Mudar o regime Servir Portugal

Manuel Beninger

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domingo, 2 de junho de 2013

“MAFRA merece MAIS” apresenta candidatos


Na mesa: Telmo Correia, Alves Pardal, Ana Bela Costa e Gonçalo da Câmara Pereira

Prof. Alves Pardal (CDS) é o candidato a presidente da CMM pela Coligação “Mafra Merece Mais”. A Candidata à assembleia municipal é Anabela Costa (CDS). Na Mesa, Gonçalo da Câmara Pereira (PPM) e o deputado Telmo Correia(CDS) que discursou elogiando Alves Pardal. A sala da Cultura D.Pedro V foi pequena para tanta gente e que aplaudiu de pé os candidatos, interrompendo com palavras de apoio e incentivo o discurso de Alves Pardal. Nunca é demais salientar e com alguma surpresa o apoio a esta coligação, pois ultrapassou todas as expectativas. Garantidamente o público poderia encher o auditório Beatriz Costa, pois o corredor e os lugares em pé não comportavam mais gente. Vários deputados e dirigentes partidários não deixaram por mãos alheias os cumprimentos e efusivas manifestações de apoio aos candidatos. O exíguo espaço não deixou alongar o final da Sessão com tanta gente no foyer e no bar, que queria confraternizar e trocar ideias. A Coligação saiu mais forte com este grande apoio.
O popular monárquico Pedro Tomé Aleixo

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Paulo Estêvão não se recandidata à liderança do PPM


“Posso dizer que estou exausto desse esforço que fiz, pensando nos interesses do partido, mas que não tenho possibilidades de continuar a fazer”, afirmou Paulo Estêvão em declarações à Lusa, alegando que além de residir no Corvo, uma ilha onde “só há ligações aéreas três vezes por semana”, foi reeleito, em outubro, deputado no parlamento açoriano.
Paulo Estêvão, eleito líder do PPM em 2010, apresentou “listas de unidade, constituídas sem oposição interna”, sucedendo a Nuno da Câmara Pereira, que se demitiu do cargo.
A nova liderança do PPM será analisada no Congresso Nacional do partido em 2013, que decorrerá depois das eleições autárquicas, sendo que compete ao Conselho Nacional do partido marcar a data e o local da reunião magna.
Para Paulo Estêvão, que diz sair de “consciência tranquila”, o PPM tem inúmeras personalidades capazes de assumir a liderança do partido, embora manifeste desde já o seu apoio ao atual vice-presidente.
“Eu penso que o Gonçalo da Câmara Pereira, que é fundador do partido, é um ótimo candidato à liderança. Vamos a ver se ele assume esse desafio, mas se ele não assumir temos várias outras personalidades que estão em condições de assumir essa função”, salientou o líder do PPM.
Depois de pacificar o partido e unificar as estruturas nacionais, Paulo Estêvão assegurou que nos próximos anos quer concentrar-se, sobretudo, no crescimento do partido nos Açores e no desempenho das suas funções parlamentares, algo que considerou ser “incompatível” com o pleno exercício da liderança nacional do PPM.
Paulo Estêvão anunciou, ainda, que por opção pessoal o vice presidente da Comissão Política Nacional, Gonçalo da Câmara Pereira, passou a exercer, por delegação de poderes, desde 02 de dezembro, todas as competências que os estatutos reconhecem ao presidente da Comissão Política Nacional.
A delegação de poderes é efetiva no âmbito de todos os atos que se venham a realizar no território nacional, com exceção do território da Região Autónoma dos Açores, uma situação que sevai manter até à realização das eleições autárquicas, agendadas para outubro de 2013.
“Nestas eleições autárquicas é-me completamente impossível exercer a proximidade que é necessária, acompanhando todos os candidatos do partido nas 308 eleições autárquicas que vamos disputar”, disse Paulo Estêvão, acrescentando que a coordenação nacional do processo estará a cargo de Gonçalo da Câmara Pereira.

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Balanço de mais um dia de campanha no Corvo para as eleições regionais nos Açores

Gonçalo da Câmara Pereira (vice-presidente do PPM) e Valdemar Almeida (Secretário-Geral do PPM), estão na ilha do Corvo para apoiar a reeleição de Paulo Estêvão, nas eleições regionais dos Açores.

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Galiza e o Norte de Portugal para a Lusofonia.

