Mudar o regime Servir Portugal
Manuel Beninger
sábado, 30 de junho de 2012
Assembleia Municipal - Plenário: 1.º de Dezembro o mais importante feriado nacional
quarta-feira, 6 de junho de 2012
JOSÉ RIBEIRO E CASTRO E O 1º DE DEZEMBRO
domingo, 3 de junho de 2012
1º DE DEZEMBRO: DIA DE PORTUGAL - EM BRAGA
terça-feira, 22 de maio de 2012
GOVERNO DA REPÚBLICA PORTUGUESA: Estabelece a junção de Feriados
sábado, 11 de fevereiro de 2012
D.Duarte de Bragança – Entrevistado pela Revista Visão sobre extinção dos feriados
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
Feriados á toa?
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
PPM diz que extinção do feriado de 01 de dezembro é "traição" à soberania nacional
sábado, 24 de dezembro de 2011
Reportagem: Feriados com História
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
Comunicado de S.A.R., o Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança, Chefe da Casa Real Portuguesa
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
Petição para a manutenção do feriado oficial do 1º de Dezembro


PETIÇÃO PARA A MANUTENÇÃO DO FERIADO OFICIAL DO 1º DE DEZEMBRO EVOCATIVO DA RESTAURAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA DE PORTUGAL
Senhor Presidente da República:
Senhora Presidente da Assembleia da República:
Senhor Primeiro Ministro:
Senhor Presidente do Supremo Tribunal de Justiça:
Senhor Presidente do PPD/PSD - Partido Social Democrata:
Senhor Presidente do CDS/PP - Partido Popular:
Senhora Presidente do PS - Partido Socialista:
Senhor Secretário-Geral do PS - Partido Socialista:
Senhor Secretário-Geral do PCP - Partido Comunista Português:
Senhor Coordenador do BE - Bloco de Esquerda:
Senhor líder parlamentar do PPD/PSD:
Senhor líder parlamentar do CDS/PP:
Senhor líder parlamentar do PS:
Senhora líder parlamentar do Partido Ecologista “Os Verdes”:
Senhor líder parlamentar do PCP:
Senhor líder parlamentar do BE:
É com perplexidade e indignação que os abaixo-assinados tiveram conhecimento dos rumores de que diversos sectores da classe política portuguesa se preparam para eliminar o feriado do 1.º de Dezembro, evocativo da Restauração da Independência plena de Portugal, a 1 de Dezembro de 1640, bem como da afirmação das suas Identidade, Língua e Cultura.
Repudiamos a peregrina e antipatriótica intenção, caso exista:
1.º Na verdade o Dia 1.º de Dezembro – Dia da Restauração – é uma data que, a par do Dia 10 de Junho, une toda a Nação Portuguesa, em torno da sua Bandeira, do seu Hino, da sua História, dos seus Santos e Heróis.
2.º O Dia 1.º de Dezembro constitui a origem e a matriz dos Feriados Oficiais Portugueses. Se não tivesse existido o Dia 1.º de Dezembro de 1640, não haveria 10 de Junho, 5 de Outubro, 25 de Abril ou 1.º de Maio, pois a agenda dos Feriados Oficiais Portugueses coincidiria com a de Madrid.
3.º Quanto muito, o Dia 10 de Junho seria o dia da Região Autónoma Portugal, que talvez mantivesse o título honorífico de Reino.
4.º No corrente ano de 2011 e na segunda década do novo século, se os órgãos de soberania pretendem, coerentemente, manter a união de toda a Nação Portuguesa em torno dos pesadíssimos sacrifícios exigidos ao nosso velho Estado-Nação pela “troika” dos credores internacionais e pelo directório germano-francês, então que não atentem contra a dignidade, a identidade, a individualidade e a auto-estima de Portugal e respeitem a sua História, os seus valores, quase milenares, bem como a afirmação da Língua e da Cultura Portuguesas, que ao Dia 1.º de Dezembro de 1640 devem a sua existência.
Lisboa, 1 de Dezembro de 2011
A SOCIEDADE HISTÓRICA DA INDEPENDÊNCIA DE PORTUGAL
Os signatários
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
“Os governantes não conhecem o país”. Quem o diz é Gonçalo Ribeiro Telles
O arquitecto, político e professor é foi hoje homenageado em Lisboa.
Gonçalo Ribeiro Telles, 89 anos, considera que são muito pouco os governantes que conhecem bem o país. O arquitecto e político critica, em especial, o conhecimento que têm do mundo rural.
“Eu julgo que eles não conhecem bem o que é o problema do mundo rural. Tenho boa impressão [da ministra da Agricultura], não sei é se ela percorre o país. Não é percorrer o país de automóvel, é percorrer o país passo a passo. É preciso conhecer o país, conhecer a estrutura do país. A maior parte [dos governantes] não conhece o país, salvo honrosas excepções”, afirma o arquitecto paisagista em entrevista à Renascença.
