Mudar o regime Servir Portugal
Manuel Beninger
terça-feira, 3 de dezembro de 2013
Duque de Bragança: “A lei do aborto a pedido tem provocado um genocídio encorajado pelo Estado"
quarta-feira, 27 de março de 2013
AMOR é a palavra que encontro para definir este HOMEM
quarta-feira, 23 de maio de 2012
Há um aborto em Portugal por cada cinco nascimentos
domingo, 13 de maio de 2012
Reclama-se novo referendo sobre o aborto
sábado, 21 de abril de 2012
Número de mulheres que repetem abortos tem aumentado
quarta-feira, 4 de abril de 2012
Termina hoje a “Semana da Vida” no Parlamento Europeu
domingo, 25 de março de 2012
quinta-feira, 1 de março de 2012
Artigo polémico afirma que recém-nascidos não são pessoas e podem ser mortos
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
Entrevista a S.A.R., o Senhor Dom Duarte no encerramento das Conferências em Mirandela
S.A.R., o Senhor Dom Duarte Duque de Bragança entrevistado pela comunicação social, nacional e regional, após o encerramento da conferência sobre “O Renascer do Poder Local”, que decorreu no passado dia 1 de Dezembro, em Mirandela.
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
BISPO EMÉRITO DE AVEIRO DEFENDE "ECOLOGIA DA PESSOA HUMANA".

O Bispo Emérito de Aveiro reflecte sobre as violações da pessoa e diz que são mais graves que as violações da natureza que os grupos ambientalistas procuram salvaguardar. Na crónica desta semana, o Bispo Emérito aborda questões como o aborto e a violência em ambiente escolar para lembrar que são casos cada vez mais numerosos.
Em prol de uma ecologia da pessoa humana.
Os movimentos ecológicos acordaram, em comum, para a resposta à interpelação urgente de um sinal dos tempos, que se pode traduzir pelo grito de respeito e defesa da natureza criada, ameaçada e, em muitos casos, já destruída, pelos atropelos que contra ela muitas pessoas fazem. Justifica-se a preocupação, dado que se trata de um bem de todos e a todos necessário. O que já se conseguiu neste campo, sobretudo com as crianças e a gente mais nova, é impressionante. Muito é o que se tem feito através da educação nas escolas, das campanhas publicitárias e da multiplicação dos meios adequados e acessíveis que ajudam a respeitar ambiente natural e a saber classificar e recolher resíduos e desperdícios. Se recordarmos o que entre nós se passava há trinta ou quarenta anos, vemos uma diferença abissal neste aspecto, hoje com proveito para toda a gente.
Acontece, porém, que natureza criada é, também, a natureza humana, a pessoa concreta e, no respeito por ela, há ainda muito caminho para andar. É verdade que a defesa da natureza criada e do que ela comporta e significa faz-se em razão das pessoas. Mas não podem parar aí os cuidados comuns. Há, segundo o que vemos e sentimos, a urgência de uma defesa clara da natureza humana, ou seja, das pessoas concretas, frente às agressões graves contra as leis que regem a sua vida.
Pensemos, por exemplo, na distribuição, nos centros de saúde públicos, de anticonceptivos químicos que bloqueiam, interrompem e desviam o curso normal das leis da natureza, muitas vezes com consequências graves na saúde da mulher. Cientistas de grande valor internacional, defendem e provam que os métodos naturais, não por razões morais ou religiosas, mas por razões científicas provadas, são os únicos que respeitam a sequência normal das leis da natureza em relação à concepção de novas vidas.
Atento, desde há muitos anos, a este problema, nunca vi os movimentos de ecologistas preocupados com o que se faz em relação ao aborto e com a destruição das mulheres, protagonistas de primeira importância, humana e social, na procriação. Os raciocínios correntes são redutores e parece interessar mais a eficácia, o imediato sem esforço, que o respeito pela natureza humana e suas leis, em ordem à vida procurada e defendida. Dirão que a ciência tem, também, a sua palavra. Pois que a diga, ao serviço da vida, não da sua destruição.
