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sábado, 30 de março de 2013
O nosso país...
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domingo, 24 de junho de 2012
A piroseira e o ridículo pela gestão do património
domingo, 29 de abril de 2012
Pelourinho de Colares - Em 2016 faz 500 anos que D. Manuel I concedeu novo foral a Colares
sábado, 7 de janeiro de 2012
Jantar de Reis 2012: As primeiras imagens
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
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segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
sábado, 3 de dezembro de 2011
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
O CASTELO DE LANHOSO NA "REVISTA DOS CENTENÁRIOS"

Por ocasião da realização da Exposição do Mundo Português, em 1940, foi publicada a “Revista dos Centenários” cuja edição de Janeiro incluiu um artigo da autoria de Jorge Larcher alusivo aos castelos de Bragança e Póvoa de Lanhoso. Nesse artigo que fazia parte de uma série dedicada aos castelos de Portugal, o autor escreveu o seguinte a propósito do castelo de Lanhoso:
“Além do castelo de Bragança, de que ligeiramente nos ocupámos, breves referências vamos dedicar ao castelo da Póvoa de Lanhoso, do qual só resta, como recordação gloriosa desse passado distante, a torre de menagem coroada de ameias, a única parte do castelo que conseguiu escapar à fúria devastadora dos homens e do tempo.
Impossível fixar a data da sua construção, mas supões-se, e não sem fundamento, que a origem desta fortificação venha dos tempos romanos pelos emementos que têm sido encontrados por aquelas imediações.
Devia ter sido fortaleza importante, pois nela se recolheu D. Tereza, quando não podendo resistir à perseguição das forças de sua irmã, que lhe havia declarado guerra, se acolheu à sombra destas muralhas, que não tardaram a ser cercadas pelas forças de D. Urraca.
Valeu-lhe nesta terrível situação Fernando Peres, que, com D. Gelmires, arcebispo de Compostela, não deixando escapar a ocasião que se lhes oferecia para disputarem com D. Paio alguns bens que pretendiam alcançar procuraram assim lançar a divisão entre as forças de D. Urraca.
Ignora-se a forma como D. Gelmires actuou. O que é certo é que foi preso, mas, apesar dessa decisão, D. Urraca achou mais prudente, temendo talvez a influência de tão irreconciliável inimigo, estabelecer as pazes com sua irmã, fazendo-lhe grandes concessões.
A este castelo está ligada uma lenda, na realidade de grande intensidade dramática, história de amores mal fadados, que aqui teve o seu epílogo.
D. Rodrigo Pereira de Barredo, fidalgo de alta nobreza, teve um dia a secreta e desoladora notícia de que sua mulher traía a fidelidade conjugal.
O nobre fidalgo, depois de ter a certeza de tão desagradável informação, uma noite, fechou de surpresa todas as portas, de modo que ninguém pudesse escapar à cruel punição que reservava a todos que considerava culpados, e pegou fogo ao castelo, que ardeu completamente, morrendo abrasados pelas chamas todos que nele se encontravam.
Qualquer destes castelos do norte, de tão remota fundação, foram vigilantes sentinelas e resistentes obstáculos que contribuíram para a libertação do solo português e para a afirmação da nossa Independência, que em breves meses se vai comemorar, condignamente, em todas as terras de Portugal”.
domingo, 23 de outubro de 2011
Princesa Santa Joana há trezentos anos venerada num precioso mausoléu
No dia 23 de Outubro de 1771, os restos mortais de Santa Joana foram trasladados para o túmulo desenhado por João Antunes. Monsenhor João Gaspar assinala com este texto o tricentenário de um acontecimento marcante na então vila de Aveiro

Em 1595-1597 e em 1599-1602, exerceu o cargo de prioresa do Mosteiro de Jesus, em Aveiro, a madre Inês de Jesus ou de Noronha, senhora activa, disciplinadora, renovadora e empreendedora. A sua nobreza de carácter não lhe consentiu que os despojos da Princesa D. Joana continuassem guardados em modestíssima osteoteca, embora patente no meio do coro de baixo, para onde haviam sido transferidos à volta do ano de 1578, depois de exumados da campa rasa. Por 1602-1603, o caixão interior, que continha as relíquias, foi encerrado noutro cenotáfio, de forma sepulcral, de maior grandeza e artifício, além do material ser mais condigno – ébano, coberto e ornado por marchetes de bronze dourado. O ataúde, ostentando o brasão da Princesa, foi colocado no mesmo lugar, agora sobre um supedâneo de pedra de Outil, e cercado de grades torneadas, com semelhantes ornatos de bronze.
