Mudar o regime Servir Portugal

Manuel Beninger

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domingo, 2 de dezembro de 2012

“Nós somos livres e o nosso Rei é livre”

«Estamos a viver mais um 1º de Dezembro, o dia em que se afirmou a vontade de independência nacional e os portugueses disseram “Nós somos livres e o nosso Rei é livre”. Para nós, o 1º de Dezembro aconteceu uma vez e o 1º de Dezembro acontecerá sempre.»

Excerto da mensagem Mensagem do Chefe da Casa Real portuguesa, Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança no 1º de Dezembro de 2012.

Foto Gerardo Santos, Global Notícias (DN 2 de Dezembro 2012)

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

O BURACO - Leitura obrigatória, para compreensão imediata


Número de Cidadãos em Portugal: 10 555 853 (INE)
Número de Trabalhadores no Activo: 4 837 000 (Pordata, INE)
Dívida Pública Portuguesa (2004) (M€) 90 739 (IGCP, Pordata)
Dívida Pública Portuguesa (2011) (M€) 174 891 (IGCP, Pordata)
Obrigações do Estado com PPP 2012-2050, VAL (M€) 26 004 DGTC
Dívida do Estado incluindo PPP (M€) 200 895
Défice Público Português 2008/2010 (M€) -23 354 INE–MFAP, PORDATA
Quanto devia o Estado por cada português em 2004? (€) 8 596
Quanto devia o Estado por cada português em 2011? (€) 16 568
Quanto devia o Estado por cada português em 2011, incluindo PPPs? (€) 19 032
Quanto devia o Estado por cada português trabalhador em 2004? (€) 18 759
Quanto devia cada o estado por cada português trabahador em 2011? (€) 36 157
Quanto aumentou a dívida pública por português durante a gestão Sócrates? 93%
Quanto? 93%!

segunda-feira, 16 de julho de 2012

EM DEFESA DO FERIADO DO 1 DE DEZEMBRO - Assinatura do Protocolo de Cooperação entre a Sociedade Histórica da Independência de Portugal e o Movimento 1º de Dezembro

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Caro(a)s amigo(a)s, 
Para conhecimento, junto se enviam os documentos que marcaram, ontem, o arranque e o lançamento do Movimento 1º DE DEZEMBRO.
Há uma página na Internet, para quem desejar seguir: http://www.facebook.com/1dezembro
ADESÃO: Para quem desejar aderir ao Movimento basta enviar para o respectivo endereço email <movimento1dezembro@gmail.com> os dados seguintes: nome, contacto telefónico, endereço email, título académico, profissão, data de nascimento e morada/endereço postal. São os dados conforme a ficha em baixo, embora não seja necessário preenchê-la. Basta comunicar os dados pedidos com indicação da vontade de adesão. 
Com os melhores cumprimentos, 
José RIBEIRO E CASTRO
Deputado
Jose.Castro@CDS.parlamento.pt

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quarta-feira, 6 de junho de 2012

JOSÉ RIBEIRO E CASTRO E O 1º DE DEZEMBRO

UMA FANTÁSTICA INTERVENÇÃO DO DEPUTADO JOSÉ RIBEIRO E CASTRO EM BRAGA

domingo, 3 de junho de 2012

1º DE DEZEMBRO: DIA DE PORTUGAL - EM BRAGA

Drº Luís da Silva Pereira, director do Diário do Minho, e o autor do livro, deputado José Ribeiro e Castro, na livraria "Centésima Página".
Apresentação do livro por Drº Luís da Silva Pereira.

quarta-feira, 30 de maio de 2012

«1 de Dezembro, Dia de Portugal» - apresentação do livro em Braga

O convite para a sessão de Braga
2 de Junho 16h00
Livraria Centésima Página

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Falido o território querem cremar o Cadáver da História de Portugal


Portugal está a ser vilipendiado no seu espaço físico e na sua dimensão histórica 