As violações da pessoa humana são mais numerosas e graves que as violações da restante natureza. Delas passam ao lado muitos ecologistas, delas se ocupa o Estado com mezinhas jurídicas. A sociedade foi-se deixando anestesiar e para tudo encontra justificação? Kabril Gibran, um profeta dos tempos novos, escreveu: “Os homens não têm a felicidade nos lábios, nem a verdade nas suas entranhas, porque a felicidade é filha das lágrimas e a verdade é gerada pela dor”. Quando as pessoas não valem, todas as coisas sobram. Uma ecologia a favor da pessoa humana não pode ser fruto de facilidades, de distracções, de prazeres imediatos. É uma luta diária. A natureza é para as pessoas e são as pessoas que lhe dão sentido e valor consistente.
Ler mais: Rádio Terra Nova
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
Espanha poderá ver revista a lei do aborto

Espanha poderá ver revista a lei de interrupção voluntária da gravidez se, como antecipam as sondagens, o PP vencer as eleições de domingo ainda que, até ao momento, se desconheçam os contornos das alterações.
O próprio programa eleitoral do Partido Popular (PP), liderado por Mariano Rajoy, prevê mudanças na actual legislação para assim, explica, "reforçar" a protecção do direito à vida, especialmente no que toca às menores.
Não se avançam detalhes mas o vice-secretário de Comunicação do PP, Esteban González Pons, recorda que o partido sempre se opôs a alguns elementos da lei em vigor e discorda, em particular com o facto de que menores abortem sem o conhecimento dos pais.
A par dessa mudança, explicou recentemente, o PP quer "procurar uma fórmula que preserve o direito à vida", ecoando declarações de uma outra dirigente do partido e ex-ministra da Saúde, Ana Pastor, que confirmou a vontade de alterar a lei em vigor há pouco mais de um ano.
Para Pastor, que coordena a participação social do PP, a lei é "injusta e desnecessária".
Os comentários de Ana Pastor suscitaram criticas imediatas do PSOE que acusa os conservadores de "voltar ao passado" e de "procurar limitar os direitos das mulheres".
A causa da polémica é a reforma da lei do aborto de 2010, que liberaliza até às 14 semanas e reduz para os 16 anos a maioria de idade para decidir sobre uma interrupção voluntária da gravidez.
Fonte: SIC Notícias
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Ministro da Saúde descarta alteração à lei do Aborto

O ministro da Saúde descartou a possibilidade de alterar a lei do aborto em Portugal, embora reconheça os “custos significativos” que tem para o Serviço Nacional de Saúde, lembrando que esta foi uma decisão dos portugueses.
No final de um encontro onde falou sobre “O Futuro do Sistema de Saúde Português”, um advogado presente na plateia questionou Paulo Macedo sobre as suas intenções quanto à atual lei da interrupção voluntária da gravidez.
Paulo Macedo respondeu que essa foi uma decisão política com os custos inerentes à sua tomada e na qual não tenciona mexer.
“Não sou favorável a referendos sucessivos. Há um custo significativo, mas Portugal decidiu assim”, afirmou o ministro, citado pela Lusa.
Vários líderes religiosos cristãos, judaicos e muçulmanos têm recebido, desde finais de julho, uma carta a solicitar o seu apoio à recolha de assinaturas para um referendo que visa garantir a “inviolabilidade da vida humana” na legislação portuguesa.
O grupo promotor desta iniciativa manifesta a sua intenção de “banir o ‘aborto a pedido’ e atalhar a eutanásia”.
“As 70 000 vítimas do aborto chamam por nós”, pode ler-se neste documento.
Nesse sentido, considera-se que nos referendos sobre a legalização do aborto, “os votantes de 1997 e 2007 não estavam a decidir sobre o seu próprio direito à vida, mas apenas sobre o direito de terceiros, sem voz nem voto”.
A “comissão pro referendo Vida” tem a seguinte constituição: Leonor Ribeiro e Castro, Maria das Dores Folque, Vera de Abreu Coelho, Carlos Fernandes, Luís Botelho, Luís Paiva, Miguel Lima, Rodrigo Castro.
Fonte: Agência Ecclesia
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Discurso de S.A.R., O Senhor Dom Duarte no almoço em Oliveira S. Pedro
S.A.R., O Senhor Dom Duarte, da Sereníssima Casa de Bragança, discursa depois do almoço realizado em Oliveira S. Pedro:
"Um povo que mantém as suas raízes é um povo que tem futuro.
