Mudar o regime Servir Portugal
Manuel Beninger
domingo, 2 de junho de 2013
“MAFRA merece MAIS” apresenta candidatos
sábado, 11 de maio de 2013
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
Paulo Estêvão não se recandidata à liderança do PPM
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
Balanço de mais um dia de campanha no Corvo para as eleições regionais nos Açores
sexta-feira, 1 de junho de 2012
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
“Fundação António Quadros” comemora segundo aniversário no histórico Círculo Eça de Queiróz


O grupo dos “Amigos da Fundação António Quadros” comemorou dois anos de existência no histórico Círculo Eça de Queiróz à volta de um delicioso bacalhau confeccionado por Rita Costa, uma das “Amigas da Fundação” e, ao som de fados e guitarradas. Depois das palavras dos “Amigos” Mário Quina e Rúben Baptista Oliveira, o “Amigo” Gonçalo da Câmara Pereira iniciou a sua actuação com “Ó Portugal, Ser Profundo”, poema de António Quadros musicado pelo próprio fadista, que se tornou já o Hino da Fundação. O Gonçalo acompanhado por exímios guitarristas, além de lembrar João Villaret e cantar Fernando Pessoa, tocou e disse poesia de Augusto Gil e um excerto de África Raiz, de Fernanda de Castro.

terça-feira, 2 de agosto de 2011
Cidade do Rio de Janeiro homenageia Dr.º Luís Barreiros
Jornal “Voz de Portugal”, de 16 de Junho de 2011, pág. 17
Homenagem ao jornalista, advogado e vice-presidente da direcção da Real Associação de Viana do Castelo, Dr. Luís Barreiros, com o título de Cidadão Honorário do Município do Rio de Janeiro.
Numa iniciativa do vereador da Câmara Municipal do Rio de Janeiro, Drº Paulo Pinheiro, o evento decorreu no Palácio Pedro Ernesto, com a presença do vice-presidente da CPN do PPM, Gonçalo da Câmara Pereira.
quinta-feira, 21 de julho de 2011
Gonçalo Câmara Pereira promove estátua a João Moura

O fadista e dirigente do PPM Gonçalo da Câmara Pereira (na foto, com o primeiro-ministro Passos Coelho) vai promover a construção de uma estátua ao Maestro João Moura na sua terra natal, Monforte.
"Vivo em Arronches e tive essa ideia quando há dias passei em Monforte. Se o J. Carlos Malato, ali nascido, já teve direito a nome num largo, como é possível que ainda não se tenha dado idêntica honraria a João Moura, que tão alto tem elevado em todo o mundo, há mais de trinta anos, o nome de Monforte?" – explica Gonçalo.
E conta mais:
"Meu dito, meu feito! Fui à Câmara, onde me receberam muito bem e onde o presidente acolheu a minha ideia com muito entusiasmo, disponibilizando logo o largo da Misericórdia para a edificação da estátua. O projecto vai andar, entretanto falei com o meu amigo Miguel Alvarenga e ele disponibilizou-se de imediato a apoiar a iniciativa no seu jornal, o 'Farpas' e agora, mãos à obra, vamos para a frente. Penso que a melhor solução e o presidente da Câmara concordou, é abrir uma subscrição pública para angariar fundos para a estátua, mas penso que não será difícil".
Fonte: Touradas
quarta-feira, 22 de junho de 2011
Homenagem a Luís Maria Barreiros

Jornal da Câmara Municipal do Rio de Janeiro / Diário oficial do poder legislativo (14 de Junho de 2011)
"O jornalista e advogado português, Dr. Luís Maria Barreiros, foi homenageado na última sexta-feira (03/06), com o Título de Cidadão Honorário do Município do Rio de Janeiro, numa iniciativa do vereador Paulo Pinheiro (PPS).
Nascido em Calheiros, Portugal, o Dr. Luís Barreiros adotou a cidade do Rio para viver, onde dentre outros cargos, foi membro da Direção do Sindicato dos Jornalistas do Município e presidente da Luso Brasileira – Associação Lusófona. Além disso, teve importante papel no processo de irmanação entre as cidades do Rio de Janeiro e Braga, Portugal.
Participaram da solenidade a Chanceler do Consulado Geral de Portugal no Rio de Janeiro, Maria José da Silva; o Subprocurador Geral da Justiça Militar, Dr. Luís Dodaro; o deputado da Assembleia Nacional da República Portuguesa Carlos Pascoa; o deputado e vice-presidente do Partido Monarquista Português, Gonçalo Pereira e o Governador dos Elos Internacional da Comunidade Luzíada, Comendador António Loulé".
quarta-feira, 1 de junho de 2011
domingo, 5 de setembro de 2010
Bandeira Monárquica hasteada no ponto mais alto de Portugal pelo PPM