Decorrido pouco mais de um século, após um minucioso processo canónico nas respectivas instâncias da Santa Sé, o papa Inocêncio XII, em 04 de Abril de 1693, mandou publicar o breve da beatificação equipolente “Sacrosancti Apostolatus cura”; por tal documento foi oficialmente confirmado o culto imemorial de Santa Joana. Na sequência do faustoso acontecimento, logo sucederam celebrações festivas em vários lugares. O Paço Real, em Lisboa, por ordem de el-rei D. Pedro II, foi dos primeiros a dar exemplo. Em Junho, no Mosteiro de Jesus, D. João de Melo, bispo de Coimbra, que apelidava a Princesa como a “sua Santa”, celebrou Missa pontifical, prometendo participar nas solenidades da beatificação, que viriam a realizar-se no ano seguinte de 1694. E assim aconteceu. De Coimbra vieram a Aveiro os cantores da Capela da Catedral para o oitavário, que culminou, em 12 de Maio, com a faustosa celebração da Eucaristia e com uma imponente procissão; nesta foi levada a primeira imagem da Santa Princesa, em bela escultura em madeira, para a qual se levantou um sumptuoso altar lateral no interior da igreja de Jesus.

D. Pedro II paga
El-rei D. Pedro II, após a beatificação de Santa Joana, ordenou a renovação e o aformoseamento do coro de baixo do Mosteiro, onde os seus restos mortais haviam sido sepultados, e mandou que se fizesse um túmulo condigno, a fim de se substituir o anterior. Para a sua concepção, foi escolhido o notável arquitecto lisbonense da Casa Real, João Antunes (1643-1712), cujos honorários foram pagos pelo próprio monarca. A obra, iniciada em 1698, terminou em 1709. No essencial, o sepulcro, assente sobre um bloco de pedra, é uma arca rectangular com base e cornija, cuja separação é feita nos extremos das faces por mísulas alongadas e finamente trabalhadas. São vários os elementos decorativos e os símbolos religiosos, que enriquecem o mausoléu em cada uma das quatro faces, como a cruz, a coroa de espinhos, a palma, o lírio, as flores e as ramagens. Em baixo e aos cantos, quatro querubins, alados e de braços erguidos, seguram-na e transportam-na ao céu e a fénix, no centro, aponta o renascer «ex cínere»; como remate superior emerge, também suportado por anjos, o brasão português, encimado pela coroa real, entre volutas. Magnífico e admirável exemplar de entalhados multicolores de mármore, embutidos com suma delicadeza e perfeição, é no seu género uma peça incomparável no embrechado, equilibrada no desenho e adequada ao barroco nacional.
