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Manuel Beninger

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terça-feira, 28 de agosto de 2012

Freguesia faz oferta de emprego com nome da escolhida


«SÓ ADMITIR A VERA PEREIRA». Foi assim, com letras maiúsculas, que o Instituto de Emprego e Formação Profissional - IEFP (www.netemprego.gov.pt) publicou um anúncio de emprego. Divulgou o nome da candidata na alínea «outros conhecimentos».
O texto do anúncio foi entretanto alterado no site do Instituto de Emprego e Formação Profissional, desaparecendo a referência a nomes.

Pelos vistos, o «dono» deste posto de trabalho já tinha sido previamente escolhido. A «dona», neste caso.
A oferta de emprego, para o Centro Paroquial de Santa Maria, em Tavira, exige aos candidatos uma licenciatura em educação de infância.
Entre as condições impostas, os potenciais interessados teriam de estar inscritos há mais de seis meses no Centro de Emprego.
Nas condições exigidas, na primeira versão publicada, constava a referência que limitava o campo de selecção a Vera Pereira.
O salário, de 833 euros, parece que já tem então destinatário certo. Vera Pereira, nome que terá sido publicado por lapso, corresponderá, assim, à pessoa que a entidade empregadora pretendia para o cargo.

Grande fail!! E apressaram-se a vir "desmentir" o facto na tv... vergonhoso!
A isto se chama "TACHO"!
A isto se chama "CUNHA"!

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Uns licenciam-se e emigram, outros continuam eternamente estudantes e representam esta república.


Estudante de 29 como representante desta república? Com cama, roupa e tacho pago?
À custa de quem? Dos impostos dos portugueses?
O povo tem um nome feio para isto...



O PPM-Braga foi à procura de mais informação:

O estudante nas horas vagas (ainda não acabou o “mestrado”, designação pós-bolonhesa para licenciatura) e deputado por profissão Michael Lothar Mendes Seufert  quer a malta nova a trabalhar sem Segurança Social.

Eis a sua ficha da Assembleia da República, onde consta este "fabuloso" Curriculum:

Data de Nascimento
15-04-1983

Habilitações Literárias
1º Ciclo
2º Ciclo
3º Ciclo
Ensino Secundário
Frequência de Licenciatura em Engenharia Electrotécnicae de Computadores – Ramo Telecomunicações - Redes de Dados
Frequência de Mestrado em Engenharia Electrotécnicae de Computadores - Ramo Telecomunicações - Redes de Dados

Profissão
Estudante

Aqui está o Homem... Curriculum valente este publicado na Wikipédia... por favor não nos insultem...
"Foi considerado um dos 10 portugueses da área política mais influentes no Twitter em 2012..." LOL

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

PPM acusa Segurança Social de abusar na cobrança indevida de impostos

Caso das notificações indevidas para pagamento de Taxa Social
PPM/Braga acusa Segurança Social de abusar na cobrança indevida de impostos