Cooperação Transfronteiriça entre a Galiza e o Norte de Portugal para a Lusofonia.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

“Fundação António Quadros” comemora segundo aniversário no histórico Círculo Eça de Queiróz

O grupo dos “Amigos da Fundação António Quadros” comemorou dois anos de existência no histórico Círculo Eça de Queiróz à volta de um delicioso bacalhau confeccionado por Rita Costa, uma das “Amigas da Fundação” e, ao som de fados e guitarradas. Depois das palavras dos “Amigos” Mário Quina e Rúben Baptista Oliveira, o “Amigo” Gonçalo da Câmara Pereira iniciou a sua actuação com “Ó Portugal, Ser Profundo”, poema de António Quadros musicado pelo próprio fadista, que se tornou já o Hino da Fundação. O Gonçalo acompanhado por exímios guitarristas, além de lembrar João Villaret e cantar Fernando Pessoa, tocou e disse poesia de Augusto Gil e um excerto de África Raiz, de Fernanda de Castro.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Cidade do Rio de Janeiro homenageia Dr.º Luís Barreiros

Jornal “Voz de Portugal”, de 16 de Junho de 2011, pág. 17


Homenagem ao jornalista, advogado e vice-presidente da direcção da Real Associação de Viana do Castelo, Dr. Luís Barreiros, com o título de Cidadão Honorário do Município do Rio de Janeiro.

Numa iniciativa do vereador da Câmara Municipal do Rio de Janeiro, Drº Paulo Pinheiro, o evento decorreu no Palácio Pedro Ernesto, com a presença do vice-presidente da CPN do PPM, Gonçalo da Câmara Pereira.

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Gonçalo Câmara Pereira promove estátua a João Moura

O fadista e dirigente do PPM Gonçalo da Câmara Pereira (na foto, com o primeiro-ministro Passos Coelho) vai promover a construção de uma estátua ao Maestro João Moura na sua terra natal, Monforte.

"Vivo em Arronches e tive essa ideia quando há dias passei em Monforte. Se o J. Carlos Malato, ali nascido, já teve direito a nome num largo, como é possível que ainda não se tenha dado idêntica honraria a João Moura, que tão alto tem elevado em todo o mundo, há mais de trinta anos, o nome de Monforte?"explica Gonçalo.

E conta mais:

"Meu dito, meu feito! Fui à Câmara, onde me receberam muito bem e onde o presidente acolheu a minha ideia com muito entusiasmo, disponibilizando logo o largo da Misericórdia para a edificação da estátua. O projecto vai andar, entretanto falei com o meu amigo Miguel Alvarenga e ele disponibilizou-se de imediato a apoiar a iniciativa no seu jornal, o 'Farpas' e agora, mãos à obra, vamos para a frente. Penso que a melhor solução e o presidente da Câmara concordou, é abrir uma subscrição pública para angariar fundos para a estátua, mas penso que não será difícil".


Fonte: Touradas

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Homenagem a Luís Maria Barreiros

Jornal da Câmara Municipal do Rio de Janeiro / Diário oficial do poder legislativo (14 de Junho de 2011)


"O jornalista e advogado português, Dr. Luís Maria Barreiros, foi homenageado na última sexta-feira (03/06), com o Título de Cidadão Honorário do Município do Rio de Janeiro, numa iniciativa do vereador Paulo Pinheiro (PPS).

Nascido em Calheiros, Portugal, o Dr. Luís Barreiros adotou a cidade do Rio para viver, onde dentre outros cargos, foi membro da Direção do Sindicato dos Jornalistas do Município e presidente da Luso Brasileira – Associação Lusófona. Além disso, teve importante papel no processo de irmanação entre as cidades do Rio de Janeiro e Braga, Portugal.

Participaram da solenidade a Chanceler do Consulado Geral de Portugal no Rio de Janeiro, Maria José da Silva; o Subprocurador Geral da Justiça Militar, Dr. Luís Dodaro; o deputado da Assembleia Nacional da República Portuguesa Carlos Pascoa; o deputado e vice-presidente do Partido Monarquista Português, Gonçalo Pereira e o Governador dos Elos Internacional da Comunidade Luzíada, Comendador António Loulé".

domingo, 5 de setembro de 2010

Bandeira Monárquica hasteada no ponto mais alto de Portugal pelo PPM

Lusa/AO online - O presidente do PPM, Paulo Estêvão, iniciou esta sexta-feira de manhã a subida à Montanha do Pico, nos Açores, onde pretende desfraldar a bandeira da Monarquia Constitucional, depois de ultrapassados os constrangimentos meteorológicos que atrasaram a escalada.

Nesta subida, Paulo Estêvão está acompanhado pelo vice-presidente do partido, Gonçalo da Câmara Pereira, e por um grupo de jovens.

