Mudar o regime Servir Portugal

Manuel Beninger

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sábado, 20 de julho de 2013

PPM lidera movimento que juntará PND e o Portugal Pró-Vida em Guimarães


PS mantém distância de direita em disputa à Câmara de Guimarães

Movimento juntará PPM, PND e Portugal Pró-Vida em Guimarães

No mês que clarificou as candidaturas à Câmara de Guimarães, pouco mudou no eleitorado: só o BE subiu, mas sem incomodar. O PS lidera e a direita, da coligação PSD-CDS, terá de contar com novo concorrente.
A festa de formalização da candidatura da coligação "Juntos por Guimarães" (PSD-CDS), liderada por André Coelho Lima, à Câmara de Guimarães, na noite de 24 de junho, foi grande, e terá deixado exultantes os mil prosélitos presentes no S. Mamede. É certo que averbou mais 0,8% de preferências, mas tal entusiasmo não parece, todavia, ter contaminado o eleitorado vimaranense, que se manteve fiel às escolhas já manifestadas na sondagem publicada pelo JN em maio, que dava 33% dos votos à coligação.
Assim, a candidatura do PS, liderada por Domingos Bragança, embora descendo ligeiramente (1,4%), mantém larga dianteira, com 49,6% das intenções de voto. A excessiva discrição de Bragança foi compensada com a apresentação do trunfo maior do PS: o ex-presidente da Câmara, António Magalhães, a cumprir o derradeiro mandato e cuja mitificação pelos indígenas já começou, é candidato à Assembleia Municipal. Sem conseguir descolar, "Juntos por Guimarães" está confrontada com fatores negativos que não controla, como o desgaste suscitado pelas dissonâncias públicas do Governo suportado pelos partidos matriciais da coligação vimaranense. Além disso, o seu espaço natural será disputado pelo movimento de direita liderado pelo PPM, e que conta com o PND e o Portugal Pró-Vida. A candidatura, já acordada e em vias de formalização, poderá cativar a direita desiludida com os partidos governamentais.

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

PPM destaca apoio "extraordinário" no Corvo


O presidente do PPM, Paulo Estêvão, afirmou esta quinta-feira que tem a expectativa de manter o atual deputado pela ilha do Corvo, a mais pequena dos Açores, nas eleições de domingo, destacando que o eleitorado foi "extraordinário" ao longo da campanha.
O PPM apresenta lista própria apenas no Corvo, onde tem o apoio do PSD, concorrendo nos restantes círculos eleitorais integrado na Plataforma de Cidadania, que formou com o Partido da Nova Democracia (PND).
Paulo Estêvão, que encabeça a lista de candidatos do PPM pelo círculo eleitoral do Corvo, por onde foi eleito nas regionais de 2008, frisou que "a expectativa é manter o atual deputado".
"Fizemos um trabalho muito intenso na última legislatura e estamos à espera de ver premiado este trabalho. O povo é soberano. As populações farão a sua escolha", sublinhou Paulo Estêvão, em declarações à Lusa.
O presidente do PPM e candidato destacou ainda o "afeto" que recebeu dos eleitores, frisando que "ao longo de 16 anos de participação em campanhas esta foi a mais reconfortante e extremamente positiva".
Relativamente à Plataforma de Cidadania, o líder monárquico disse desejar que consiga eleger deputados para a Assembleia Legislativa Regional.
Um total de 12 forças políticas apresentaram listas candidatas às eleições regionais nos Açores no domingo onde 225.211 eleitores vão eleger 57 deputados para a Assembleia Legislativa.