Foi o bispo de Coimbra, D. António de Vasconcelos e Sousa, quem, no dia 10 de Outubro de 1711 procedeu ao reconhecimento canónico das relíquias de Santa Joana, entre mostras de muita piedade. Nos dias seguintes, houve tríduo de Missas, pregações e festas. No dia 23, após a Missa pontifical do prelado, realizou-se um magnífico cortejo, com danças, charamelas e trombetas, que deu volta ao claustro conventual e percorreu algumas artérias da vila de Aveiro, passando junto à secular igreja matriz de S. Miguel e defronte da Casa da Câmara Municipal e parando, durante uns instantes, no Convento de S. João Evangelista, das irmãs carmelitas. À frente iam os frades dominicanos, provenientes de várias partes, depois os carmelitas, os franciscanos e muitos eclesiásticos e nobres; ao todo, perto de quinhentos clérigos, por ter o bispo ordenado que concorressem os das freguesias circunvizinhas. Logo após, alçava-se a cruz da Sé, sob a qual os cantores de Coimbra e os músicos da Capela Real, solicitados de Lisboa pelo prelado, entoavam salmos e hinos; os membros do Cabido caminhavam com solenidade incomum. Conduzido debaixo do pálio, a cujas varas pegavam seis cavaleiros do hábito de Cristo, o riquíssimo andor com as relíquias era levado pelos abades mitrados dos mosteiros beneditinos de Santo Tirso e de Coimbra e dos cistercienses de Seiça e do Espírito Santo ou de S. Paulo de Coimbra, por não haver bispos disponíveis nas Dioceses limítrofes. À passagem, a Infantaria militar, em duas alas ao longo das ruas, salvava com repetidas descargas. Atrás, seguia o antístite, com os seus acólitos, o Senado Municipal e uma tão grande multidão de pessoas que as Justiças não podiam conter. Recolhida a procissão no Mosteiro de Jesus, colocou-se o caixão dentro do túmulo, que logo se fechou.
Candelabros roubados pelos franceses
Posteriormente, o sétimo duque de Aveiro, D. Gabriel de Lencastre Ponce de Leão, por escritura lavrada em 03 de Janeiro de 1733, doou e mandou entregar à prioresa do Mosteiro de Jesus cinco candelabros de prata para serem colocados junto do sepulcro da Santa Princesa e neles se acenderem velas. Tais lampadários substituíram os quatro candelabros de cristal que, algum tempo antes, ofertara o mesmo devoto para idêntico fim. Conforme o teor do documento notarial, os candelabros de prata eram lavrados a cinzel; o maior tinha duas ordens de luzes (seis luzes a de cima e doze a de baixo); outros três tinham uma ordem de doze luzes; e o mais pequeno tinha uma ordem de seis luzes. Em 1808, «esta preciosidade artística foi levada ou, para melhor dizer, roubada pelos franceses» – informa o aveirógrafo Marques Gomes.
No decorrer da história milenar do nosso burgo, este facto significa um acontecimento marcante, singularmente vivido em 23 de Outubro de 1711 com ‘pompa e circunstância’. Na ocorrência do seu terceiro centenário, nós não poderíamos deixar de assinalá-lo num sentido de gratidão à celeste Padroeira de Aveiro que – como ela prometeu antes de falecer - «eu hei-de lembrar-me desta Casa e da Vila, onde quer que a minha alma estiver».
João Gaspar
Fonte: Correio do Vouga
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
terça-feira, 11 de outubro de 2011
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Últimas do alambor
Certamente nauseados com tanta pimbalhada, que só nos envergonha aos olhos dos estrangeiros que nos visitam, cidadãos manifestaram-se, grafitando o horrível paredão. As suas mensagens dispensam comentários, numa altura em que a petição nacional já vai nas 2074 assinaturas em 30 dias. A provar que em Portugal ainda há muitos cidadãos decentes, que não se deixaram contaminar pelos dinheiros de Bruxelas.
Fonte: Tomar a dianteira
Detalhes horríveis da destruição selvagem da sapata/Alambor do Séc. XII do Castelo de Tomar.
“Amigos,
Já tinha assinado a petição que anda na net mas ainda não tinha visionado as fotos que aqui mando e mostram a que ponto chega a ignorância grosseira dos mentecaptos a quem deixamos tomar conta do nosso património. Já tenho visto muito crime lesa património por este país mas esta excede todos os limites do bom senso.
Deixo à consideração.
Paulo”
“Obrigado, as fotos são bem elucidativas!
Já agora, permita-me uma observação ao comentário do remetente da mensagem:
Ao contrário do que geralmente se pensa, estes actos de vandalismo não são movidos por ignorância grosseira nem por insensatez.
É claro que há muitos ignorantes e estúpidos envolvidos nestes actos, mas quem realmente os concebe é movido pela má-fé, pelo desejo de fazer o Mal e de aniquilar os nossos valores espirituais e materiais.
Não sejamos ingénuos! Todas as grandes Revoluções passam por uma fase de destruição radical para cortar os laços com o passado.