Gonçalo Ribeiro Telles foi secretário de Estado do Ambiente de vários Governos provisórios, ministro da Qualidade de Vida e deputado. É monárquico - fundador do PPM - e um opositor do antigo regime. A ele se devem alguns dos diplomas fundamentais na área do ambiente e é um fervoroso defensor da união entre campo e cidade. É também um reconhecido arquitecto paisagista. Hoje, é homenageado na Fundação Calouste Gulbenkian, que o classifica como "homem de serviço" – uma referência que aceita.
“Não sei ainda serviço a quê, mas julgo que praticar um serviço com boas intenções e com determinados objectivos que são os outros, que são o local onde nascemos, que são a memória que conhecemos, se isso é um serviço, gosto de ser um homem de serviço”, afirma à Renascença.
Na entrevista, o fundador do PPM aborda, ainda, a questão da eliminação dos feriados de 5 de Outubro e 1 de Dezembro, medida de que discorda: “Tirar dois feriados, um feriado tem um valor extraordinário para a economia do país? E uma desflorestação como está a fazer, destruindo aldeias, a ocupação por urbanismo das melhores terras de cultura, isso não interessa? Isso não conta para a economia do país?”,
Ribeiro Telles remata o assunto com um conselho: “Tenham juízo. Tratem de coisas mais importantes em termos do quotidiano e deixem ficar os feriados. Por amor de Deus!”.
Fonte: RR
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
S.A.R. o Senhor dom Duarte contra extinção do feriado de 1 de Dezembro
O chefe da casa real portuguesa, Duarte Pio, afirmou hoje que a soberania de Portugal está ameaçada, considerando que a extinção do feriado do 1.º de Dezembro desvaloriza o dia que mais devia unir os portugueses.
"A soberania de Portugal está gravemente ameaçada", disse Duarte Pio no discurso comemorativo da Restauração da Independência, proferido em Lisboa, defendendo que o país atravessa "uma das maiores crises da sua longa vida".
Para o herdeiro da casa real, a actual crise constitui um risco para a soberania já que a história mostra que "sempre que o país ficou enfraquecido, aumentou a vulnerabilidade à perda da sua independência".
Independência que, para Duarte Pio, está a ser desvalorizada "por alguns", face "à ameaça de extinção do feriado evocativo do dia que mais devia unir os portugueses".
O feriado de 1.º de Dezembro, que assinala a restauração da independência de Portugal face a Espanha em 1640, é um dos quatro que o Governo pretende extinguir como forma de aumentar a produtividade do país.
"A actual e humilhante dependência de Portugal dos credores internacionais é comparável à que resultou da crise financeira de 1890-1892", que "levou ao fim do regime da monarquia democrática", disse.
Em sua opinião "é urgente" criar um debate nacional para analisar os modelos económico e político "que estiveram na origem do depauperamento do Estado", até porque "é notório que os portugueses não se revêem no modelo de representatividade política em vigor".
"Porque não considerar outras formas de representação popular complementares, através de outro tipo de representantes mais directamente relacionadas com a população, por exemplo, oriundos dos municípios, modelo este com raízes mais profundas nas tradições históricas e culturais de Portugal", questionou.
Além disso, adiantou, deve-se incentivar a auto-suficiência económica, apostando nas actividades agrícolas e do mar.
Duarte Pio defendeu ainda a necessidade estratégica de aprofundar as relações com os países lusófonos, propondo a criação de um espaço económico comum aos países da CPLP que possa evoluir para uma confederação.
Criticando o "estilo de vida artificialmente cultivado nas últimas décadas", Duarte Pio afirmou ser necessária "uma rigorosa responsabilização moral", que julga dever começar com o esclarecimento pelos governantes sobre "o concreto destino dos avultados financiamentos resultantes dos compromissos assumidos pelo Estado ao abrigo do programa de assistência económica e financeira".
Ainda assim, Duarte Pio garantiu confiar na "força anímica do povo", em especial da juventude, para "restaurar Portugal".
"Acredito que os nossos governantes tirem conclusões dos erros passados e que tenham a inteligência e vontade de corrigir o que ainda for possível emendar, colocando Portugal acima dos interesses partidários", concluiu.
Fonte: DN
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
5 de Outubro foi "apenas uma mudança de regime" e pode ser abolido, diz o historiador Luís Reis Torgal