Um povo sem raízes, desaparece.
…
Um povo que por incúria, por desleixo, deixa passar uma lei que permite que as crianças não nasçam e sejam mortas, isto não é aceitável, nem pelos homens, nem por Deus.
Não podemos esperar que Deus nos ajude enquanto mantivermos uma lei de genocídio das crianças".
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
PP quer revogar lei do aborto em Espanha

Uma alta dirigente do Partido Popular (PP) espanhol confirmou que o partido tenciona revogar a actual lei do aborto em Espanha, em vigor há menos de um ano, se vencer as eleições de 20 de Novembro.
Ana Pastor, ex-ministra da Saúde e coordenadora da participação social do PP - partido que as sondagens dão como claro vencedor no dia 20 de Novembro - considera que a lei é "injusta e desnecessária".
Pastor recordou que o PP mantém a decorrer o recurso contra a lei junto do Tribunal Constitucional e, por isso, se for eleito, o partido vai avançar com a revogação da lei.
Os comentários de Ana Pastor suscitaram críticas imediatas do PSOE, ainda no Governo, que acusa os conservadores de "voltar ao passado" e de "procurar cortar os direitos das mulheres".
Em comunicado, duas dirigentes do PSOE, a secretária de Políticas de Igualdade, Soledad Cabezón, e a secretária de bem-estar social, Marisol Pérez, contestam a posição do PP.
"As mulheres deste país não vão consentir que se cortem os direitos que conseguiram, por mais que o PP queira, com este tipo de declarações, contentar os sectores mais radicais e conservadores da sociedade", refere o comunicado.
Fonte: DN
Para além de monárquico, sou cristão, patriota, humanista, ecologista e defensor da vida. Aguardo, com expectativa, para ver o que os nossos políticos monárquicos, cristãos, patriotas, humanistas e ambientalistas, recentemente eleitos pelos diversos partidos republicanos, tais como social-democrata, democrata cristão e mesmo socialista, irão fazer nesta legislatura em favor da vida.
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
Liechtenstein rejeita liberalização do aborto


O estado mais pequeno da Europa rejeitou a liberalização do aborto em referendo no passado Domingo.
A proposta, que veria a legalização do aborto até às 12 semanas e mais tarde em casos de anomalias fetais, foi rejeitado por 52% da população, contra 48% que votou a favor, isto apesar de projecções indicarem que o “Sim” venceria.
Fonte: Renascença
sábado, 17 de setembro de 2011
ONU: Vaticano critica financiamento a programas de aborto
Posição assumida no Conselho dos Direitos Humanos das Nações Unidas
O Vaticano qualificou esta quinta-feira como “totalmente inaceitáveis” as tentativas de financiar projetos de contraceção e aborto no plano de cuidados de saúde materna.
Na 18ª sessão do Conselho dos Direitos Humanos da ONU, o observador permanente da Santa Sé disse esperar que “a comunidade internacional consiga reduzir a mortalidade materna promovendo intervenções eficazes, que se baseiem nos valores mais profundos e no conhecimento médico e científico, respeitando a sacralidade da vida desde a sua conceção à morte natural”.
“Pensamos que é totalmente inaceitável que o assim chamado ‘aborto seguro’ seja promovido pelo relatório discutido durante esta sessão do Conselho dos Direitos Humanos ou, ainda mais significativamente, pela Estratégia Global das Nações Unidas para a Saúde das Mulheres e Crianças”, declarou D. Silvano Tomasi.
Falando na sede das agências especializadas das Nações Unidas, em Genebra, Suíça, o arcebispo italiano apelou a uma abordagem baseada nos direitos humanos para eliminar a mortalidade materna que é prevenível.
“A comunidade internacional tem de reconhecer, com profundo pesar, que não fez os progressos suficientes para prevenir as cerca de 350 mil mortes que ocorrem anualmente durante a gravidez e o parto”, disse.
Quarta-feira, na mesma sessão, o prelado aludiu à questão do tráfico de seres humanos, um fenómeno que envolve cerca de três milhões de pessoas por ano e cerca de 30 mil milhões de dólares.
