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Manuel Beninger

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domingo, 7 de outubro de 2012

Plataforma de Cidadania apela ao consumo de produtos regionais


O cabeça de lista da Plataforma de Cidadania pelo círculo de S. Miguel às eleições regionais de dia 14 apelou hoje ao consumo de produtos regionais, que considerou a "única forma da economia crescer" nas ilhas.
Numa visita de campanha ao Mercado da Graça, em Ponta Delgada, Rui Simas sublinhou, porém, que o incremento da venda de produtos da região depende uma “diversificação agrícola que já deveria ter acontecido”.
“A agricultura tem sido posta de lado, apostando-se apenas na agropecuária”, considerou, alegando que na atual situação de crise a diversificação se torna urgente para “as pessoas não passarem fome”.
O candidato da Plataforma de Cidadania, uma coligação integrada pelo PPM, PND e independentes, questionou, por outro lado, a capacidade de execução das “falsas promessas” dos dois maiores partidos que concorrem às eleições de dia 14, PS e PSD, contrapondo as limitações impostas pelo memorando de assistência financeira internacional assinado por Portugal.
Face a esse entendimento, “como vai o PS abrir uma empresa para [substituir] a RTP/Açores?”, interrogou Rui Simas.
No diálogo com vendedores e compradores no Mercado da Graça, hoje visitado por todas as candidaturas às eleições regionais, o candidato da Plataforma de Cidadania insistiu no caráter “apartidário” do movimento, que pretende “levar a voz do cidadão” ao Parlamento açoriano.
“É importante colocar o cidadão no centro da decisão”, sustentou, admitindo que o “descontentamento” dos eleitores com os partidos possa beneficiar a sua candidatura.
Ao sublinhar que “as pessoas estão muito afastadas do processo partidário”, Rui Simas disse que a Plataforma de Cidadania tem sido “acolhida com carinho especial” precisamente por se tratar de um “movimento cívico” sem responsabilidades na crise atual.

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Plataforma de Cidadania propõe perdão fiscal para famílias e PME


O cabeça de lista da candidatura da Plataforma de Cidadania pelo círculo de S. Miguel às eleições de 14 de outubro para o Parlamento açoriano defendeu hoje o perdão das dívidas ao fisco das famílias e pequenas e médias empresas como estratégia de combate ao desemprego.
"Numa altura em que não há dinheiro, as famílias e as empresas têm de ser aliviadas" para que possam surgir novos empregos, sustentou Rui Simas, em declarações aos jornalistas depois de visitar a sede da Segurança Social em Ponta Delgada.
O candidato da coligação integrada pelo PPM, PND e independentes alegou que o perdão de dívidas fiscais permitiria, nomeadamente, resolver a situação de dificuldade de pequenas empresas que "optaram por pagar salários deixando de pagar impostos".
Além de sublinhar que depois das eleições regionais "o desemprego vai subir " no arquipélago, Rui Simas considerou que, numa altura em que "grande parte das empresas estão a fechar" a Segurança Social surge como "ultimo bastião de apoio aos mais fragilizados".
"Sentimos que as pessoas ainda têm alguma esperança na Segurança Social", referiu, alertando porém para os perigos da sua "descapitalização" caso a crise de prolongue.
A manter-se o quadro atual, a "Segurança Social está condenada", podendo "não haver dinheiro para subsídios e reformas", advertiu.
No diálogo com eleitores no interior do edifício da Segurança Social, o candidato da Plataforma da Cidadania insistiu na denúncia de que "o cidadão é que está a pagar os devaneios dos governos".
"Para tentar inverter isso é preciso colocar representantes do cidadão na Assembleia Regional", acrescentou.

sábado, 29 de setembro de 2012

Plataforma de Cidadania pede "intervenção imediata" do Governo Regional no apoio a estudantes carenciados