domingo, 7 de outubro de 2012

Plataforma de Cidadania apela ao consumo de produtos regionais


O cabeça de lista da Plataforma de Cidadania pelo círculo de S. Miguel às eleições regionais de dia 14 apelou hoje ao consumo de produtos regionais, que considerou a "única forma da economia crescer" nas ilhas.
Numa visita de campanha ao Mercado da Graça, em Ponta Delgada, Rui Simas sublinhou, porém, que o incremento da venda de produtos da região depende uma “diversificação agrícola que já deveria ter acontecido”.
“A agricultura tem sido posta de lado, apostando-se apenas na agropecuária”, considerou, alegando que na atual situação de crise a diversificação se torna urgente para “as pessoas não passarem fome”.
O candidato da Plataforma de Cidadania, uma coligação integrada pelo PPM, PND e independentes, questionou, por outro lado, a capacidade de execução das “falsas promessas” dos dois maiores partidos que concorrem às eleições de dia 14, PS e PSD, contrapondo as limitações impostas pelo memorando de assistência financeira internacional assinado por Portugal.
Face a esse entendimento, “como vai o PS abrir uma empresa para [substituir] a RTP/Açores?”, interrogou Rui Simas.
No diálogo com vendedores e compradores no Mercado da Graça, hoje visitado por todas as candidaturas às eleições regionais, o candidato da Plataforma de Cidadania insistiu no caráter “apartidário” do movimento, que pretende “levar a voz do cidadão” ao Parlamento açoriano.
“É importante colocar o cidadão no centro da decisão”, sustentou, admitindo que o “descontentamento” dos eleitores com os partidos possa beneficiar a sua candidatura.
Ao sublinhar que “as pessoas estão muito afastadas do processo partidário”, Rui Simas disse que a Plataforma de Cidadania tem sido “acolhida com carinho especial” precisamente por se tratar de um “movimento cívico” sem responsabilidades na crise atual.

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Plataforma de Cidadania propõe perdão fiscal para famílias e PME


O cabeça de lista da candidatura da Plataforma de Cidadania pelo círculo de S. Miguel às eleições de 14 de outubro para o Parlamento açoriano defendeu hoje o perdão das dívidas ao fisco das famílias e pequenas e médias empresas como estratégia de combate ao desemprego.
"Numa altura em que não há dinheiro, as famílias e as empresas têm de ser aliviadas" para que possam surgir novos empregos, sustentou Rui Simas, em declarações aos jornalistas depois de visitar a sede da Segurança Social em Ponta Delgada.
O candidato da coligação integrada pelo PPM, PND e independentes alegou que o perdão de dívidas fiscais permitiria, nomeadamente, resolver a situação de dificuldade de pequenas empresas que "optaram por pagar salários deixando de pagar impostos".
Além de sublinhar que depois das eleições regionais "o desemprego vai subir " no arquipélago, Rui Simas considerou que, numa altura em que "grande parte das empresas estão a fechar" a Segurança Social surge como "ultimo bastião de apoio aos mais fragilizados".
"Sentimos que as pessoas ainda têm alguma esperança na Segurança Social", referiu, alertando porém para os perigos da sua "descapitalização" caso a crise de prolongue.
A manter-se o quadro atual, a "Segurança Social está condenada", podendo "não haver dinheiro para subsídios e reformas", advertiu.
No diálogo com eleitores no interior do edifício da Segurança Social, o candidato da Plataforma da Cidadania insistiu na denúncia de que "o cidadão é que está a pagar os devaneios dos governos".
"Para tentar inverter isso é preciso colocar representantes do cidadão na Assembleia Regional", acrescentou.

sábado, 29 de setembro de 2012

Plataforma de Cidadania pede "intervenção imediata" do Governo Regional no apoio a estudantes carenciados


Lusa - A Plataforma de Cidadania, formada pelo PPM e PND para as eleições de outubro nos Açores, pediu a "intervenção imediata" do Governo Regional para evitar um "descalabro" de desistências de alunos universitários por dificuldades económicas.
“Sei que as coisas estão difíceis, mas, se há dinheiro para festivais e para situações que não têm nada a ver com o nosso desenvolvimento, o Governo Regional poderia abrir um programa de bolsas para que alunos mais carenciados possam estudar”, afirmou Rui Simas, cabeça de lista da Plataforma de Cidadania pelo círculo de S. Miguel, em declarações aos jornalistas no final de uma reunião com o reitor da Universidade dos Açores.
Rui Simas frisou que há "cerca de 400 estudantes" que não se podem inscrever porque têm propinas em atraso, defendendo a necessidade de uma "intervenção social" do executivo regional, através de "um programa de bolsas para os alunos mais carenciados".
“Se não, o que vai acontecer?", questionou o candidato, respondendo que "estas pessoas vão para o desemprego”.
Para Rui Simas, é preciso "evitar o descalabro enorme", que seria cerca de 400 alunos "ficarem pelo caminho por falta de condições financeiras para prosseguir os estudos".
O candidato da Plataforma de Cidadania salientou que esta situação representa "uma regressão no acesso ao ensino superior, que está cada vez mais para as classes mais favorecidas e para as elites", criticando o Governo da República por "não dar uma almofada de subsistência às pessoas, mas dar perdão às grandes empresas".
Rui Simas voltou a reivindicar "um perdão fiscal para as famílias, micro, pequenas e médias empresas", uma exigência que consta do programa eleitoral da Plataforma de Cidadania.
“A banca nos Açores deveria pagar como pagam as outras empresas e o Governo Regional deve ter esta verba como almofada para apoio às empresas e famílias”, defendeu Rui Simas.