O último episódio quixotesco partiu da garra do deputado José Ribeiro e Castro que em Março último votou contra a proposta de lei nº 46/XII que pretende acabar com alguns feriados.
Nomeadamente com o 1º de Dezembro (1640). Justificou-se assim: «Votei contra por não aceitar a eliminação do feriado nacional do 1º de Dezembro que nela se contém. O feriado do 1º de Dezembro quer o feriado em si, quer sobretudo a data e o valor patriótico que simboliza e celebra. Se este feriado fosse extinto teríamos de mobilizar-nos para o restaurar por lei, propósito com que estou comprometido, como português, como cidadão, como deputado... Trata-se da evocação da última vez em que Portugal, tendo perdido a independência, a reconquistou. É marco fundamental da História nacional, sem o qual nada decidiríamos por nós: não existiríamos, livres e soberanos na comunidade das Nações... Sem o 1º de Dezembro, quase tudo da nossa História e de toda a Lusofonia seria radicalmente diferente...É o primeiro dos feriados, o feriado dos feriados, o feriado fundador».
Basta, Dr. Ribeiro e Castro. Vai desculpar que um simples aprendiz de história, um rabiscador de crónicas de rua, que foi a Nuambuangongo (coração da guerra em Angola), servir a História com todas as suas forças patrióticas, lhe venha dizer, com toda a frontalidade. O Senhor deputado tem imunidade parlamentar, tem mordomias mensais que ultrapassam a minha tensa anual. E tem à sua mercê todos os palanques para se defender. Estamos em desvantagem profunda. Apenas me represento, porque não fui eleito. Foi por isso que na noite de 5 do corrente não fui à sede da ACIG, em Guimarães, assistir à apresentação do seu livro: 1º de Dezembro Dia de Portugal. Sabe porquê? Se eu e outros como eu, lá tivéssemos ido, teríamos perguntado ao autor deste provocatório livro, por que motivo o veio apresentar à Capital Histórica de Portugal, no decurso da Capital Europeia da Cultura, com a agravante do apresentador desse livro ser o Presidente da Câmara que estipulou os vencimentos escandalosos para os administradores da CEC e que entre 1976 e 1990, anuiu ao entendimento de todas as forças políticas para que houvesse consenso na celebração do 24 (de Junho de 1128), - esse sim – o «Feriado Fundador, o primeiro dos feriados, o feriado dos feriados». O Senhor deputado quando escreveu isso, estaria a pensar nessa «primeira Tarde Portuguesa» do 24 de Junho de 1128, quando D. Afonso Henriques conquistou a libertação, a emancipação e a autonomia do Condado Portucalense. Teve ele o dom da profecia, ao bater-se em tantas batalhas, desde Valdevez a Ourique, provando a sua valentia, coragem e astúcia e confirmando o Reino que está simbolizado no Escudo Nacional que a Causa Real continua a ostentar no seu estandarte. Quero que saiba, Senhor Deputado que navegamos em águas políticas muito próximas. Sempre tive por si muita admiração. Em 2009 desliguei-me da minha claque política por ter sido ela co-responsável pela fraude histórica que nesse ano se cometeu, a nível nacional, ao celebrarem Viseu e Guimarães, os nove séculos do nascimento do nosso I Rei e, sobretudo, ao aceitarem nessa celebração, a cidade de Viseu para berço desse nascimento. Lutei quase sozinho e alguma imprensa regional, contra todos os poderes: local, regional e central. Incluindo a Academia Portuguesa de História, à qual chamei aquele nome feio que Alfredo Pimenta lhe chamou, na sua qualidade Académico de Número, em 1944, quando os seus pares quiseram, em vão, expulsa-lo: «Caverna de Bandoleiros»!
Tive que usar os argumentos que bebi nesse Vimaranense de fibra, que foi anarquista, republicano e que, entre 1915 até à sua morte, em 1950, foi um monárquico indefectível. Ele e os integralistas que, se fossem vivos e lessem estes seus argumentos, tentariam fazer-lhe no seio da Causa Real, o que os membros da restaurada Real Academia de História quiseram fazer a Alfredo Pimenta. Se ele fosse vivo e averiguasse o significado da apresentação do seu livro no Centro Histórico de Guimarães, teria provocado o quarto «duelo» em que ele se especializou. É verdade Senhor Deputado: saberá que quando ocorreu a Restauração de Portugal já os Portugueses desses 512 anos que entretanto decorreram haviam conquistado tudo quanto havia para conquistar. Nessa altura já os amigos espanhóis, nuestros hermanos fidelíssimos, tinham recebido dos nossos antepassados cópia do Tratado de Tordesilhas (1494) mediante o qual lhes deram metade do hemisfério. Por isso Senhor Deputado:Não há amor como o primeiro. A História Portuguesa é riquíssima em datas carregadas de simbolismo: Ourique, Aljubarrota, Restauração, 5 de Outubro, 25 de Abril. Mas não tomemos a Nuvem por Juno. Use esses argumentos mas a favor do Dia Um de Portugal que foi o 24 de Junho. Como fizeram os diferentes executivos autárquicos entre 1976 e 1990: conjugar esforços e consensos para que esse dia deixasse de ser apenas feriado municipal no Berço da Pátria, mas no país inteiro. Gastou-se muito dinheiro, proferiram-se muitos discursos, vieram cá todos os Presidentes da República e todos os governos se fizeram representar, com promessas que ainda não cumpridas. Pergunte aos seus correlegionários de Guimarães se isto foi ou não verdade. Eles estiveram lá comigo. E consigo contamos todos, Senhor deputado!