Para o representante católico, a comunidade internacional deve “colocar no centro a dignidade da pessoa”, assegurando a “punição para os traficantes” e o combate à corrupção.
D. Silvano Tomasi concluiu com um apelo à “colaboração entre os vários organismos preocupados com este problema”.
A 18ª sessão do Conselho dos Direitos Humanos da ONU decorre em Genebra até ao próximo dia 30.
Fonte: Ecclesia
terça-feira, 6 de setembro de 2011
ABORTO – Vemos, ouvimos e lemos – não podemos ignorar

1. Portugal tem desde há 4 anos uma lei que permite o aborto livre a pedido, até às 10 semanas de gestação.
2. Quando, por altura do referendo o País se confrontou com tal mancha histórica, foi prometida uma lei que protegesse as mulheres e conferisse melhores condições para o exercício da maternidade.
3. Volvidos 4 anos assistimos a uma realidade dramática que deixa mulheres e homens cada vez mais sós e abandonados à sua sorte.
Aos mais carenciados é oferecido o aborto para “colmatar” as dificuldades que apresentam.
Milhares de mulheres foram vítimas de pressões e constrangimentos vários, e arrastados ao horror do aborto.
4. Em 4 anos, só por via do aborto legal mais de 60.000 crianças deixaram de nascer. É como se uma cidade (como Aveiro), de repente, ficasse totalmente despovoada e os edifícios e monumentos nela existentes não tivessem quem os habitasse. Apenas o silêncio nas ruas e nas praças e as folhas arrastadas pelo vento.
5. Muitas das “vozes autorizadas” que no referendo defenderam o sim têm agora tomado posição pública contra a regulação e prática do aborto que vigora.
6. O País confronta-se com um dramático pedido às famílias de redução de salários e prestações sociais. Por outro lado o Estado continua a pagar e oferecer gratuitamente o aborto, o avião, o táxi, o hotel e o subsídio de maternidade a quem voluntariamente (ou coagida, uma vez que o Estado não sabe) põe fim a uma gravidez.
7. Uma mulher em baixa por doença recebe 65% do ordenado; já se abortar fica de licença de maternidade e recebe 100% do ordenado.
8. Milhares de mulheres deixaram de receber algumas dezenas de euros do abono de família para os filhos que tiveram, mas o Estado paga-lhes centenas de euros no caso de decidirem abortar.
Assim,
Peticiona-se à Assembleia da República que
A) Reconheça o flagelo do aborto que de norte a sul, varre o País desde há 4 anos destruindo crianças, mulheres, famílias, e a economia gerando desemprego e depressão.
B) Que tome medidas legislativas no sentido de:
a) Proteger a vida humana desde a concepção, a maternidade e os mais carenciados na verdadeira solidariedade social.
b) Rever para já a regulamentação da prática do aborto por forma a saber se o consentimento foi realmente informado e a garantir planos de apoio alternativos ao aborto.
c) Permitir que todos os profissionais de saúde (independentemente da objecção de consciência) possam intervir no processo de aconselhamento a grávidas.
d) Apoiar as Instituições que no terreno ajudam mulheres e crianças em risco, de uma forma criteriosa e realista.
e) Fazer cumprir os Direitos Humanos nomeadamente no que tange com o inviolável Direito à Vida e o eminente direito ao reconhecimento da dignidade de cada ser humano.
f) Gerir com critérios de “bem comum” os escassos recursos do País e por isso, deixe de “cobrir de dinheiro” o aborto.
Os signatários (assine também aqui)
É importante recordar, que fomos dos poucos partidos políticos que assumidamente afirmamos estar contra o aborto.
A actual lei escraviza as mulheres, que geralmente são obrigadas a abortar, muitas vezes não por vontade própria mas da família, do companheiro ou mesmo do patrão ou da empresa.
De uma maneira geral, as mulheres prefeririam ter apoios do Estado para poderem ter o filho, mas o Estado actua em sentido inverso, pagando um subsídio a quem aborta. É que depois de cortar nos tratamentos de fertilidade, o Estado continua a subsidiar o aborto.
Muitos falam da “vitimização” da mulher, por assumir o seu acto natural de ser mãe, mas poucos falam do homicídio à nova vida humana, o que perpetua a peste branca, que assistimos passivamente.