Lusa - A Plataforma de Cidadania, formada pelo PPM e PND para as eleições de outubro nos Açores, pediu a "intervenção imediata" do Governo Regional para evitar um "descalabro" de desistências de alunos universitários por dificuldades económicas.
“Sei que as coisas estão difíceis, mas, se há dinheiro para festivais e para situações que não têm nada a ver com o nosso desenvolvimento, o Governo Regional poderia abrir um programa de bolsas para que alunos mais carenciados possam estudar”, afirmou Rui Simas, cabeça de lista da Plataforma de Cidadania pelo círculo de S. Miguel, em declarações aos jornalistas no final de uma reunião com o reitor da Universidade dos Açores.
Rui Simas frisou que há "cerca de 400 estudantes" que não se podem inscrever porque têm propinas em atraso, defendendo a necessidade de uma "intervenção social" do executivo regional, através de "um programa de bolsas para os alunos mais carenciados".
“Se não, o que vai acontecer?", questionou o candidato, respondendo que "estas pessoas vão para o desemprego”.
Para Rui Simas, é preciso "evitar o descalabro enorme", que seria cerca de 400 alunos "ficarem pelo caminho por falta de condições financeiras para prosseguir os estudos".
O candidato da Plataforma de Cidadania salientou que esta situação representa "uma regressão no acesso ao ensino superior, que está cada vez mais para as classes mais favorecidas e para as elites", criticando o Governo da República por "não dar uma almofada de subsistência às pessoas, mas dar perdão às grandes empresas".
Rui Simas voltou a reivindicar "um perdão fiscal para as famílias, micro, pequenas e médias empresas", uma exigência que consta do programa eleitoral da Plataforma de Cidadania.
“A banca nos Açores deveria pagar como pagam as outras empresas e o Governo Regional deve ter esta verba como almofada para apoio às empresas e famílias”, defendeu Rui Simas.

terça-feira, 25 de setembro de 2012

ENTREVISTA COM RUI SIMAS, PLATAFORMA DE CIDADANIA


Rui Simas, cabeça de lista pela Plataforma de Cidadania pelo circulo eleitoral da ilha de S. Miguel, explica detalhadamente em entrevista à RTP-Açores o que é a Plataforma de Cidadania.
A ouvir atentamente

sábado, 22 de setembro de 2012

Plataforma de Cidadania alerta para perigo das maiorias absolutas

O cabeça de lista da Plataforma de Cidadania pelo círculo de S. Miguel nas eleições regionais, Rui Simas, alertou hoje para o perigo das maiorias absolutas, defendendo que é preciso "quebrar o monopólio dos partidos políticos" nos Açores.
"Nós temos de ter cuidado com as maiorias absolutas, no fundo não deixam de ser autênticas ditaduras. Quanto mais diversidade houver no parlamento, melhor", afirmou Rui Simas, em entrevista à agência Lusa, acrescentando que "as pessoas já não se revêem no atual sistema político-partidário".
A Plataforma de Cidadania concorre às eleições regionais de 14 de outubro com listas próprias em sete das nove ilhas dos Açores, apresentando-se como um movimento cívico, apesar de formalmente ter na sua base dois partidos, o PPM e o PND, unicamente para "cumprir a lei".

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Plataforma de Cidadania assume objetivo de ser a terceira força política na região

A Plataforma de Cidadania, coligação formada pelo PPM e PND para as eleições regionais de outubro, assumiu hoje o objetivo de se tornar a terceira força política nos Açores, mas não se comprometeu com a viabilização de nenhum governo.
“Estamos a conseguir uma adesão absolutamente esmagadora”, afirmou Beatriz Feijó, numa conferência de imprensa em Ponta Delgada, acrescentando que a Plataforma de Cidadania “espera um resultado absolutamente extraordinário”, que a colocará “no restrito grupo das três maiores forças políticas regionais”.
Se estas previsões se confirmarem, a Plataforma de Cidadania poderá surgir como essencial para a viabilização parlamentar de um futuro executivo regional, mas, segundo Rui Simas, ainda é cedo para tratar dessa questão.
“Ainda não conhecemos o programa eleitoral de nenhum partido”, frisou o cabeça de lista da Plataforma de Cidadania pelo círculo de S. Miguel, salientando que um eventual acordo com o PS ou o PSD será sempre decidido pela “bolsa de eleitores”.
Esta bolsa de eleitores, em que se podem inscrever até ao dia das eleições todos os cidadãos interessados, é uma das principais novidades do protocolo hoje apresentado, que visa “garantir a independência da Plataforma de Cidadania perante o PPM e o PND e a prevalência absoluta dos mecanismos da democracia direta”.
“A Plataforma de Cidadania representa uma oportunidade para os cidadãos readquirirem o controlo direto do processo de tomada de decisão coletivo”, salientou Beatriz Feijó, frisando que os futuros deputados regionais deste movimento estarão “obrigados a prestar contas e a publicitar o seu trabalho de forma permanente ao longo de toda a legislatura”.
Segundo Beatriz Feijó, o protocolo hoje apresentado “é a prova incontestável de que os eleitos da Plataforma de Cidadania serão totalmente independentes de qualquer direção partidária”.
Nos termos do protocolo, o PPM e o PND “forneceram o suporte institucional necessário que tornou possível a candidatura da Plataforma de Cidadania, abdicando de condicionar o programa eleitoral que será apresentado a sufrágio”, além de se “comprometerem a respeitar integralmente a autonomia do futuro Grupo Parlamentar da Plataforma de Cidadania”.
Os deputados que vierem a ser eleitos estarão apenas condicionados pelo programa eleitoral e pelas orientações emanadas da bolsa de eleitores, que definirá o sentido de voto da bancada parlamentar.
“O deputado da Plataforma de Cidadania terá sempre em conta no plenário da Assembleia Legislativa dos Açores a posição definida e votada maioritariamente pela bolsa de eleitores”, cujos membros receberão todas as iniciativas legislativas de forma a que se possam pronunciar sobre elas.
Este protocolo foi assinado por Paulo Estêvão, presidente do Partido Popular Monárquico (PPM), Joel Viana, secretário-geral do Partido da Nova Democracia (PND), e Rui Simas, da Plataforma de Cidadania.