O vice-presidente nacional e líder da distrital de Braga do Partido Popular Monárquico acusou o Instituto da Segurança Social de ter assumido uma posição «abusiva», no domínio das contribuições sociais dos titulares de rendimentos de trabalho independente. Manuel Beninger considera que as notificações indevidas que a Segurança Social fez a muitos milhares de “recibos verdes” que descontam por conta dos rendimentos do trabalho dependente «causaram um alarme compreensível».
«Abusivamente, o Instituto da Segurança Social está a enviar a todos estes trabalhadores uma carta, intimidando-os ao pagamento adicional, para o sistema contributivo, de várias centenas de euros por mês. Ao que parece, o objectivo cego do Estado é cobrar. Cobrar, cobrar e cobrar mais impostos. Não interessa como e porquê», denuncia Beninger, insurgindo-se contra «a ‘musculada’ Administração Central”.
Numa tomada de posição em que adverte que «à mulher de César não lhe basta ser séria», o líder da Distrital de Braga vinca que «grande parte dos destinatários desta carta do ISS são pensionistas e funcionários públicos, que auferem rendimentos que permitem estarem isentos desse pagamento adicional». O monárquico bracarense acusa o Estado de exigir do contribuinte, «sem dó nem piedade, o pagamento adicional indistintamente, para numa segunda fase verificar, então, da sua exactidão».
«Os cidadãos, num estado de direito democrático, têm o direito de serem informados com respeito», acrescenta Manuel Beninger, perguntando «por que “carga de água” não se informa, previamente, o contribuinte do pagamento adicional ou melhor, não se faz o cruzamento de informação entre as várias entidades públicas». O líder dos monárquicos do distrito de Braga culpa também a Segurança Social de ter incorrido num erro que «leva a função pública a despender tempo e dinheiro em trabalhos desnecessários» e «recepcionar milhares de declarações que implicam o trabalho de vários funcionários públicos, mais a respectiva despesa de papel, toner, energia eléctrica e envio pelo correio».
Recorde-se que após a “chuva” de protestos que a notificações indevidas motivaram dos contribuintes, a Segurança Social colocou na sua página na internet um requerimento para os contribuintes reclamarem. Depois de preenchido, o formulário precisa de ser enviado pelos CTT ou entregue pessoalmente no centro da Segurança Social da área dos contribuintes.
Jornal “Diário do Minho” de 21 de Dezembro, pág. 4

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Comunicado - PPM: Segurança Social


À MULHER DE CÉSAR NÃO BASTA SER HONESTA

Notícias recentes causaram um alarme compreensível entre os trabalhadores independentes, relacionado com o uso da “musculada” administração central.
Abusivamente, o Instituto da Segurança Social (ISS) está a enviar a todos estes trabalhadores uma carta, intimidando-os ao pagamento adicional, para o sistema contributivo, de várias centenas de euros por mês.
Ao que parece, o objectivo cego do Estado é cobrar. Cobrar, cobrar e cobrar mais impostos. Não interessa como e porquê.
Para que se saiba, em abono da verdade, grande parte dos destinatários desta carta do ISS são pensionistas e funcionários públicos, que auferem rendimentos que permite estarem isentos desse pagamento adicional.
O Estado exige do contribuinte, “sem só nem piedade”, o pagamento adicional indistintamente, para numa segunda fase verificar, então, da sua exactidão.
Os cidadãos, num estado de Direito Democrático, tem o direito de serem informados com respeito, neste sentido, pergunta-se, porque “carga de água”, não se informa previamente o contribuinte do pagamento adicional ou melhor, não se faz o cruzamento de informação entre as várias entidades públicas?
Porque esta decisão não tem fundamento, leva a função pública a despender tempo e dinheiro em trabalhos desnecessários ou seja, a passar e a recepcionar milhares de declarações que implicam o trabalho de vários funcionários públicos, mais a respectiva despesa de papel, toner, energia eléctrica, envio pelo correio, etc., num momento em que se pede a todos os cidadãos a contenção de custos, o Estado permite-se “desbaratar” milhares de euros.
Pelo que se apresenta, exige-se a este novo Governo melhor “governação”, o que quer dizer, melhor gestão onde não haja perde de recursos e aumento de custos e isto faz-se pela competência da acção que implica comunicação, comunicação e comunicação entre os vários organismos públicos e entre estes e a população de uma forma coerente, desejável, onde os princípios cívicos, éticos e morais, não estejam longe dos diz e contradiz: “poupa cidadão para o Eu estado gastar”.
Senhor Ministro da Solidariedade e da Segurança Social Pedro “Audi” Soares: Perceberam os contribuintes portugueses, ainda não emigrados, que os novos veículos do estado, adquiridos pelo seu ministério, terão de ser pagos, mas não abusivamente por estes equívocos.
É tempo dos portugueses começarem a ser mais exigentes com os titulares dos órgãos de soberania.


Comissão Política Nacional do PPM
Manuel Beninger
Vice-presidente do PPM