A comitiva monárquica tinha previsto iniciar a subida ao ponto mais alto de Portugal às 02:00, mas foi obrigada a atrasar a iniciativa depois de o Governo Regional dos Açores ter encerrado o acesso à Montanha do Pico, alegando “grande instabilidade meteorológica”.

Na sequência desta decisão, o PPM emitiu um comunicado em que manifestava estranheza, frisando que as condições meteorológicas permitiam a subida.

Contactada pela Lusa, fonte do Instituto de Meteorologia afirmou que o estado do tempo na Montanha do Pico durante a noite e madrugada se caracterizou pela ocorrência de aguaceiros e alguma nebulosidade.

Durante a manhã, segundo aquela fonte, há condições para a ocorrência de aguaceiros fracos, apontando para uma melhoria do estado do tempo a partir do final da manhã.

Para sábado, a previsão do tempo no Pico é de céu pouco nublado, com boas abertas.

O PPM pretende colocar a bandeira da Monarquia Constitucional no topo do Pico em homenagem ao “sistema político que criou a democracia portuguesa”, assinalando também os 65 anos do fim da II Guerra Mundial.


sexta-feira, 25 de junho de 2010

Presidente do P.P.M em Braga

No próximo domingo, dia 27, o Presidente do Partido Popular Monárquico, Drº Paulo Estêvão, Deputado no Parlamento Regional dos Açores, estará no distrito de Braga.

Encetará várias reuniões com os órgãos locais do PPM mormente com o grupo municipal do partido na Assembleia Municipal de Braga.

A comitiva contará também com a presença de Gonçalo da Câmara Pereira, Vice-presidente do partido e Deputado na Assembleia Municipal de Lisboa.

sábado, 3 de abril de 2010

Sonatina ao Luar

As divergências "fracturantes" na gestão do Partido Popular Monárquico (PPM) justificaram a sua demissão da liderança do partido. "A nível político, sou o oposto da forma de estar e ser do Gonçalo", assume Nuno da Câmara Pereira.

Os irmãos asseguram não estar de costas voltadas, mas politicamente nem sequer convergem no futuro do partido. "O Conselho Nacional tem de convocar um congresso extraordinário para marcar eleições imediatas. Não é legítimo se não fizer. São regras estatutárias", aponta Nuno da Câmara Pereira, que também pediu a desfiliação do partido. "Essa é a leitura dele. A direcção do partido tem outra", responde Gonçalo.

Após o pedido de demissão do fadista, a comissão política do partido anunciou a sua substituição pelo primeiro vice-presidente, Paulo Estêvão. E assim será até 2012, garante Gonçalo, que agora passa a ser o único vice-presidente monárquico.

As discórdias entre os dois irmãos têm histórico. Nuno tentou convocar um congresso extraordinário há um ano. "Queria mudar o quadro humano no partido. O PPM precisa de mais juventude, fervor e trabalho", explica. Não teve seguidores e optou agora por fazer "o sacrifício no sentido do exercício da integridade".

(Jornal i)

O PPM-Braga acha necessário um cabal esclarecimento destes últimos acontecimentos.

Para bem do PPM, o partido terá que legitimar a direcção em congresso, seja ela qual for, como aconteceu até recentemente no PSD, aquando da “saída” de Durão Barroso para as mais altas instâncias europeias. Deverá ser sempre esta a imagem que teremos de dar para o exterior. De um partido transparente, divergente na pluralidade de ideias, mas sem tabus para resolver os seus próprios dilemas. Não somos Cuba.

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Fado em Sol sustenido menor

O Partido Popular Monárquico tem um novo presidente. Nuno da Câmara Pereira, que tinha sido eleito a 13 de Dezembro de 2008, apresentou a sua demissão anteontem à noite, chegando mesmo a desfiliar-se do partido. O comunicado oficial do PPM alega razões de índole pessoal para o afastamento do então presidente, mas para Nuno da Câmara Pereira a razão é só uma: incompatibilidade com o segundo vice-presidente – coincidência ou não, o seu irmão Gonçalo.

“Senti que era o meu dever afastar-me. Entrei no partido há 12 anos, pela mão do Gonçalo e, sendo o mais velho, decidi que teria de ser eu a sair”, explica o também engenheiro agrícola, fadista e escritor. “A minha visão para o partido não coincide com a dele, por isso, resolvi bater com a porta”, revela.

(Jornal 24 horas)

Pergunta o PPM-Braga: O que terá acontecido de tão grave entre os irmãos Câmara Pereira? Entre o então Presidente da Comissão Política Nacional e o seu segundo Vice-Presidente?

Objectivamente, esta pergunta não poderá ficar sem resposta.