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Plataforma de Cidadania e a prevalência absoluta dos mecanismos da democracia direta- Conferência de Imprensa


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Apresentação do Protocolo que garante a independência da Plataforma de Cidadania e a prevalência absoluta dos mecanismos da democracia direta
A Plataforma de Cidadania é um projeto político absolutamente inovador e uma das grandes esperanças de renovação do atual sistema político açoriano. Numa conjuntura política marcada pela incompetência da classe política dirigente e pela canibalização da administração regional pelos aparelhos partidários, a Plataforma de Cidadania representa uma oportunidade dos cidadãos readquirirem o controlo direto do processo de tomada de decisão coletivo.
A Plataforma de Cidadania define-se como um espaço político de participação, interação, exigência, transparência, rigor, competência e solidariedade. Neste projeto o compromisso eleitoral é inviolável e a democracia interna é um dogma. Neste novo começo cabem todos os que ainda acreditam que é fulcral preservar uma sociedade onde prevaleça o princípio da igualdade de oportunidades e que é possível e prioritário inverter o ciclo de empobrecimento brutal que se vive no país e na região.
Neste projeto todos são decisivos e todos são necessários. Neste projeto não existem votos de qualidade e os votos de todos os homens e de todas as mulheres contam de igual forma, sem que seja permitido qualquer género de prevalência. Neste projeto o cidadão é chamado a sufrágio de forma permanente, através da bolsa de eleitores, ao longo dos quatro anos da legislatura. Neste projeto o cidadão mantem a capacidade de deliberação de forma permanente e quem o representa – os deputados – nada poderá fazer nas suas costas e sem o seu sufrágio.
É um projeto extraordinariamente exigente para os deputados que vierem a ser eleitos, uma vez que os princípios e natureza conceptual da Plataforma de Cidadania exigirá uma ligação sem precedentes com o eleitorado. O deputado da Plataforma está obrigado a prestar contas e a publicitar o seu trabalho de forma permanente ao longo de toda a legislatura. Espera-os um trabalho árduo de participação e iniciativa, uma vez que os cidadãos não deixarão de exigir uma atitude de propositura e participação permanente.
Este projeto, da forma como está desenhado, insere-se no âmbito dos movimentos europeus progressistas que preconizam a recuperação dos mecanismos da chamada democracia direta. Do ponto de vista formal e objetivo o êxito deste projeto significará o princípio do fim dos diretórios partidários e da rede de interesses que se move em seu redor.
O Protocolo que publicitamos nesta ocasião é a prova incontestável que os nossos eleitos serão totalmente independentes de qualquer direção partidária. Neste Protocolo, os dois partidos que forneceram o espaço institucional necessário para a candidatura da Plataforma de Cidadania assumem, de forma absolutamente rotunda e inequívoca, que não impuseram qualquer forma de controlo político e que não participam em qualquer mecanismo de tomada de decisão da Plataforma de Cidadania. Os eleitos da Plataforma de Cidadania dependerão apenas dos processos internos de interação com cidadania e estarão estreitamente vinculados aos compromissos que assumirão no âmbito do Programa Eleitoral. E é tudo!
Resta dizer que estamos a conseguir uma adesão absolutamente esmagadora. Neste momento o nosso principal problema é conseguir dar resposta às inúmeras solicitações de que estamos a ser alvo. Montámos uma estrutura administrativa de pequena dimensão que já não consegue dar uma resposta cabal ao movimento gerado. Por isso vamos reforçar, com urgência, o nosso secretariado. Nestas condições, esperamos – e estamos em condições de assumir, neste momento, estas expectativas – um resultado absolutamente extraordinário. Estaremos, certamente, no restrito grupo das três maiores forças políticas regionais.
Pudemos adiantar que qualquer que venha a ser o cenário parlamentar que venha a emergir destas eleições, a nossa decisão final dependerá dos nossos processos de decisão internos e que estará veiculado a Programas de Governo concretos. A nossa perspetiva geral será proteger os rendimentos das pessoas e combater ferozmente as despesas excessivas da administração, nomeadamente todas as que estejam relacionadas com a colonização partidária do aparelho do Estado. Esse será o nosso caminho.