O historiador Luís Reis Torgal considera que a implantação da República em 1910 foi "apenas uma mudança de regime", não de "sistema político", como fez o 25 de Abril, defendendo a abolição do feriado do 5 de Outubro.
"O 5 de Outubro foi apenas uma mudança de regime, não de sistema político. Mudança de sistema político é sim, ou pretende ser, o 25 de Abril, porque passámos de um sistema ditatorial, autoritário, se não totalitário, para um regime democrático", disse o professor catedrático da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.
Reis Torgal sublinhou que a monarquia que caiu em 1910 já era constitucional, parlamentar: "Não se pode dizer que o 5 de Outubro terminou com a ditadura. Não vejo grande necessidade em manter o 5 de Outubro", insistiu.
Já "o 25 de Abril é verdadeiramente histórico. É o primeiro momento em que verdadeiramente se sai de um sistema ditatorial para um democrático", pelo que "de modo nenhum se deve eliminar" este feriado, acrescentou.
O mesmo acontece, para Reis Torgal, com o 10 de Junho, Dia de Portugal, Camões e das Comunidades.
"Ninguém liga ao 10 de Junho, mas devia. Defendo a necessidade de relançamento da identidade nacional, mais do que nunca. É verdade que tem associado um peso reaccionário, a ideia da raça, mas era importante reanimá-lo, estamos a perder a identidade nacional. Devíamos refazer o 10 de Junho republicano", considerou, explicando que este é um feriado que nasceu com a I República.
"Deve manter-se um dia que marque esta questão da identidade nacional frente à lógica em que vivemos hoje, em que perdemos cada vez mais o sentido da independência", insistiu, para acrescentar que porém basta um dia para isso e que o 1.º de Dezembro pode ser um dos feriados nacionais a eliminar.
"O 1.º de Dezembro, de alguma maneira, tem certa correspondência com o 10 de Junho. Mas como Dia da Independência [restaurada em 1640] já não diz nada. O que nos diz a independência em relação a Espanha?", questionou, em declarações à Lusa.
Fonte: Jornal de Notícias
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
Causa Real diz que 5 de Outubro "divide os portugueses"

O presidente da Causa Real, Luís Lavradio, considera que o 5 de Outubro «essencialmente divide os portugueses» e é um feriado que deve ser abolido, ao contrário do 1.º de Dezembro, uma celebração consensual da independência nacional.
Para Luís Lavradio, «e para todos os associados da Causa Real», o feriado do 5 de Outubro não tem sentido, «não só por politicamente» não concordarem com ele, «mas também, e principalmente, porque essencialmente divide os portugueses», já que nem todos são republicanos.
«E ter um feriado nacional que divide e não une é um erro de base», afirmou, em declarações à agência Lusa.
Já o feriado do 1.º de Dezembro, que celebra a Restauração da Independência em relação a Espanha em 1640, «é ao contrário», defende o presidente da Causa Real, considerando que «é claramente uma data» em que os portugueses recordam a sua independência.
«Portugal travou uma guerra durante vários anos contra os espanhóis, que ganhámos, e por isso, por termos restabelecido a independência, é uma data que vale a pena celebrar», acrescentou.
Porém, considerou que, «tendo em vista o pragmatismo» necessário numa questão como esta e a situação que o país atravessa, «não é estranho que se reduza o número de feriados», incluindo aqueles que talvez dizem mais aos portugueses «a nível nacional».
Para Luís Lavradio, este princípio de abolir os feriados que dividem os portugueses não se aplica às festas religiosas, apesar de nem todos os portugueses serem católicos.
«Não é o mesmo princípio. Os feriados religiosos em Portugal têm uma tradição milenar e estão assegurados com um contrato com outro país soberano, a Santa Sé», afirmou.
Para o presidente da Causa Real, o debate sobre os feriados «faz todo o sentido e já devia ter sido feito há mais tempo».
«Portugal é um país que tem feriados a mais e, como geralmente calham a meio da semana, têm um impacto sobre a produtividade e a nossa eficácia económica muito mais do que se fosse numa segunda ou sexta-feira», sublinhou, apontando o caso do Reino Unido, onde os feriados são móveis e coincidem sempre com uma segunda-feira, «dando assim um maior descanso às pessoas durante o fim de semana mas não perturbando a semana de trabalho».
O Governo vai acabar com quatro feriados, dois civis e dois católicos, com o objectivo de aumentar a competitividade e a produtividade das empresas, tendo já comunicado esta intenção aos parceiros sociais.
Esta matéria será debatida na próxima reunião de concertação social, a 28 de Novembro.
Quanto aos dois feriados religiosos a eliminar, resultarão de um acordo com a Igreja Católica.
Fonte: SOL
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
Abolição dos Feriados


O Público está a proceder a uma sondagem quanto aos feriados a abolir.
Muitos movimentos monárquicos sugerem que se vote no dia 5 de Outubro para que seja removido como feriado. Se for o referente a 1910 concordo. No entanto o mesmo deveria ser substituído por um outro, o da celebração da data de nascimento da nossa Pátria: o Tratado de Zamora no ano de 1143.
Poderão votar neste link do site do Jornal Público.
Contudo…
O primeiro feriado a ser anulado deve ser o 25 de Dezembro, pois sem o respectivo subsídio não faz sentido comemorar tristezas!
Depois o 1 de Maio, uma vez que vamos estar todos no desemprego e não faz sentido comemorar o dia do trabalhador!
O 25 de Abril deve ser só considerado tolerância de ponto entre as 00H00 e as 6H00 da manhã!
O 10 de Junho deve ser eliminado, uma vez que quem manda nisto é a troika!
Mas,
Devemos manter-nos inflexíveis na defesa do 1 de Novembro, pois é o dia dos mortos!




.jpg)