É importante que todos os defensores da dignidade da pessoa humana e dos direitos do Homem se associem, sobretudo quando a vida humana antes de nascer está ameaçada. Em Portugal, são mortas por aborto todos os dias 53 bebés, legalmente! Provavelmente serão muito mais já que não estão contabilizados os abortos clandestinos que existem.
Chega, basta, acordem, em nome da uma falsa “liberdade”, não se protegem os mais vulneráveis e a naturalidade da VIDA!
Manuel Beninger
O aborto gratuito é ofensivo

I. "O aborto não pode ter isenção como tem a gravidez (...)". José Manuel Silva, bastonário da ordem dos médicos (Expresso de sábado).
II. O Estado não deve considerar que o aborto é crime até x semanas, sim senhora, mas também não deve instituir o aborto gratuito no seu serviço de saúde. O aborto não é um direito, meus caros. Se uma pessoa quer fazer um aborto, tem bom remédio: pagar do seu bolso. A irresponsabilidade não pode ser recompensada. A irresponsabilidade não pode ser subsidiada. A irresponsabilidade não pode ser transformada num direito. E, acima de tudo, a irresponsabilidade não pode ser colocada no mesmo patamar da responsabilidade que é assumir uma gravidez e ter um filho.
Em qualquer cenário financeiro, este aborto gratuito seria sempre uma política imoral. Ora, no nosso contexto de crise, esta política sobe vários níveis de imoralidade. É uma daquelas coisas realmente ofensivas. Os cortes da saúde chegaram e as taxas moderadoras têm de subir, mas o aborto é gratuito. Faz todo o sentido, sim senhora. As maternidades debatem-se com problemas sérios para suportar a sua atividade principal (recorde-se: trazer crianças a este mundo), mas o aborto é gratuito. Faz sentido, sim senhora. Num contexto de crise demográfica, o tratamento de fertilidade deixou de ser uma prioridade, mas o aborto é gratuito . Faz sentido, sim senhora. Mas sabem o que é ainda pior? Num país onde o aborto é completamente gratuito (até acho que a mulher recebe um subsídio de - pasme-se - maternidade), é quase impossível encontrar um especialista em saúde materna nos centros de saúde. Portanto, no Portugal progressista de 2011, uma mulher que dá à luz é menos protegida do que uma mulher que escolhe abortar. Meus caros, tudo isto é uma imoralidade tremenda, para usar um eufemismo publicável.
Fonte: Expresso
terça-feira, 31 de maio de 2011
PPM promete voltar a referendar lei da interrupção da gravidez

O candidato do Partido Popular Monárquico pelo círculo eleitoral de Braga, Manuel Beninger, garante que, no caso de ser eleito, «apresentará uma proposta de realização de um novo referendo sobre a interrupção voluntária da gravidez».
«Na nossa opinião o resultado eleitoral não tornou o referendo juridicamente vinculativo, tendo sido o “não”, a manifestação da maioria dos portugueses, através do seu direito ao absentismo», ou seja, «mais de quatro milhões de portugueses não afirmaram a sua vontade efectiva de mudar a lei vigente, tendo sido aprovada a nova lei com apenas 25 por cento dos eleitores».
O PPM recorda que foi «dos poucos partidos políticos que assumidamente se afirmou contra o aborto, não tomando parte na campanha eleitoral, por se tratar, em nosso entender, de uma questão ética e de consciência pessoal e não de uma questão de política partidária».
Manuel Beninger considera que «a actual lei escraviza as mulheres, que geralmente são obrigadas a abortar, muitas vezes não por vontade própria, mas da família, do companheiro ou mesmo do patrão ou da empresa», entendendo que, de uma maneira geral, «as mulheres prefeririam ter apoios do Estado para poderem ter o filho, mas o Estado actua em sentido inverso, pagando um subsídio a quem aborta».
«Muitos falam da “vitimização” da mulher, por assumir o seu acto natural de ser mãe, mas poucos falam do homicídio à nova vida humana, sobretudo quando está ameaçada antes de nascer», realça o PPM, referindo que «em Portugal são mortas legalmente por aborto 53 bebés todos os dias».
Jornal “Diário do Minho” de 31 de Maio, pág. 10