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Plataforma de Cidadania apresenta lista por S. Miguel com 70 por cento de mulheres

A Plataforma de Cidadania, formada pelo Partido Popular Monárquico (PPM) e pelo Partido da Nova Democracia (PND), concorre às eleições regionais de outubro nos Açores apresentando pelo círculo de S. Miguel uma lista com 70 por cento de mulheres.
"Apresentamos uma lista muito qualificada, onde, pela primeira vez, se consegue 70 por cento de participação feminina", afirmou Rui Simas, cabeça de lista da Plataforma de Cidadania por S. Miguel, acrescentando que esta candidatura também apresenta "uma forte aposta na juventude".
Rui Simas, que falava aos jornalistas junto ao Tribunal de Ponta Delgada, salientou que a Plataforma de Cidadania “abre a porta a um novo paradigma de participação direta do cidadão”, revelando que a lista candidata por S. Miguel é constituída por 60 por cento de jovens e apresenta uma média etária de 34 anos.
O cabeça de lista pelo círculo eleitoral de S. Miguel assumiu que as expectativas deste movimento cívico são “altas”, já que “as pessoas não se reveem no atual sistema político-partidário”.
Nesse sentido, Rui Simas frisou que a Plataforma de Cidadania se apresenta como uma alternativa, composta por cidadãos que se propõem fazer parte deste novo paradigma da democracia no arquipélago.

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Entrega da lista pelo Círculo Eleitoral de São Miguel

Os deputados pelo Círculo Eleitoral de São Miguel do Movimento 'Plataforma de Cidadania', os delegados e apoiantes desta candidatura.

Aconteceu a 3 de setembro de 2012, pelas 15h00 a entrega da lista do Circulo Eleitoral de São Miguel que irá compor a equipa regional para as eleições dos deputados que terão assento na Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores pelo movimento ‘Plataforma de Cidadania’ tendo registado uma grande afluência de jovens.
Numa fusão entre o PPM- PND, este movimento tem assim base legal para poder participar nas eleições que terão lugar no dia 14 de outubro de 2012, domingo, nos Açores.
Importa salientar que pela primeira vez na História da Autonomia um movimento cívico consegue concorrer às eleições legislativas Regionais, abrindo portas a um novo paradigma de participação directa do cidadão apartidário na vida politca regional.
É uma equipa 70% composta por pessoas do sexo feminino tendo, ainda, 34 anos como média de idades. Importante salientar que 60% da composição da mesma é da camada jovem desenvolvendo, assim, uma das linhas orientadoras deste movimento.
Abaixo segue a lista do Circulo Eleitoral de São Miguel:
Rui Simas (Jornalista) 51 anos
Maria Ventura (Doutorada em Biologia, professora Universitária) 48 anos
Beatriz Feijó (Finalista curso Comunicação Social e Cultura) 30 anos
Laudalina Estrela (Mestre em Ciências da Educação) 58 anos
Carlos Alves (Psicólogo Clinico, saúde e educação) 33 anos
Cecilia Garcia (Jurista) 37 anos
Luisa Rocha (Enfermeira) 50 anos
Julia Parada (Mestre em Sociologia) 39 anos
Roberto Serpa (Técnico de gestão administrativo) 49 anos
Maria Soledade Paleta (Professora) 51 anos
Carlos Paulo (Veterinário) 39 anos
André Silveira (Empresário) 35 anos
Susana Raimundo (Lic. Estudos Europeus e Politica Internacional) 37 anos
Marta Dias (Professora) 35 anos
Rafael Lima Moniz (Técnico de gestão e produção de eventos) 22 anos
Débora Melo (Designer) 27 anos
Fabiana Lima Moniz (Licenciada em Comunicação social e Cultura) 23 anos
Ana Sofia Junco (Licenciada em Comunicação social e Cultura) 26 anos
Ana Rebelo (Estudante 2.º ano Psicologia) 19 anos
Marisa Berló (Estudante 1º ano Comunicação social e Cultura) 20 anos
Claudia Ribeiro (Técnica de Vendas) 39 anos
Beatriz Pacheco (Estagiária saúde e higiene alimentar) 20 anos
Dânia Figueiredo (Animadora sociocultural) 29 anos
André Borges (Técnico de gestão e produção de eventos) 21 anos
Elizabete Ferreira (Estudante) 22 anos
Lisa Lopes (Escriturária) 30 anos
Artur Moniz (Técnico de Turismo) 20 anos
O Gabinete de Comunicação – Movimento ‘Plataforma de Cidadania’
Cabeça de lista do Movimento 'Plataforma de Cidadania' - Dr. Rui Simas