sábado, 28 de abril de 2012

«1 DE DEZEMBRO - DIA DE PORTUGAL» de JOSÉ RIBEIRO E CASTRO. APRESENTAÇÃO por MANUEL ALEGRE [LIVRARIA MINERVA, 8 DE MAIO, 18H00] COIMBRA



CONVITE

O Autor, a Principia Editora e a Livraria Minerva
têm o prazer de convidar para o lançamento, 
em Coimbra, do livro

1 DE DEZEMBRO - DIA DE PORTUGAL

de José Ribeiro e Castro.

A apresentação será feita por Manuel Alegre.

A sessão realiza-se no próximo dia 8 de Maio, pelas 18H00,
na Livraria Minerva, Rua de Macau, 52
 (Bº Norton de Matos), em Coimbra.

Pelas 20H30 haverá um jantar-debate no Hotel D. Inês 
com a presença do Autor.

***
As reservas para o jantar poderão ser efectuadas até ao dia 7 de Maio 
através do mail: reservas.ass@gmail.com 
Telfs: 239701117, 239855800,962703834 ou 919158471
Jantar: 20€

As receitas deste jantar reverterão para apoio
 à Liga dos Amigos dos Hospitais  da Universidade de Coimbra.

***

«Acabar com o feriado do 1.º de Dezembro seria atacar da pior forma a independência nacional de Portugal: seria feri-la no seu próprio espírito. 
O dia em que assinalamos a nossa independência nacional, a data em que festejamos a nossa liberdade como povo liberto do jugo estrangeiro é o dia mais importante da nossa vida colectiva.
Aqui, não somos de esquerda, nem de direita – somos portuguesesNão somos da República, nem da Monarquia – somos por Portugal. O 1.º de Dezembro a todos une e reúne. O 1.º de Dezembro convoca-nos.»
(in «Manifesto do 1.º de Dezembro, Dia da Independência Nacional»)


O livro
Em defesa da manutenção do 1.º de Dezembro, o feriado que verdadeiramente celebra a independência de Portugal, José Ribeiro e Castro tem vindo a empreender uma luta sem tréguas a que se juntaram nos últimos meses inúmeras individualidades da vida política e da sociedade portuguesas. Na verdade, ao seu «Manifesto do 1.º de Dezembro, Dia da Independência Nacional», escrito na linha do histórico manifesto de 1860 encabeçado por Alexandre Herculano,que aqui também se publica, são já associáveis muitos outros textos, entre os quais artigos, depoimentos e posts da autoria de figuras destacadas da sociedade portuguesa defensoras da mesma causa (entre as quais se contam António Pinto da França, Diogo Freitas do Amaral, João Luís Mota de Campos, Jorge Miranda, José Alarcão Troni, José Lamego, José Loureiro dos Santos, Matilde Sousa Franco ou Ricardo Sá Fernandes). 


É desses textos que dá conta este livro, cujo principal propósito é alertar consciências e congregar vontades no sentido de impedir que seja eliminado o feriado em que se celebra a própria essência da Nação Portuguesa. 
Um livro com a chancela da Principia Editora.