Lusa/AO online - O presidente do PPM, Paulo Estêvão, iniciou esta sexta-feira de manhã a subida à Montanha do Pico, nos Açores, onde pretende desfraldar a bandeira da Monarquia Constitucional, depois de ultrapassados os constrangimentos meteorológicos que atrasaram a escalada.
Nesta subida, Paulo Estêvão está acompanhado pelo vice-presidente do partido, Gonçalo da Câmara Pereira, e por um grupo de jovens.
A comitiva monárquica tinha previsto iniciar a subida ao ponto mais alto de Portugal às 02:00, mas foi obrigada a atrasar a iniciativa depois de o Governo Regional dos Açores ter encerrado o acesso à Montanha do Pico, alegando “grande instabilidade meteorológica”.
Na sequência desta decisão, o PPM emitiu um comunicado em que manifestava estranheza, frisando que as condições meteorológicas permitiam a subida.
Contactada pela Lusa, fonte do Instituto de Meteorologia afirmou que o estado do tempo na Montanha do Pico durante a noite e madrugada se caracterizou pela ocorrência de aguaceiros e alguma nebulosidade.
Durante a manhã, segundo aquela fonte, há condições para a ocorrência de aguaceiros fracos, apontando para uma melhoria do estado do tempo a partir do final da manhã.
Para sábado, a previsão do tempo no Pico é de céu pouco nublado, com boas abertas.
O PPM pretende colocar a bandeira da Monarquia Constitucional no topo do Pico em homenagem ao “sistema político que criou a democracia portuguesa”, assinalando também os 65 anos do fim da II Guerra Mundial.
sexta-feira, 25 de junho de 2010
Presidente do P.P.M em Braga

No próximo domingo, dia 27, o Presidente do Partido Popular Monárquico, Drº Paulo Estêvão, Deputado no Parlamento Regional dos Açores, estará no distrito de Braga.
Encetará várias reuniões com os órgãos locais do PPM mormente com o grupo municipal do partido na Assembleia Municipal de Braga.
A comitiva contará também com a presença de Gonçalo da Câmara Pereira, Vice-presidente do partido e Deputado na Assembleia Municipal de Lisboa.
sábado, 3 de abril de 2010
Sonatina ao Luar

As divergências "fracturantes" na gestão do Partido Popular Monárquico (PPM) justificaram a sua demissão da liderança do partido. "A nível político, sou o oposto da forma de estar e ser do Gonçalo", assume Nuno da Câmara Pereira.
Os irmãos asseguram não estar de costas voltadas, mas politicamente nem sequer convergem no futuro do partido. "O Conselho Nacional tem de convocar um congresso extraordinário para marcar eleições imediatas. Não é legítimo se não fizer. São regras estatutárias", aponta Nuno da Câmara Pereira, que também pediu a desfiliação do partido. "Essa é a leitura dele. A direcção do partido tem outra", responde Gonçalo.
Após o pedido de demissão do fadista, a comissão política do partido anunciou a sua substituição pelo primeiro vice-presidente, Paulo Estêvão. E assim será até 2012, garante Gonçalo, que agora passa a ser o único vice-presidente monárquico.
As discórdias entre os dois irmãos têm histórico. Nuno tentou convocar um congresso extraordinário há um ano. "Queria mudar o quadro humano no partido. O PPM precisa de mais juventude, fervor e trabalho", explica. Não teve seguidores e optou agora por fazer "o sacrifício no sentido do exercício da integridade".
(Jornal i)
O PPM-Braga acha necessário um cabal esclarecimento destes últimos acontecimentos.
Para bem do PPM, o partido terá que legitimar a direcção em congresso, seja ela qual for, como aconteceu até recentemente no PSD, aquando da “saída” de Durão Barroso para as mais altas instâncias europeias. Deverá ser sempre esta a imagem que teremos de dar para o exterior. De um partido transparente, divergente na pluralidade de ideias, mas sem tabus para resolver os seus próprios dilemas. Não somos Cuba.
sexta-feira, 2 de abril de 2010
Fado em Sol sustenido menor

O Partido Popular Monárquico tem um novo presidente. Nuno da Câmara Pereira, que tinha sido eleito a 13 de Dezembro de 2008, apresentou a sua demissão anteontem à noite, chegando mesmo a desfiliar-se do partido. O comunicado oficial do PPM alega razões de índole pessoal para o afastamento do então presidente, mas para Nuno da Câmara Pereira a razão é só uma: incompatibilidade com o segundo vice-presidente – coincidência ou não, o seu irmão Gonçalo.
“Senti que era o meu dever afastar-me. Entrei no partido há 12 anos, pela mão do Gonçalo e, sendo o mais velho, decidi que teria de ser eu a sair”, explica o também engenheiro agrícola, fadista e escritor. “A minha visão para o partido não coincide com a dele, por isso, resolvi bater com a porta”, revela.
(Jornal 24 horas)
Pergunta o PPM-Braga: O que terá acontecido de tão grave entre os irmãos Câmara Pereira? Entre o então Presidente da Comissão Política Nacional e o seu segundo Vice-Presidente?
Objectivamente, esta pergunta não poderá ficar sem resposta.









