto Europa mas já repararam que esta mesma Auto Europa é a terceira empresa que mais importa em Portugal, só ultrapassada pela Galp e pelo Gaz de Portugal? Não seria preferível que esta empresa exporta-se menos 10% mas incorporar-se no seu produto final mais 10% de produtos nacionais?
Soluções?
Porque é que o Estado não cria no INE um local on line onde torne visível a todos nós quais são as importações que fazemos semanalmente em cada sector?
Porque é que o Estado não cria um programa a que podia chamar de IMPORMENOS, para apoiar projetos vocacionados para a substituição de importações?
Porque é que o Estado não chama as diferentes Associações Profissionais, Associações de Produtores , Industriais, etc. e lhes pergunta: Como podemos ajudar?
Porque é que o Estado não chama a Grande Distribuição – Continente, Pingo Doce, e outros - e não lhes pergunta: O que precisam de nós para diminuirmos as vossas Importações?
Por outro lado porque é que o Estado não impõe melhorias na rotulagem das embalagens, onde fique bem claro para todos a verdadeira origem dos produtos comercializados?
E se quisermos ser ainda mais duros...mas se calhar apenas realistas:
Como se sabe o Petróleo é o produto que mais importamos por isso porque é que o Estado não decreta a proibição rotativa de circulação dos automóveis ligeiros particulares aos fins de semana? (1º Fim de Semana de cada mês as matriculas terminadas em 0, 1 e 2 não circulam... e por ai fora).
E se for necessário ir ainda mais longe, como julgo que sim, e havendo coragem para tal, porque não estabelecer igual tipo de proibição para os dias da semana, aqui talvez só para os automóveis ligeiros de particulares?
E porque não apoiar de forma equitativa tanto a produção, ( que já faz) como o consumo (que pouco faz) das energia alternativas, nomeadamente apoiando o transporte em bicicletas (eléctricas tb), a construção de ciclovias em todas as capitais de distrito, o transporte animal, o abate de veículos com grandes consumos, etc.?
E nós cidadãos, individualmente o que podemos /devemos fazer?
Podemos com pequenos gestos, contribuir decisivamente para a diminuição drástica das importações.
Pessoalmente tenho feito esforços para diminuir o uso do automóvel e tenho diminuído a velocidade média de circulação em viagem mas sinto que podia e devia fazer muito mais...
Deixei por exemplo de comprar bananas importadas, passando a comprar banana da Madeira ou em alternativa outras frutas nacionais. Deixei de comprar uma marca de manteiga importada e passei a comprar manteiga nacional e muito agradecia que a verdadeira origem dos produtos fosse mais visível na rotulagem dos mesmos para poder...
Deixei por exemplo de comprar bananas importadas, passando a comprar banana da Madeira ou em alternativa outras frutas nacionais. Deixei de comprar uma marca de manteiga importada e passei a comprar manteiga nacional e muito agradecia que a verdadeira origem dos produtos fosse mais visível na rotulagem dos mesmos para poder...
Comprar Mais Portugal
e quanto a exportar, o Senhor Ministro da Economia, Dr. Álvaro Pereira que me perdoe, mas em relação aos Pasteis de Belém, os pasteis comia-os por cá, exportava só mesmo “Belém” e reimportava uma Monarquia! Todos ficávamos a ganhar.
Melhores cumprimentos
Paulo Corte-Real Correia Alves
Presidente da Mesa do Congresso e do Conselho Nacional do PPM
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
Jantar de Reis 2012: O Jantar com Sua Majestade (4)
S.A.R., o Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança, acompanhado pelo Arcebispo de Braga e Primaz das Hispânias D. Jorge Ortiga e pelo cancelário-mor e presidente da concelhia de Braga da Confraria do Vinho Verde Drº Luís Rufo.
Sua Majestade Dom Duarte, o Reverendíssimo Arcebispo de Braga D. Jorge Ortiga, Drº Luís Damásio, presidente da real Associação de Braga e Drº Luís Rufo.
Drº Afonso Henriques e a Confraria do Chapelão (Esq.), Drª Sónia Cunha e Drº Paulo Dias (dir.), Drº Conceição Fernandes (de costas), Drº António Sabugosa Portal Madeira.
A Confraria Os Cantiguinhas na mesa com o presidente da Associação Industrial do Minho, Drº António Marques, Drº José Esperança e esposa Drª Celina (ambos de costas) e Drº Gonçalo Pimenta de Castro.
Drº António Macedo, presidente da Associação Comercial de Braga, Engº Abílio Vilaça, presidente da Adere-Minho e director da Associação Comercial de Braga, Drª Teresa Costa, directora Geral da Adere-Minho.
Drº João Granja, presidente da concelhia de Braga do PSD, Engº Raul Peixoto, presidente da Assembleia de Freguesia de Merelim S. Pedro, Drª Cristina Palhares, César Braia e Arqº José Silva Basto.
A mesa das "princesas". Drª Maria Augusta Braga, Drª Francisca Brandão, Drª Margarida Rosário e mãe.
A mesa do "tio patinhas" de Braga. Drº Luís Guilherme, tesoureiro da Real Associação de Braga e Drº Fernando Solva Monteiro.
António Machado, presidente da Junta de Freguesia de Fraião e presidente dos Bombeiros Voluntários de Braga com o Drº António Macedo, presidente da Associação Comercial de Braga.
Drº José Esperança e esposa Drª Celina com o presidente da Associação Industrial do Minho, Drº António Marques.
Drª Isabel Beninger, Drª Helga Correia, Drº Júlio Paiva, Drº Philippe, Drº Miguel Pignatelli Queiroz e o jornalista Joaquim da TV Minho.
Os populares monárquicos montaram o seu “quartel-general” numa só mesa. Drº António Loulé, director do Real Gabinete Português de Leitura do Rio de Janeiro, Drº Luís Barreiros, Engº Paulo Alves, Drº Paulo Estêvão, Drº Jorge Cirne e Engº Manuel Sampayo com a filha.
Padre Lopes na companhia de Manuel Costa, Júlio Domingues, Diniz Ribeiro, António Meireles, Domingos Mendes e Engº Miguel Queimada da Real Confraria do Vinho Alvarinho.
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