O Autor

José RIBEIRO E CASTRO
Natural de Lisboa, casado e pai de 4 filhos.
Licenciado em Direito pela Faculdade de Direito de Lisboa (1975). 
Jurista, jurisconsulto e advogado. Ocasionalmente, jornalista.
Deputado à Assembleia da República - Presidente da Comissão de Educação, Ciência e Cultura.
Secretário-Geral do IDL (1979/80) e do IFPM (1983/85). 
Assessor/adjunto do ministro da Educação (1987-1991); vogal e presidente da Comissão de Fiscalização da RTP (1988-1991); vogal do Conselho Superior da Acção Social (1991-1992); director (1991), coordenador dos Serviços Jurídicos (1992-1993) e director de Informação (1994-1995) e administrador (1997/8) da TVI - Televisão Independente; assessor principal do Ministério do Trabalho e da Solidariedade (desde 1991-1999). 
Presidente do CDS-PP em 2005/07. 
Vogal da Comissão Política (Secretariado) do CDS (1975/83) e do CDS-PP (1998/05); porta-voz do CDS (1976/83); vogal da Comissão Directiva do CDS-PP (1998/05). Fundador da JC – Juventude Centrista e da FTDC – Federação dos Trabalhadores Democratas-cristãos.
Director do órgão oficial (“Democracia 76”) e do Departamento de Opinião Pública do CDS (1976/80). 
Director Executivo da campanha de Diogo Freitas do Amaral às eleições presidenciais de 1986 – P’rá Frente Portugal (1985/86).
Secretário de Estado adjunto do Vice-primeiro ministro nos VI e VIII Governos Constitucionais (1980 e 1981-1983). 
Deputado à Assembleia da República (1976/83, 1999 e desde 2009). Vice-presidente do Grupo Parlamentar do CDS (1981). Presidente da Comissão Parlamentar de Negócios Estrangeiros e Comunidades Portuguesas (2009/11) e Presidente da Comissão Parlamentar de Educação, Ciência e Cultura (desde 2011).
Deputado ao Parlamento Europeu (1999/09). Vice-presidente da Comissão de Emprego e Assuntos Sociais do Parlamento Europeu (1999/02). Membro da Comissão das Liberdades e dos Direitos dos Cidadãos, da Justiça e dos Assuntos Internos. Membro da Comissão dos Assuntos Constitucionais. Membro da Comissão de Assuntos Externos. Membro e porta-voz do PPE na Subcomissão de Direitos Humanos. Membro da Assembleia Parlamentar Paritária ACP-UE. 
Observador-chefe da União Europeia em actos eleitorais o Equador (2007, 2008 e 2009).
Vogal da Assembleia Municipal de Odemira (1982/85). Presidente da Assembleia Municipal de Sintra (2001/05).
Membro do Comité de Formação Política da União Europeia das Democracias Cristãs (1978/82). 
Colaboração em diversos jornais (desde 1974). 
Vice-presidente do Sport Lisboa e Benfica (1997/98).
Condecorações do Chile e do Luxemburgo.

sexta-feira, 27 de abril de 2012

S.A.R., DOM DUARTE NO PRÉ-LANÇAMENTO DO LIVRO "1 DE DEZEMBRO, DIA DE PORTUGAL"

S.A.R., Dom Duarte esteve presente na apresentação do livro "1 de Dezembro, Dia de Portugal" . Na apresentação do livro, "Dom Duarte de Bragança considerou que a ideia de um referendo sairia cara e não poderia limitar-se ao escrutínio de um único feriado."
«A ideia em si teoricamente é muito interessante, mas provavelmente teríamos que por todos os feriados e ouvir do povo português quais são os dois ou quatro feriados que deveriam ser cortados. Claro que isso é capaz de ficar caro [porque] ia gastar muito em propagandas», lembrou.
Questionado pela TSF sobre se gostava de ver C.S. mais activo nesta causa, Dom Duarte de Bragança disse que «o senhor P.R. toma cuidado para não entrar em contradição com o Parlamento, mas (...) gostava muito de ouvir a opinião dele».
Para ouvir e ler a notícia completa: AQUI

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Hoje, no "Diário de Notícias", em defesa do 1º de Dezembro.

Para ler clique aqui

Manuel Alegre e Jorge Miranda aderem à causa do ex-líder do CDS-PP. Contra a eliminação do feriado civil, já ditada pelo Governo, deputado procura apoios da esquerda à direita.

"Há coisa de que só damos realmente por elas quando nos faltam." - José Ribeiro e Castro