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

No dia 14 de Outubro o seu voto conta

No dia 14 de Outubro o seu voto conta.
Todos contam. E todos interessam.
Numa altura em que vivemos maior dificuldade nos Açores e no país precisamos, sobretudo, de deputados que venham verdadeiramente da sociedade civil; que sejam independentes, que não precisem da política para viver, que falem sempre a verdade e que conheçam bem a região e o país. Acreditamos que só homens e mulheres livres podem servir melhor os Açores nesta altura difícil e angustiante para todos nós.
A candidatura da Plataforma de Cidadania, Faial, é a candidatura dos que não tem voz, dos que se desiludiram com a política, dos jovens e daqueles que acreditam que a política não se esgota nos políticos. É uma candidatura empenhada, que diz respeito a todos aqueles para quem o destino do Faial e dos Açores não é indiferente, e que acreditam que as mudanças indispensáveis podem ser feitas dentro do quadro institucional da autonomia regional.
Não podemos continuar de fora, é necessário ter esperança e confiar no nosso futuro colectivo. O Faial e os Açores dizem respeito a todos os faialenses e a todos os açorianos: ninguém se pode excluir desse dever de cidadania.
A candidatura da Plataforma de Cidadania, Faial, pretende oferecer aos faialenses, a esperança e a confiança numa região justa num futuro melhor. Por isso, nos bateremos com energia, convicção e serenidade.
É para isso que pedimos o seu voto. Em conjunto poderemos fazer acontecer.
Não desista! Confie na Plataforma de Cidadania.
Dê-nos uma oportunidade. E faremos sempre melhor.
José Manuel Braia Ferreira

terça-feira, 25 de setembro de 2012

ENTREVISTA COM RUI SIMAS, PLATAFORMA DE CIDADANIA


Rui Simas, cabeça de lista pela Plataforma de Cidadania pelo circulo eleitoral da ilha de S. Miguel, explica detalhadamente em entrevista à RTP-Açores o que é a Plataforma de Cidadania.
A ouvir atentamente

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Plataforma de Cidadania - Pico

Agora, nas eleições regionais 2012 Açores, concorre pela Plataforma de Cidadania pelo círculo eleitoral do Pico.

domingo, 23 de setembro de 2012

Plataforma de Cidadania - Ilha Graciosa

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São as nossas vozes que serão ouvidas, somos cidadãos e todos temos direito à nossa opinião. A Graciosa precisa de gente dinâmica, empreendedora, viajada, com conhecimentos, com humildade para saber ouvir as necessidades de todos, e acima de tudo com vontade de provar que nem todos são iguais e que juntos podemos fazer a diferença! São estas as escolhas que determinam muitas vezes o destino de uma comunidade. EU ACREDITO MUITO QUE PODEMOS FAZER MAIS E MELHOR.
Marco Caneira, candidato, pela Plataforma de Cidadania, a deputado regional pela Ilha Graciosa.

sábado, 22 de setembro de 2012

Plataforma de Cidadania - Porque a Democracia merece Melhor

Plataforma de Cidadania alerta para perigo das maiorias absolutas

O cabeça de lista da Plataforma de Cidadania pelo círculo de S. Miguel nas eleições regionais, Rui Simas, alertou hoje para o perigo das maiorias absolutas, defendendo que é preciso "quebrar o monopólio dos partidos políticos" nos Açores.
"Nós temos de ter cuidado com as maiorias absolutas, no fundo não deixam de ser autênticas ditaduras. Quanto mais diversidade houver no parlamento, melhor", afirmou Rui Simas, em entrevista à agência Lusa, acrescentando que "as pessoas já não se revêem no atual sistema político-partidário".
A Plataforma de Cidadania concorre às eleições regionais de 14 de outubro com listas próprias em sete das nove ilhas dos Açores, apresentando-se como um movimento cívico, apesar de formalmente ter na sua base dois partidos, o PPM e o PND, unicamente para "cumprir a lei".

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Encontre as diferenças...