Nós estamos no meio do maior e mais radical processo revolucionário de todos os tempos…
Um abraço,
Luís Ferrand”
(Secretário-geral da dinâmica Associação Monárquica Arautos d'El-Rei
Exma. Senhora Presidente da Assembleia da República
Exmo. Senhor Primeiro – Ministro
Exmo. Senhor Secretário de Estado da Cultura
Exmo. Senhor Presidente do IGESPAR
Exmo. Senhor Presidente da Câmara Municipal de Tomar
Exmo. Senhor Presidente da Assembleia Municipal de Tomar
Exma. Senhora Director da UNESCO – World Heritage
Exmo. Senhor Presidente do Parlamento Europeu
Exmo. Senhor Comissário Europeu da Cultura
No seguimento das obras de arranjo urbanístico levadas a cabo pela Câmara Municipal de Tomar da envolvente norte do Conjunto Imemorial de Tomar - Património da Humanidade -, foi destruído o alambor primitivo norte do Séc. XII do Castelo Templário de Tomar; um marco único a nível mundial da arquitectura militar medieval do Séc. XII.
As suas pedras, com quase 900 anos, foram retiradas e transportadas para um terreno baldio por trás do Convento de Cristo, onde se encontram abandonadas e desprotegidas, passíveis de serem facilmente furtadas.
Foi ainda iniciada, neste momento, a construção de uma parede de betão de 5m.
Os cidadãos a seguir assinados e identificados, vêm por este meio, requerer a Vossas Excelências a reformulação do mesmo, reintegradas as pedras retiradas, de acordo com as melhores práticas de restauro e conservação da arquitectura militar medieval do Séc. XII, com especial cuidado para a sua singularidade.
Garantindo a sua recuperação, manutenção e sustentabilidade a longo prazo.
Portugal, 28 de Agosto de 2011
Os Signatários,
domingo, 18 de setembro de 2011
AM de Braga aprova recomendação para classificar Barbearia Matos
Mais sorte teve a proposta também do deputado do PPM para a classificação da Barbearia Matos, na rua do Souto, como Imóvel de Interesse Municipal. A recomendação foi aprovada sem votos contra, mas com quatro abstenções.
O objectivo da recomendação é classificar o imóvel e a barbearia, com mais de um século de existência, impedindo assim a concretização da ordem de despejo e o encerramento da barbearia, decretada pelo tribunal.
No texto, Manuel Beninger lembrou que a barbearia é visitada por gentes dos quatro cantos do mundo, graças sobretudo à sua decoração, mosaicos e azulejos; e ao mobiliário dos primeiros anos do século XX. O PPM teme que o estabelecimento seja integrado de forma incaracterística num futuro projecto comercial.

domingo, 29 de agosto de 2010
Mosteiro de Tibães: Capella Musical Cupertino de Miranda

Cappella Musical Cupertino de Miranda
Mosteiro de Tibães, Braga
11 de Setembro de 2010, 19h00
A Fundação Cupertino de Miranda, apresenta mais um concerto da Cappella Musical, desta vez, a 11 de Setembro de 2010, pelas 19h00 no Mosteiro de Tibães.
A entrada é livre.
Com os escandalosos preços que a administração do Theatro Circo pratica e com a minguada programação cultural que a Câmara Municipal de Braga oferece aos seus munícipes, este concerto enche todos as medidas.
Será a cereja em cima do bolo para o final do Conselho Nacional do PPM.
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
Cultura Portuguesa em Olivença

A Associação Cultural “Além Guadiana” acaba de apresentar aos responsáveis políticos e institucionais de Olivença um “conjunto de propostas para a valorização da língua e da cultura portuguesa” para este município.
Entre as linhas de actuação estão o fomento do bilinguismo através da informação turística, a sinalização urbana, a promoção das festividades e a difusão do bilingue pelos meios de comunicação sociais.
Para mais informações clique aqui:
http://alemguadiana.blogs.sapo.pt/80549.html#cutid1





