Este facto deve querer dizer alguma coisa.
È urgente reformular o modelo vigente.
A Plataforma de Cidadania tem uma posição muito firme e determinada acerca desta problemática, também verificada nos Açores, e irá pugnar pela sua defesa de forma ativa e de forma intransigente.


A ENORME DIFERENÇA
A Austrália é uma monarquia constitucional com uma divisão de poder federal. O país tem um sistema de governo parlamentarista com a rainha Elizabeth II como a Rainha da Austrália, um papel que é diferente da sua posição como rainha dos outros reinos da Commonwealth. Como a rainha reside no Reino Unido, os poderes executivos investidos nela pela Constituição são normalmente exercidos pelos seus representantes na Austrália (o Governador-Geral, em nível federal e pelos Governadores, a nível estadual), por convenção sobre os conselhos dos ministros da Rainha.
Está tudo dito... PORTUGAL É UMA REPÚBLICA

Lista da Plataforma de Cidadania - ilha do Faial


Sondagens há para todos os gostos.
Ontem, chegou-nos a seguinte:

PSD - 40%;
PS - 38%;
Plataforma de Cidadania - 10%;
PP - 8,5%;


Isto vem de facto confirmar que a Plataforma de Cidadania surge como a 3ª força politica mais votada na Região Autónoma dos Açores, para as eleições de 14 de Outubro para a Assembleia Legislativa Regional dos Açores.

Quanto à fonte, esta é muito clara, trata-se "da fonte".

Cesar Braia

Lista de candidatos pela Plataforma de Cidadania ao circulo eleitoral da ilha do Faial às eleições de 14 de Outubro para a Assembleia Legislativa Regional dos Açores.

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Plataforma de Cidadania apresenta 10 propostas para despartidarizar administração regional


Plataforma Cidadania
A Plataforma de Cidadania, constituída pelo PPM e PND para as eleições regionais de outubro nos Açores, apresentou hoje 10 propostas para despartidarizar e melhorar a transparência da administração regional, defendendo um regresso "à lógica de serviço público".
“O nosso propósito é retirar à administração regional a sua pele partidária e racionalizar o seu funcionamento no âmbito de um contexto de funcionamento exclusivamente centrado no serviço público, sem qualquer interferência de índole partidária”, afirmou Laudalina Estrela, candidata da Plataforma de Cidadania pelo círculo de S. Miguel nas eleições regionais de 14 de outubro.
A Plataforma de Cidadania apresentou 10 medidas com esse objetivo, entre as quais a redução de 30 por cento dos salários dos deputados, membros do Governo Regional e gestores públicos, bem como uma diminuição de 60 por cento das assessorias do executivo.
Para Laudalina Estrela, que falava numa conferência de imprensa em Ponta Delgada, as nomeações para o setor público empresarial e restantes áreas da administração regional devem ser abolidas, passando as colocações a ser feitas através de “concursos públicos transparentes, sem indícios de amiguismos” e fiscalizados por uma “bolsa de júris regionais isentos”, constituída por personalidades de várias áreas.
A Plataforma de Cidadania propõe também que os diretores regionais saiam da “esfera da nomeação partidária para uma esfera de atuação eminentemente técnica”, que as adjudicações diretas terminem e que sejam proibidas quaisquer derrapagens, obrigando “as empresas a concorrer com orçamentos reais”.
Laudalina Estrela adiantou que este movimento cívico defende ainda a extinção de algumas empresas públicas, mas sem despedir funcionários, que serão reconduzidos para outros setores da administração pública.

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Plataforma de Cidadania quer reduzir despesas diminuindo número de deputados

A Plataforma de Cidadania, coligação formada pelo PPM e PND para as eleições regionais de outubro, defendeu a redução do número de deputados na Assembleia Legislativa dos Açores como forma de reduzir despesas.
“Pretendemos reduzir o número de deputados de 57 para apenas 41. Dessa forma, a Assembleia Legislativa regressará a uma dimensão muito próxima da que se registava em 1976, quando tinha apenas 43 deputados”, afirmou Rui Simas, cabeça de lista da Plataforma de Cidadania pelo círculo de S. Miguel, em declarações à Lusa.
Rui Simas, que falava à margem de uma visita à Delegação de S. Miguel da Assembleia Legislativa dos Açores, recordou que foi da Plataforma de Cidadania e de outros grupos de participação cívica que partiu a iniciativa da petição popular contra o aumento para 64 deputados nas eleições de outubro.
Este aumento, que era originado pelo crescimento do número de eleitores inscritos nos Açores, acabou por não se concretizar, tendo o parlamento regional aprovado legislação específica com esse objetivo.
A Plataforma de Cidadania apresentou hoje um conjunto de medidas para “melhorar o funcionamento do parlamento e reduzir as respetivas despesas”, estimando que permitam uma poupança anual superior a dois milhões de euros.
Uma dessas propostas visa alterar a dimensão dos círculos eleitorais de ilha, que passariam a eleger apenas 18 deputados, passando o círculo de compensação dos atuais cinco para 23 deputados.
“Esta alteração aumenta a proporcionalidade do sistema, mantém a eleição de deputados por ilha e permite reduzir muito significativamente as despesas do parlamento”, afirmou Rui Simas, assumindo o compromisso de apresentar esta proposta no início da próxima legislatura.
A Plataforma de Cidadania pretende ainda acabar com as reuniões presenciais das comissões parlamentares, que passariam a ser realizadas por teleconferência, evitando despesas de deslocação dos deputados.
Por outro lado, defende que as sessões plenárias da Assembleia Legislativa, que decorrem na Horta, Faial, devem “iniciar-se obrigatoriamente” na segunda-feira e terminar na sexta-feira, os intervalos regimentais devem ser impedidos e a agenda de trabalho deve passar a incluir “um número muito maior de diplomas, de forma a aumentar a produtividade”.

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Plataforma de Cidadania assume objetivo de ser a terceira força política na região

A Plataforma de Cidadania, coligação formada pelo PPM e PND para as eleições regionais de outubro, assumiu hoje o objetivo de se tornar a terceira força política nos Açores, mas não se comprometeu com a viabilização de nenhum governo.
“Estamos a conseguir uma adesão absolutamente esmagadora”, afirmou Beatriz Feijó, numa conferência de imprensa em Ponta Delgada, acrescentando que a Plataforma de Cidadania “espera um resultado absolutamente extraordinário”, que a colocará “no restrito grupo das três maiores forças políticas regionais”.
Se estas previsões se confirmarem, a Plataforma de Cidadania poderá surgir como essencial para a viabilização parlamentar de um futuro executivo regional, mas, segundo Rui Simas, ainda é cedo para tratar dessa questão.
“Ainda não conhecemos o programa eleitoral de nenhum partido”, frisou o cabeça de lista da Plataforma de Cidadania pelo círculo de S. Miguel, salientando que um eventual acordo com o PS ou o PSD será sempre decidido pela “bolsa de eleitores”.
Esta bolsa de eleitores, em que se podem inscrever até ao dia das eleições todos os cidadãos interessados, é uma das principais novidades do protocolo hoje apresentado, que visa “garantir a independência da Plataforma de Cidadania perante o PPM e o PND e a prevalência absoluta dos mecanismos da democracia direta”.
“A Plataforma de Cidadania representa uma oportunidade para os cidadãos readquirirem o controlo direto do processo de tomada de decisão coletivo”, salientou Beatriz Feijó, frisando que os futuros deputados regionais deste movimento estarão “obrigados a prestar contas e a publicitar o seu trabalho de forma permanente ao longo de toda a legislatura”.
Segundo Beatriz Feijó, o protocolo hoje apresentado “é a prova incontestável de que os eleitos da Plataforma de Cidadania serão totalmente independentes de qualquer direção partidária”.
Nos termos do protocolo, o PPM e o PND “forneceram o suporte institucional necessário que tornou possível a candidatura da Plataforma de Cidadania, abdicando de condicionar o programa eleitoral que será apresentado a sufrágio”, além de se “comprometerem a respeitar integralmente a autonomia do futuro Grupo Parlamentar da Plataforma de Cidadania”.
Os deputados que vierem a ser eleitos estarão apenas condicionados pelo programa eleitoral e pelas orientações emanadas da bolsa de eleitores, que definirá o sentido de voto da bancada parlamentar.
“O deputado da Plataforma de Cidadania terá sempre em conta no plenário da Assembleia Legislativa dos Açores a posição definida e votada maioritariamente pela bolsa de eleitores”, cujos membros receberão todas as iniciativas legislativas de forma a que se possam pronunciar sobre elas.
Este protocolo foi assinado por Paulo Estêvão, presidente do Partido Popular Monárquico (PPM), Joel Viana, secretário-geral do Partido da Nova Democracia (PND), e Rui Simas, da Plataforma de Cidadania.

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Plataforma de Cidadania e a prevalência absoluta dos mecanismos da democracia direta- Conferência de Imprensa


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Apresentação do Protocolo que garante a independência da Plataforma de Cidadania e a prevalência absoluta dos mecanismos da democracia direta
A Plataforma de Cidadania é um projeto político absolutamente inovador e uma das grandes esperanças de renovação do atual sistema político açoriano. Numa conjuntura política marcada pela incompetência da classe política dirigente e pela canibalização da administração regional pelos aparelhos partidários, a Plataforma de Cidadania representa uma oportunidade dos cidadãos readquirirem o controlo direto do processo de tomada de decisão coletivo.
A Plataforma de Cidadania define-se como um espaço político de participação, interação, exigência, transparência, rigor, competência e solidariedade. Neste projeto o compromisso eleitoral é inviolável e a democracia interna é um dogma. Neste novo começo cabem todos os que ainda acreditam que é fulcral preservar uma sociedade onde prevaleça o princípio da igualdade de oportunidades e que é possível e prioritário inverter o ciclo de empobrecimento brutal que se vive no país e na região.
Neste projeto todos são decisivos e todos são necessários. Neste projeto não existem votos de qualidade e os votos de todos os homens e de todas as mulheres contam de igual forma, sem que seja permitido qualquer género de prevalência. Neste projeto o cidadão é chamado a sufrágio de forma permanente, através da bolsa de eleitores, ao longo dos quatro anos da legislatura. Neste projeto o cidadão mantem a capacidade de deliberação de forma permanente e quem o representa – os deputados – nada poderá fazer nas suas costas e sem o seu sufrágio.
É um projeto extraordinariamente exigente para os deputados que vierem a ser eleitos, uma vez que os princípios e natureza conceptual da Plataforma de Cidadania exigirá uma ligação sem precedentes com o eleitorado. O deputado da Plataforma está obrigado a prestar contas e a publicitar o seu trabalho de forma permanente ao longo de toda a legislatura. Espera-os um trabalho árduo de participação e iniciativa, uma vez que os cidadãos não deixarão de exigir uma atitude de propositura e participação permanente.
Este projeto, da forma como está desenhado, insere-se no âmbito dos movimentos europeus progressistas que preconizam a recuperação dos mecanismos da chamada democracia direta. Do ponto de vista formal e objetivo o êxito deste projeto significará o princípio do fim dos diretórios partidários e da rede de interesses que se move em seu redor.
O Protocolo que publicitamos nesta ocasião é a prova incontestável que os nossos eleitos serão totalmente independentes de qualquer direção partidária. Neste Protocolo, os dois partidos que forneceram o espaço institucional necessário para a candidatura da Plataforma de Cidadania assumem, de forma absolutamente rotunda e inequívoca, que não impuseram qualquer forma de controlo político e que não participam em qualquer mecanismo de tomada de decisão da Plataforma de Cidadania. Os eleitos da Plataforma de Cidadania dependerão apenas dos processos internos de interação com cidadania e estarão estreitamente vinculados aos compromissos que assumirão no âmbito do Programa Eleitoral. E é tudo!
Resta dizer que estamos a conseguir uma adesão absolutamente esmagadora. Neste momento o nosso principal problema é conseguir dar resposta às inúmeras solicitações de que estamos a ser alvo. Montámos uma estrutura administrativa de pequena dimensão que já não consegue dar uma resposta cabal ao movimento gerado. Por isso vamos reforçar, com urgência, o nosso secretariado. Nestas condições, esperamos – e estamos em condições de assumir, neste momento, estas expectativas – um resultado absolutamente extraordinário. Estaremos, certamente, no restrito grupo das três maiores forças políticas regionais.
Pudemos adiantar que qualquer que venha a ser o cenário parlamentar que venha a emergir destas eleições, a nossa decisão final dependerá dos nossos processos de decisão internos e que estará veiculado a Programas de Governo concretos. A nossa perspetiva geral será proteger os rendimentos das pessoas e combater ferozmente as despesas excessivas da administração, nomeadamente todas as que estejam relacionadas com a colonização partidária do aparelho do Estado. Esse será o nosso caminho.

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Basta Sr. Primeiro Ministro. Estou cansado de o ouvir.


Sr. Presidente da República, seja coerente com as suas ultimas afirmações e dissolva o Parlamento.
Promova um Governo de salvação nacional.
Pergunte aos portugueses como querem resolver a crise que está instalada em Portugal.
Plataforma de Cidadania - Faial